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1º Conselho Diretor de 2025: confira tudo o que rolou!
Agora sim, 2025 está oficialmente aberto após o 1º encontro mensal do Conselho Diretor da ASSERJ. Uma oportunidade riquíssima para discutirmos as expectativas e desafios deste novo ano. O presidente da ASSERJ iniciou sua mensagem desejando um feliz Ano Novo a todos os associados e reforçando que a atuação institucional da entidade na defesa dos interesses do setor, especialmente em relação à Substituição Tributária (ST), segue firme e consolidada. Ele destacou essa conquista como uma importante vitória para os supermercadistas. Em tom de celebração, Fábio Queiróz compartilhou com os conselheiros que uma recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) foi favorável ao setor, conferindo respaldo jurídico às transições realizadas até o momento. O presidente também tranquilizou os presentes, afirmando que, mesmo diante de eventuais mudanças legislativas futuras, os supermercadistas contam com plena segurança jurídica, tanto para atos passados quanto para os próximos passos. “Ganhamos uma batalha. Retornem às suas atividades com confiança e pratiquem a substituição tributária conforme as diretrizes legais. O cenário atual é 100% favorável, e seguimos monitorando o contexto para garantir a estabilidade do setor”, afirmou. A partir dessa decisão, nas operações internas, deve-se adotar o confronto de débito e crédito. Já para as operações interestaduais e produtos importados, permanece a aplicação da sistemática da ST, conforme orientação da advogada da ASSERJ Ana Paula Rosa. Em seguida, William Figueiredo, consultor econômico da Associação, realizou a sua apresentação focando nos números de 2024 e perspectivas para 2025. O ano passado fechou com crescimento do varejo supermercadista em 5,8% e, no estado do Rio de Janeiro, em 5,0%. “Em termos de geração de empregos, fechamos com saldo de 4 mil empregos, ou seja, 4 mil trabalhadores a mais até novembro de 2024, no estado do Rio de Janeiro, contra 3.200 de 2023. O setor supermercadista foi o que mais gerou empregos no estado do Rio de Janeiro e o 4º no Brasil”, afirmou. Sem dúvidas um fato para ser comemorado. No âmbito da inflação, que passou o teto/meta dos 4%, em 2024, os principais vilões foram os alimentos e bebidas, incluindo café, proteínas, azeite, entre outros. Com desemprego em baixa, o comércio deve continuar crescendo, mesmo que em ritmo menor. Vale destacar que o agro tem perspectiva de safra recorde. Instituições como a Firjan projetam que o Rio de Janeiro vai crescer mais de 3%, mas o economista alertou que há possibilidade de crescer menos. Vale destacar que os empresários, segundo pesquisa da CNC, estão mais confiantes! E, é claro, a Super Rio Expofood foi pauta, já que estamos na contagem regressiva para o maior evento promovido pela ASSERJ. Fábio Queiróz reforçou a felicidade de constatar que o evento está cada vez mais reconhecido por seu braço de conteúdo extremamente relevante, que já contou com a participação de Neil Patel, expoente do marketing digital, e, neste ano, tem grandes personalidades já confirmadas como: Aaron Ross, Rebeca Andrade e Claude Troigros, entre outros, abrangendo todos os segmentos do setor. A ALAS virá com uma comitiva completa participar e prestigiar o evento, que terá festa de abertura no icônico Copacabana Palace. A feira reflete a grandeza da Associação e é um projeto assinado por todos os associados. A gerente de marketing e comunicação da ASSERJ, Lorena Cerqueira, fez uma apresentação compartilhando com os conselheiros os principais insights da NRF 2025, levando as aplicabilidades das tecnologias apresentadas na feira, além de toda bagagem adquirida nas visitas técnicas às grandes marcas supermercadistas dos EUA. Personalização em escala (prevenção de comportamento), eficiência operacional e integração omnichannel foram