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Audiência pública colocou em debate multas desproporcionais ligadas ao artigo 57 do Código de Defesa do Consumidor
O setor supermercadista ganhou atenção da Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (23). Por iniciativa do deputado federal Glaustin da Fokus (PSC-GO), a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços (Cdeics) promoveu audiência pública sobre a transparência e os parâmetros das multas aplicadas quando produtos são encontrados com data de validade vencida. O debate reuniu em Brasília mais de 50 empresários do Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Paraíba e São Paulo. “Sabemos que o setor é um dos maiores empregadores e arrecadadores de impostos deste País. Os supermercados são responsáveis diretos para o nosso Brasil caminhar bem”, afirmou Glaustin. “Hoje demonstramos a força da nossa união e demos um passo muito importante para mostrar que essa classe repudia a presença de produtos vencidos nas gôndolas e que por outro lado quer, da parte dos órgãos fiscalizadores, mais orientação e adequação em vez de multas exorbitantes. Estou falando de empresários que acordam de madrugada e movimentam a economia com muito suor e sacrifício.” Advogados, parlamentares e supermercadistas discutiram soluções para rever critérios adotados por Procons estaduais e municipais na definição de multas administrativas ligadas ao artigo 57 do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90). Atualmente, o cálculo da penalidade se baseia, sobretudo, na receita bruta estimada dos supermercados. Na visão do setor, os órgãos fiscalizadores colocam em segundo plano a gravidade da infração cometida e a vantagem obtida pela empresa, elementos também citados na legislação em vigor. Cenário Segundo a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJ), existem no Brasil mais de 800 Procons em níveis federal, estadual, municipal e distrital. A maioria está ligada ao Poder Executivo, com três exceções, no Ceará, Minas Gerais e Piauí, onde o órgão principal se vincula ao Ministério Público, por definição das constituições locais. O coordenador-geral de Consultoria Técnica e Sanções Administrativas do MJ, Leonardo Marques, informou que a pasta deve criar, em até três meses, um grupo de trabalho com objetivo de uniformizar a aplicação das multas administrativas. “Esse projeto busca fazer com que a legislação continue a proteger o consumidor de forma eficiente, mas sem esse caráter excessivo, sem inibir o empreendedorismo e sem colocar o gerador de riqueza para fora do mercado”, defendeu. “Precisamos disso para fazer o País voltar a crescer.” Já para o presidente da Frente Parlamentar do Comércio, Serviços e Empreendedorismo, deputado federal Efraim Filho (DEM-PB), o País tem que deixar de tratar empresários como vilões. “Nós não podemos ter setores que tenham medo da fiscalização! Infelizmente, ainda existem dentro dos órgãos pessoas que distorcem a legislação e o papel das instituições e as usam de má fé, abusam da autoridade para ameaçar e até extorquir”, comentou. “Não se pode punir um pai de família por um mero desvio de atenção. Chegou o tempo de o Brasil abandonar essa visão arcaica para trás e valorizar quem produz!” Embora o tema da audiência pública estivesse restrito ao meio supermercadista, o coordenador da Câmara Brasileira de Gênero Alimentícios da Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviço e Turismo (CNC), Álvaro Luiz Furtado, relatou que problemas com a fiscalização fazem parte do cotidiano de outros setores da economia, principalmente o varejo. “Acho que temos que trabalhar pela revisão do artigo 57 do Código de Defesa do Consumidor”, propôs Furtado. “Infelizmente, a realidade mostra que os Procons não agem com discernimento nem uniformidade no Brasil inteiro. Quando fixam as multas, os órgãos fiscalizadores tendem a ignorar o fato de que a penalidade deve ser graduada com a gravidade da infração, a vantagem auferida e a condição econômica do fornecedor.” Fonte: Assessoria de Comunicação
24/05/2019
Entrevista com Vicente Camiloti, Sócio-diretor Comercial da Forno de Minas