temas apresentados dentro do macrotema Inteligência Artificial. É ela, que bem aplicada e baseada em dados, será a ferramenta necessária para que o supermercadista tenha sucesso. Lorena afirmou que será enviado um e-book aos conselheiros com os principais destaques da NRF 2025. No ASSERJ Experience, solução da Associação para que indústrias possam apresentar seus produtos e serviços aos 30 maiores supermercadistas fluminenses, tivemos a participação de três empresas de segmentos diversificados. A Almaromi, marca inovadora no segmento de vinagres e que se dedica a oferecer produtos saudáveis e de altíssima qualidade ao consumidor, foi a primeira a se apresentar. Sr Viccino, premium e voltada para saúde, Almaromi, marca do dia a dia, de giro - protagonista de vinagres de maçã. Produto natural e orgânico, de um segmento que mais cresce e tem bom preço médio, gerando maior rentabilidade na gôndola - 8x o preço do vinagre de álcool. Participação de mercado: 17% natural ocupando o lugar de vice-líder do mercado e com 48% no vinagre orgânico. Produto de maior valor agregado. Saindo do vinagre para os queijos, a Ultracheese, especializada em laticínios e reestruturada, em cinco anos, com a aquisição das marcas Tacolomy, Lac Lélo, Cruzilia e Búfalo Dourado. A queijaria brasileira mais premiada do mundo apresentou crescimento de 373%. Diferentemente das demais queijarias, eles possuem receitas autorais, passando um bilhão de reais em receita bruta enquanto o mercado cresceu em média 1,22%. Oferece mais de 200 produtos no seu portfólio. Em 2024, foi uma das categorias que mais cresceu no Rio de Janeiro, chegando a 21%. Em 2025, eles pretendem expandir no estado agregando ainda mais nesse crescimento. Outra marca que participante do encontro do Conselho Diretor foi a Seara, da JBS, com a apresentação do novo diretor nacional, Giorgio Cafasso, ex-AMBEV. Ele destacou a estrutura mais enxuta da empresa, facilitando o atendimento e a negociação com os compradores. Além disso, reforçou que o Rio de Janeiro é a praça foco da Seara, em 2025, com objetivo de dobrar o volume no estado. Com 11 anos de história, a marca não tinha inovação e era enfraquecida na visão do consumidor. Para reverter esse cenário, trabalharam a qualidade em todos os produtos oferecidos pela marca, inclusive na comunicação. Hoje, a Seara é associada à inovação e oferece um portfólio para atender a todos os consumidores. A Seara Gourmet é a única marca premium no Brasil que atua em diversos segmentos: da lasanha, passando pelo hambúrguer, frios até a pizza. E já adiantaram o lançamento de uma mortadela em homenagem ao aniversário de São Paulo. A Seara é a marca líder em penetração e recompra, apresentando um percentual de 91%. A marca também alcançou a liderança em congelados. Eles apresentaram uma novidade em primeira mão: a criação da linha air fryer, oferecendo produtos específicos para atender a esta demanda dos consumidores. Já a linha “panelinha”, feita com ingredientes caseiros e embalagem reaproveitável também esteve em destaque. Acima da linha gourmet, a marca Hans ganhou exposição na apresentação aos supermercadistas. E, para finalizar, a Zanlorenzi Bebidas, uma das maiores produtoras de vinhos e bebidas do Brasil, sediada em Campo Largo, Paraná. São 83 anos de atuação, já na terceira geração. A 1ª safra de 2025 iniciou em 6 de janeiro e promete uma produção incrível de vinhos, sucos e espumantes. Vale destacar que eles têm duas safras e a única empresa do segmento com esse modelo de safra no mundo. Todos os sucos são sem açúcar e conservantes, além de chás e água de coco. No portfólio de alcoólicos, eles apresentam vinho de mesa, produto propulsor da marca que a coloca como líder nesse segmento. Iniciamos com chave de ouro e a presença em massa dos nossos membros do Conselho Diretor. Faremos, juntos, um 2025 de muito sucesso, desenvolvimento e muitas vendas!
21/01/2025
Alerj debate projeto de lei para reduzir desperdício de alimentos no varejo
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) está analisando um projeto de lei que visa reduzir o desperdício de alimentos e estabelecer diretrizes para o combate ao problema e o apoio à segurança alimentar no Estado. O texto, que ainda precisa passar por diversas comissões, coloca em foco um tema crucial para o varejo supermercadista, especialmente em um momento em que a sustentabilidade e o combate à fome são cada vez mais urgentes. O Brasil ocupa a décima posição no ranking dos países que mais desperdiçam comida, segundo a ONU. Levantamento da ONG Banco de Alimentos aponta que o desperdício começa na colheita, quando 10% da produção se perde; passa pelo manuseio e transporte, com perdas de 50%, e pelas centrais de abastecimento (30%); e chega a supermercados e residências (10%). Outros dados preocupantes, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), mostram que o setor varejista é responsável por 12% do desperdício global, enquanto nas residências esse índice chega a 60%. Já os serviços de alimentação contribuem com 28%, o que equivale ao descarte de mais de 1 bilhão de refeições por dia. No Brasil, a estimativa de perda de alimentos varia entre 23 e 82 milhões de toneladas. Esse desperdício gera diversos impactos negativos, como o aumento das emissões de gases de efeito estufa (entre 8% e 10% do total global) e um custo anual de aproximadamente US$ 1 trilhão para a economia mundial. Diante dos dados, grandes nomes do setor, como GPA e Carrefour, já se movimentam com ações e programas que visam minimizar o desperdício em suas operações. GPA: doações, descontos e parcerias para combater o desperdício O GPA afirma à ASSERJ ter o combate ao desperdício de alimentos como uma de suas prioridades. A empresa assegura que o tema permeia toda a sua estratégia de negócio, com diversas ações que contribuem para a redução do desperdício em todas as etapas, desde o desenvolvimento de produtos até a doação de alimentos. Um dos destaques é o programa Parceria Contra o Desperdício, do Instituto GPA, que redireciona produtos em condições de consumo, mas não de venda, para instituições sociais e bancos de alimentos. De 2019 a 2024, foram mais de 14 mil toneladas de alimentos doados, o que gerou mais de 26 milhões de refeições complementadas. Além disso, as redes Pão de Açúcar e Extra Mercado, em parceria com a Food To Save, lançaram a iniciativa "Sacola surpresa", que oferece produtos próximos ao vencimento com descontos de até 50%. Mais de 200 lojas em 70 cidades participam da iniciativa, disponibilizando produtos de diversas categorias como padaria, mercearia e laticínios. O GPA também realiza campanhas mensais de arrecadação de alimentos em suas lojas, em parceria com organizações sociais. Em 2024, foram arrecadadas mais de 853 toneladas de alimentos não perecíveis, beneficiando mais de 100 organizações. Carrefour aposta em tecnologia e aproveitamento integral dos alimentos O Grupo Carrefour Brasil diz também estar comprometido com a redução do desperdício. A empresa investe em diversas frentes, como a comercialização de frutas e verduras fora do padrão estético pelo Programa Únicos, estratégias de desconto para produtos próximos ao vencimento e o aproveitamento de alimentos na produção de co-produtos, como o uso do pão na fabricação de farinha de rosca. A companhia também utiliza inteligência artificial para analisar dados em tempo real e ajustar os níveis de estoque, evitando perdas. Outra iniciativa importante é o desenvolvimento de fornecedores locais/regionais para garantir produtos frescos e reduzir o tempo de transporte, o que contribui para a qualidade dos perecíveis e para a economia local. O Carrefour também possui um programa de doação de alimentos com menor atratividade comercial, mas próprios para o consumo, monitorando continuamente os produtos próximos ao vencimento para que sejam destinados a bancos de alimentos e entidades sociais. Projeto de lei reforça o compromisso do varejo com a sustentabilidade O projeto de lei em tramitação na Alerj reforça a importância do compromisso do varejo supermercadista com a sustentabilidade e o combate ao desperdício de alimentos. As iniciativas do GPA e do Carrefour demonstram que o setor está atento a essa demanda e busca soluções inovadoras para minimizar o problema, contribuindo para a segurança alimentar e para um futuro mais sustentável. Ações como as do GPA e Carrefour, que aliam estratégias de prevenção de perdas, doação e reaproveitamento de alimentos, podem inspirar outros players do varejo a adotarem práticas semelhantes, gerando um impacto positivo em toda a cadeia produtiva.