A Forno de Minas participou pela primeira vez da Super Rio Expofood e apresentou novidades para os segmentos de varejo e food service. “A nossa equipe comercial do Rio de Janeiro ficou muito feliz em receber todos os clientes na 31ª Super Rio Expofood. Estabelecemos aproximação com o setor e fizemos uma abordagem direta com as padarias. Nossos clientes vieram nos procurar naturalmente. A feira performou muito bem, toda a organização está de parabéns, foi além da minha expectativa”, afirma Vicente Camiloti, sócio-diretor comercial da Forno de Minas. “Nossos clientes mostraram a necessidade de participarmos da Super Rio Expofood, e chegamos aqui com a intenção de trazê-los para cá. E de fato houve essa possibilidade, não só para o gerente de compras, mas para o diretor, superintendente, até quem está na operação veio conhecer. Concentramos o principal do nosso portfólio no evento. Eles puderam degustar, fazer negócios e parcerias”, diz. A produção total da Forno de Minas em 2018 foi superior a 25 mil toneladas. Dessas, mais de 18 mil foram de pães de queijo. A companhia está investindo quase R$ 50 milhões em uma nova planta, uma câmara fria e na ampliação do armazém de insumos. “Consideramos o mercado do Rio com muito respeito, temos 62,5% de share. É um mercado muito receptivo às novidades. Então escolhemos lançar os cookies congelados aqui na Super Rio Expofood, por acreditar no mercado e na qualidade do shopper carioca em buscar produtos de qualidade e conveniência”, acrescenta. O executivo reforça que toda a produção é feita para atender ao mercado e que durante o trade show puderam ter feedbacks e apresentar a performance dos produtos no ano anterior. “É muito bacana a abertura que o empresário do Rio nos dá. A gente ouve muito o supermercadista”, ressalta Vicente. O sócio-diretor comercial destaca que o pão de queijo da Forno de Minas reproduz com fidelidade os pães de queijo feitos nas fazendas mineiras. “Nosso polvilho é artesanal, extraído da mandioca, nossos queijos são de produção própria, muito parecidos com o queijo de roça. Temos um departamento de pesquisa bastante robusto que inclui chefs, técnicos e nutricionistas. Mas sempre partimos de um produto caseiro, que a gente quer fazer para a família, para nossos filhos. A nossa premissa é qualidade acima de tudo. O waffle, por exemplo, nós trouxemos de fora, tivemos todo o cuidado de trazer o melhor para cá, enriquecido com as mesmas vitaminas e sais minerais que os americanos usam.” As novidades da edição foram os cookies congelados (únicos no segmento), nos sabores chocolate com gotas de chocolate e baunilha com gotas de chocolate, e o palito 3 queijos – com os queijos parmesão, minas e provolone. Forno de Minas em números: Fundação: 1990 29 anos de história 250 SKU’s, entre varejo e food service Exporta para 17 países 1.000 funcionários 3 fábricas em Minas Gerais (Contagem / Laticínios, em Conceição do Pará / Sérya, em Araxá, batatas) 14 filiais no Brasil e 1 subsidiária nos Estados Unidos Produção mensal de 2.200 toneladas FORNO DE MINAS: UMA HISTÓRIA DE SUCESSO Em julho de 1990, D. Dalva e seus filhos Hélida e Helder Mendonça, impulsionados pelo espírito empreendedor, abrem uma pequena loja de 40m² em um shopping na região Sul de Belo Horizonte, a Forno de Minas Alimentos S.A. A loja tinha apenas três funcionários e contava com uma masseira, um freezer, uma máquina de embalar e uma Fiorino, utilizada para comprar matérias-primas e entregar os produtos aos clientes. O investimento inicial foi algo em torno de R$ 100 mil. Em apenas um ano, o pão de queijo Forno de Minas passa a ser produzido em larga escala e a empresa se transfere para Contagem. Em 1992, Vicente Camiloti se junta à sociedade. A produção diária que, no início, era de aproximadamente 90 kg de pães de queijo salta para 1.200 kg. Quatro anos depois, em 1995, a empresa constrói sua sede própria, com 24 mil m², também em Contagem. Neste momento, vendiam o pão de queijo para grandes redes de supermercados. A Forno de Minas já fazia parte do dia a dia de muitos brasileiros e, para manter a excelência de seus produtos, foi adquirido um moderno laticínio em Conceição do Pará, a 120 km de Belo Horizonte. O objetivo era fabricar queijos na especificação ideal para as receitas, garantindo a padronização e a qualidade de todos os produtos. Venda e recompra da Forno de Minas Em 1999, a Forno de Minas foi vendida para a multinacional Pillsbury, unidade de alimentos da holding Diageo. Dez anos depois, a General Mills, que havia comprado a Pillsbury, fecha as portas da empresa e demite todos os funcionários. Movidos pela paixão, as famílias Couto Mendonça e Vicente Camiloti readquirem a marca em 2009, reativam a fábrica da Forno de Minas e convidam todos os ex-funcionários para retornar ao trabalho. De Minas para o mundo Atualmente, a empresa exporta acima de 1.200 toneladas de pão de queijo para mais de 15 países, como Estados Unidos, Canadá, Portugal, Inglaterra, Chile, Peru, Uruguai, Emirados Árabes, Japão, Guatemala, El Salvador, Panamá, Costa Rica, Colômbia e China. O setor internacional é um dos que mais crescem na indústria, com metas de incremento de mais de 100% na receita da empresa até 2020. O objetivo é transformar o pão de queijo em um produto global.