21/01/2025
Por dentro da asserj
Escola ASSERJ abre calendário de capacitação de 2025 com o curso ‘Higiene e Manipulação de Alimentos’
Se você perdeu a capacitação, acompanhe aqui no site e nas redes sociais da ASSERJ o agendamento da próxima turma A primeira turma do ano do curso de “Higiene e Manipulação de Alimentos” foi composta, principalmente, por profissionais de fora da capital do Rio. Ministrado pelo médico veterinário e consultor de Alimento Seguro da ASSERJ, Flávio Graça, o treinamento apresentou os principais riscos à biossegurança em serviços de alimentação; os procedimentos que devem ser adotados na manipulação; e a aplicação de boas práticas para o grupo atento e participativo. Flávio Graça ressaltou a importância da escala de temperaturas que deve ser rigorosamente observada pelos manipuladores de alimentos. “A manutenção de temperaturas adequadas é fundamental para garantir a segurança alimentar, prevenindo a multiplicação de microrganismos patogênicos e preservando a qualidade dos produtos. É essencial que todos os profissionais envolvidos no manuseio de alimentos estejam cientes das diretrizes de temperatura para garantir a saúde dos consumidores e evitar riscos à saúde pública”, afirmou. O instrutor também apresentou técnicas essenciais para prevenir a contaminação cruzada, como separação de alimentos crus e cozidos, armazenamento adequado, manipulação segura de utensílios e equipamentos, além de boas práticas de higiene pessoal. Mais do que cumprir a legislação, manter altos padrões de segurança alimentar é crucial para a reputação do supermercado e a saúde dos consumidores. Por isso é tão importante a capacitação. No fim, os participantes fizeram a avaliação que garante a certificação validada pela ANVISA. Fique ligado aqui no site e no Instagram da ASSERJ para conferir as próximas turmas.
21/01/2025
Conecta
A gamificação no varejo supermercadista: transformando compras em experiências engajantes
Nos últimos anos, o varejo supermercadista tem enfrentado o desafio de se reinventar para atrair e reter consumidores. Nesse cenário, a gamificação ganhou destaque como uma estratégia inovadora para transformar o ato de comprar em uma experiência recompensadora e divertida. A tecnologia foi, inclusive, um dos principais temas na NRF 2025, o maior evento de varejo do mundo, que a ASSERJ acompanhou de perto. Para entender como essa tendência está impactando o setor, conversamos com três especialistas que lideram essa transformação: Mauro Cipriano, CEO do Grupo Polgo; Marco Toniolo, CEO da StarMKT; e Danilo Parise, CEO da Ludos Pro. O que é gamificação e como ela impacta o varejo? Gamificação é o uso de elementos e dinâmicas de jogos em contextos não relacionados a jogos, com o objetivo de tornar tarefas e processos mais envolventes, motivadores e eficazes. Elementos como pontos, desafios, recompensas e rankings são usados para engajar consumidores e torná-los protagonistas da experiência de compra. Ao transformar ações cotidianas, como fazer compras, em uma espécie de jogo, os supermercados podem: Aumentar o engajamento: clientes se sentem mais motivados a interagir com a marca; Melhorar a experiência de compra: tornando-a mais agradável e interativa; Fidelizar clientes: criar vínculos emocionais com a marca; Impulsionar vendas: estimular a compra de produtos específicos; Coletar dados: compreender melhor o comportamento do consumidor e personalizar ofertas; Aproveitar oportunidades de trade marketing: apresentar novos produtos por meio de degustações interativas, missões de experimentação e pontuações com benefícios. “Nosso público tem forte inclinação a participar de jogos. Quando bem implementada, a gamificação potencializa vendas e cria uma conexão emocional com a marca”, resume Toniolo. Gamificação e LGPD: coletando dados de forma transparente e segura Uma das grandes vantagens da gamificação é a possibilidade de captar informações relevantes dos clientes de forma simples e engajante, respeitando as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Campanhas gamificadas podem ser estruturadas para coletar dados com consentimento explícito (opt-in), garantindo que o cliente participe de desafios e promoções enquanto autoriza o envio de mensagens personalizadas. Como funciona na prática: Durante a inscrição em campanhas gamificadas, o cliente fornece dados básicos, como nome, telefone, e-mail e CPF, aceitando receber comunicações da empresa. O sistema registra automaticamente o consentimento, garantindo conformidade com a LGPD. Com os dados captados, as mensagens são segmentadas e enviadas via WhatsApp, SMS ou e-mail, garantindo que cada cliente receba apenas informações relevantes e autorizadas. Benefícios: Mensagens direcionadas: campanhas específicas para grupos segmentados, como “clientes que visitaram a loja na última semana”. Engajamento ampliado: mensagens automáticas e personalizadas incentivam novas compras ou participações em desafios. Conformidade garantida: o processo é transparente e fortalece a confiança do cliente na marca. Ferramentas e tecnologias que transformam o jogo Os especialistas concordam que a tecnologia é essencial para o sucesso da gamificação no varejo, desde o uso de dispositivos móveis até inteligência artificial e sistemas de analytics. Cipriano menciona ferramentas como a plataforma Polgo.Gamifica, que gerencia missões, recompensas e engajamento, integrando PDVs, carteira digital, vitrines de prêmios, QR Codes e aplicativos móveis. O sistema também analisa dados para insights e ajustes das campanhas em tempo real, além de oferecer dashboards para comunicações mais assertivas via e-mail, WhatsApp ou SMS. Toniolo destaca o uso de realidade aumentada, sempre alinhada aos objetivos e público-alvo. Já Parise reforça que a gamificação vai além de uma ferramenta de treinamento, integrando CRMs e ERPs para alinhar treinamentos aos objetivos estratégicos das empresas. “Percebemos que a gamificação, mais do que um recurso para tornar o aprendizado divertido, é uma ferramenta poderosa para engajar equipes, melhorar a retenção de informações e impactar diretamente os resultados das empresas”, afirma Parise. Casos de sucesso: estratégias que dão resultado Um grande grupo de atacado e varejo no Norte e Nordeste implementou um sistema de cashback colaborativo envolvendo fornecedores e consumidores. A iniciativa, segundo Cipriano, gerou um aumento de 30% no faturamento da rede e triplicou a base de clientes. “Essa gamificação não só aumentou as vendas e atraiu novos clientes, mas criou uma sinergia entre a rede, os fornecedores e os consumidores”, destaca Cipriano. A StarMKT também relatou sucesso com games físicos e roletas digitais que garantiram recompra e aquisição de novos consumidores. “O segredo foi oferecer recompensas atrativas e garantir que a experiência fosse simples e intuitiva”, diz Toniolo. Parise compartilha o impacto de sua plataforma no treinamento e colaboração de equipes: “Nosso sistema melhora a produtividade e engaja colaboradores desde a base até a alta liderança.” Gamificação para desafios do dia a dia A gamificação também pode ser usada para solucionar desafios como gestão de estoque e redução de desperdícios. Cipriano cita missões para a compra de produtos próximos ao vencimento, enquanto Toniolo destaca campanhas que incentivam a experimentação de novos itens. “No varejo, a gamificação pode ser aplicada em diversas frentes, desde o treinamento de equipes até a promoção de novos produtos e a otimização de processos logísticos”, resume Parise. É caro? O custo varia de projetos analógicos a soluções digitalizadas e robustas, dependendo dos objetivos da marca e do orçamento. Tendências e o futuro da gamificação Para os especialistas, o futuro da gamificação está na personalização e no uso de tecnologias imersivas, como inteligência artificial, big data e realidade aumentada. A integração entre varejo físico e digital também moldará o setor. “Campanhas que conectam aplicativos, redes sociais e experiências presenciais são essenciais para engajar consumidores em múltiplos canais”, aponta Parise. Cipriano complementa: “Estamos caminhando para experiências hiperpersonalizadas, onde as campanhas antecipam desejos e comportamentos dos clientes.” Dicas para supermercadistas Os especialistas deixam orientações para adotar a gamificação: Entenda seu público: conheça as preferências e necessidades dos clientes; Comece pequeno: inicie com projetos-piloto; Foque na experiência do cliente: simplifique processos e ofereça recompensas relevantes; Monitore os resultados: ajuste campanhas com base em dados reais; Escolha parceiros tecnológicos confiáveis. A gamificação é mais do que uma tendência passageira. Trata-se de uma estratégia poderosa que, quando bem executada, revoluciona a relação entre supermercados e consumidores, trazendo benefícios para ambos. Como Mauro Cipriano afirma: “Não estamos apenas vendendo produtos, mas criando experiências memoráveis que fidelizam e engajam.” Marco Toniolo reforça: “O futuro já é agora. A gamificação está transformando o varejo e quem sair na frente terá uma vantagem competitiva decisiva.” Seja por meio de desafios, cashback ou experiências imersivas, a gamificação chegou para ficar e redefinir as regras do jogo no varejo supermercadista. “Nosso objetivo é combinar tecnologia e ludicidade para criar experiências de treinamento que realmente façam a diferença no dia a dia das pessoas e nos resultados das organizações”, conclui Parise.
21/01/2025
Serra Azul anuncia novo gerente comercial
Com sólida experiência em compras, trade e pricing, o gerente comercial Edson Ribeiro falou com exclusividade para a ASSERJ sobre a nova jornada profissional Depois de uma passagem pelo Terê Frutas, Edson Ribeiro chega ao time do Serra Azul. Com pós-graduação em Logística pela Universidade Castelo Branco e em Inovação e Novos Negócios pela Estácio, Edson Ribeiro assume a Gerência Comercial, que envolve compras e pricing. Mesmo na correria do dia a dia, o gestor teve um tempo para falar com exclusividade com a ASSERJ. Confira: De que forma você espera contribuir com a empresa? Minha contribuição para a organização perpassa pela gestão comercial, capacitação do time de compras e inteligência comercial. Espero atuar na consolidação das melhores práticas de mercado e da cultura organizacional da empresa, fomentando a sinergia entre os departamentos e buscando continuamente evolução nas vendas e lucratividade. Quais aprendizados você levará da sua experiência anterior para a nova posição? Fortalecimento das parcerias comerciais, o respeito com as pessoas, sempre evidenciando e valorizando o trabalho de equipe, além da importância de ser constante e de estabelecer uma cultura de educação corporativa que faça toda diferença. Que conselho você daria para alguém que está começando uma carreira no varejo de supermercados? Para uma geração que enfrenta grandes desafios com os diversos formatos de comunicação (multicanais), e que está começando agora, sugiro o exercício da flexibilidade, o aprendizado contínuo e a construção de relações promissoras com parcerias duradouras. Caminhar sozinho não é legal.
21/01/2025
Resiliência, inovação e desafios no horizonte global: lições para o varejo brasileiro tiradas da NRF
No painel “Global Economic Outlook 2025 and Beyond”, liderado por David Solomon, Chairman e CEO do Goldman Sachs, e Matthew Shay, presidente e CEO da National Retail Federation (NRF), surgiram insights valiosos sobre os desafios e oportunidades do cenário econômico global. A discussão trouxe lições aplicáveis ao mercado brasileiro. Apesar de enfrentar inflação elevada e os efeitos da pandemia, a economia americana tem se destacado pela capacidade de resistência. A combinação de uma cultura de inovação constante e incentivos fiscais prolongados foi fundamental para manter a estabilidade. Esse modelo inspira outras nações, incluindo o Brasil, a buscar soluções sustentáveis baseadas em tecnologia e atração de investimentos. Inflação e desafios ao consumo A inflação permanece como um obstáculo significativo, especialmente nos setores de alimentos e serviços, que afetam diretamente o consumidor médio. Nos EUA, o Federal Reserve adota uma abordagem baseada em dados para mitigar os impactos, mas as incertezas persistem. No Brasil, é necessário um foco renovado em políticas que fortaleçam o poder de compra das famílias e estimulem o consumo, base da economia. A revolução da inteligência artificial (IA) A IA desponta como um motor de produtividade e eficiência. Nos EUA, já se observa um impacto significativo em operações empresariais e experiências do consumidor. O Brasil pode beneficiar-se ao adotar a IA para otimizar desde a gestão de estoques até a personalização de interações com clientes, potencializando a inovação no varejo. Reequilíbrio das cadeias de suprimentos A pandemia e as tensões geopolíticas aceleraram a tendência de localização das cadeias de suprimentos. Este movimento, focado em segurança e resiliência, abre oportunidades para investimentos locais. No varejo brasileiro, parcerias com fornecedores regionais podem reduzir custos e melhorar a eficiência logística. Consumidores sob pressão Enquanto a economia americana conta com o consumo como principal sustentáculo, os consumidores de baixa renda enfrentam pressões crescentes devido à inflação. No Brasil, compreender as necessidades desse público e oferecer soluções acessíveis e segmentadas é essencial para garantir a fidelidade e o engajamento. Líderes empresariais devem cultivar valores como integridade e excelência para superar desafios. A construção de uma cultura organizacional resiliente é chave para enfrentar incertezas e impulsionar a inovação. Aplicações práticas para o varejo brasileiro Implementar tecnologias como IA para aprimorar operações e a experiência do consumidor. Investir em treinamento para preparar as equipes para a transformação digital. Priorizar parcerias locais para aumentar a resiliência e mitigar riscos globais. Utilizar IA para prever demandas e otimizar estoques. Adotar estratégias baseadas em dados para criar ofertas acessíveis e personalizadas. Conhecer profundamente o consumidor para antecipar suas necessidades. Desenvolver uma cultura que apoie a adaptação às mudanças do mercado. Incentivar o alinhamento estratégico entre as equipes. Buscar inspiração em modelos internacionais de inovação. Explorar parcerias que ofereçam novas perspectivas e oportunidades. Utilizar ferramentas digitais para educar o consumidor sobre benefícios de produtos e serviços. Melhorar o engajamento através de experiências personalizadas e interativas. O painel reforçou que, embora os desafios sejam expressivos, as oportunidades para o varejo – tanto nos EUA quanto no Brasil – são amplas. Resiliência, inovação e foco no consumidor são os pilares para um crescimento sustentável e competitivo.
17/01/2025
Presidente da ASSERJ destaca tendências do varejo debatidas na NRF: 'A experiência do consumidor continua no centro das discussões'
A 114ª da National Retail Federation (NRF) Retail's BigShow chegou ao fim, e o presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz, traz sua visão sobre o que observou na maior feira de varejo das Américas. Na avaliação do executivo, “esta edição é especialmente significativa devido às discussões em torno do impacto da presidência de Donald Trump no mercado”. Ele acredita que essa situação cria expectativas de crescimento para os supermercados: "Fica marcada ainda pelos avanços em inteligência artificial, que, em vez de se limitar a gerar conteúdos com base nos dados recebidos, executam tarefas como realizar agendamentos, emitir alertas para os estoques e toda a companhia”, afirma. Queiróz ressalta ainda o crescimento no investimento em retail media. "Observei muitas indústrias, em parceria com o varejo, adotando tecnologias avançadas. Não basta apenas uma tela de LED na loja para fazer diferença. Eu vi a indústria e o varejo falando de sistemas de CRM integrados, de comportamento de consumidor, da tecnologia de lift learn, tudo isso voltado para a experiência do consumidor”, comenta. "A experiência do consumidor continua no centro das discussões. Isso não é novidade para ninguém, mas eu acho que a NRF consolida a hiperpersonalização, a relevância e a força das marcas em se comunicar diretamente com os consumidores, independentemente de perfil, valores ou memórias afetivas. Enfim, eu vejo uma NRF que me demonstra claramente que, daqui a três anos, o varejo será totalmente diferente. Podem me cobrar”, finaliza.
17/01/2025
Economia
Economia global em 2025: incertezas, desafios e oportunidades debatidos na NRF
O ano de 2025 desponta com um panorama global repleto de incertezas, reflexo de dinâmicas econômicas, políticas e tecnológicas que têm se intensificado desde 2020 Em um painel na NRF com especialistas, liderado por David Solomon, CEO do Goldman Sachs, a ASSERJ pode debates sobre as expectativas quanto à inflação, estabilidade fiscal e a nova administração de Donald Trump na presidência dos Estados Unidos. Resiliência dos EUA em um cenário turbulento A economia americana se mantém como uma força motriz global, destacando-se pela resiliência após a pandemia de COVID-19. Apesar dos desafios impostos pela inflação elevada, o mercado norte-americano tem demonstrado vigor, impulsionado pela inovação e pela expansão fiscal adotada durante o lockdown. No entanto, as classes médias continuam enfrentando dificuldades, com o aumento do custo de vida comprometendo a qualidade de vida. Solomon destacou a necessidade de políticas focadas na contenção da inflação e na imigração, questões centrais para manter a confiança e o poder aquisitivo da população. Para ele, o controle do déficit fiscal será determinante, sobretudo diante das pressões inflacionárias. Mudanças geopolíticas e novas estratégias globais A diversificação de parcerias comerciais e a relocalização de linhas de produção são vistas como tendências irreversíveis. Segundo Solomon, "o deslocamento de fábricas da China para outros países e a internalização de linhas de montagem são estratégias que fortalecem a economia global e reduzem dependências excessivas." Essa mudança estratégica cria oportunidades para novos mercados e investimentos locais, permitindo uma reorganização das cadeias globais de suprimento e produção. Impactos da inteligência artificial na produtividade Uma das grandes apostas para 2025 é a adoção massiva da inteligência artificial (IA), que, segundo Solomon, pode elevar a produtividade global em até 1,5% ao ano. "A IA tem o potencial de transformar radicalmente a eficiência das empresas e os parâmetros regulatórios, criando níveis de produtividade sem precedentes", afirmou. Essa transformação exigirá novas formas de preparação e qualificação profissional para acompanhar as mudanças. Desafios para o consumo global e o varejo brasileiro Os impactos da inflação e do aumento do custo de vida também se refletem nos padrões de consumo, com foco crescente em conveniência, economia e experiências digitais. Para o varejo brasileiro, a relação entre crédito, renda disponível e inflação será decisiva em 2025. Além disso, o contexto global influencia diretamente as expectativas de consumo em setores dependentes do varejo e de bens de consumo. Liderança e cultura organizacional Outro ponto relevante levantado por Solomon foi o papel da liderança na proteção da cultura organizacional e na adaptação às complexidades crescentes das empresas. "A liderança precisa energizar as organizações, mantendo a integridade e os valores, enquanto busca os objetivos estratégicos", destacou. O papel da regulação e a nova administração dos EUA A redução da pressão regulatória imposta pela administração Biden é vista como um ponto positivo pela nova gestão Trump. A combinação entre cortes de impostos, aumento de tarifas de importação e controle do déficit fiscal será um desafio para os próximos meses, com efeitos ainda incertos na economia global. Conclusão: um ano de decisões cruciais Em meio às incertezas, o ano de 2025 exige atenção redobrada de governos, empresas e investidores. A combinação de desafios econômicos e oportunidades tecnológicas define um momento de transição, no qual decisões estratégicas podem moldar o futuro das economias globais. Com uma economia resiliente, os Estados Unidos permanecem no centro das atenções, mas o sucesso global dependerá de como outros mercados, incluindo o Brasil, enfrentarão seus próprios desafios e aproveitarão as oportunidades em um cenário em transformação.
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