24/05/2019
Presidente da ASSERJ dá dicas para ser resiliente nos negócios
O presidente da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) e VP da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), Fábio Queiróz, atua há 18 anos no varejo supermercadista. Atualmente, seu nome é sinônimo de inovação à frente setor, sendo apontado como profissional revelação pelos executivos e líderes da área. Queiróz foi o mais jovem a assumir a presidência da ASSERJ, em 2015, então com 38 anos e, em 2019, renovou sua gestão à frente da Associação para os próximos três anos. O executivo possui importante atuação no setor por investir constantemente em conhecimento para aperfeiçoar o varejo. É responsável por formatar novos eventos para o setor no Rio de Janeiro, como o ASSERJ Conecta, voltado para tecnologia; além de fazer com que a Convenção ABRAS retornasse ao Rio de Janeiro, após 14 anos sendo realizada fora do Estado. Ele reformulou a Super Rio Expofood, uma das maiores feitas da América Latina do varejo alimentício que, em 2020, passa a se chamar ‘SRE Trade Show’. Para chegar a importante posição que ocupa - representar cerca de 300 supermercados no Estado do Rio de Janeiro - a resiliência foi, e ainda é, uma de suas características profissionais. Fábio Queiróz teve uma brilhante carreira estudantil, se formou aos 16 anos na escola, e entrou na faculdade de Direito com a mesma idade. Foi emancipado aos 20 anos por força do Diploma. Passou dois anos trabalhando com o pai no comércio antes de se tornar auditor fiscal no município de São Gonçalo - RJ. Iniciou a carreira na área jurídica do Supermercados Mundial, uma das maiores redes do Rio de Janeiro. Fábio Queiróz reuniu 4 dicas para ser resiliente nos negócios: 1 – Eliminar ideias ruins: Para o executivo, grandes ideias muitas vezes são mal executadas: planejar e fazer o diagnóstico é fundamental para eliminar as ‘ideias ruins’ que podem atrapalhar bons negócios; 2 – Ajeitar as coisas rápido: Errar tem que fazer parte da cultura de todas as empresas. O Vale do Silício tem o apelido de ‘Vale do Erro’. O importante é a velocidade de consertar o erro, e mais rápido que o concorrente; 3 – Aprendendo com os erros e acertos: Steve Jobs dizia para conectarmos os pontos. Para se adaptar rápido as mudanças é preciso lembrar-se de todas as etapas que já foram vividas, e que trouxeram aprendizado para a adaptação; 4 – Cuide das emoções: Investir em inteligência emocional nas empresas, a paciência faz toda a diferença.
23/05/2019
Dia do Café: Prezunic serve 1.500 litros de café de graça por dia aos clientes
O Dia Nacional do Café é celebrado 365 vezes por ano no Prezunic, e não apenas em 24 de Maio, data que homenageia uma das mais deliciosas paixões do brasileiro. O CaféUnic já virou ponto de encontro de clientes que param pra beber um cafezinho e colocar a conversa em dia com amigos e colaboradores na loja durante as compras. Um sucesso: todos os dias, a rede de supermercados carioca distribuiu gratuitamente cerca de 1,5 mil litros de café com e sem açúcar. A rede comercializa aproximadamente 90 toneladas do produto por mês. O café é a bebida mais famosa na mesa dos brasileiros e a segunda mais consumida, atrás somente da água. O Brasil é o segundo maior consumidor no mundo, com 21 milhões de sacas. Cada pessoa consome 839 xícaras de café por ano, e o investimento chega a R$ 113, segundo dados da Euromonitor Internacional. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), aproximadamente 9 em cada 10 brasileiros com mais de 15 anos consomem café, seja puro, com leite, espresso, carioca ou americano. A bebida, que já foi considerada de pessoas "velhas", atualmente é uma necessidade para a população de todas as idades. O perfil dos apaixonados pelo produto passou por transformações, e agora se destaca na faixa etária entre 16 e 25 anos. O tradicional café em pó ainda é o responsável por 81% do produto consumido no país. Já o grão torrado vem em seguida, com 18%. As cápsulas representam somente 1% das vendas anuais. O Prezunic tem uma ampla variedade de cafés. São aproximadamente 30 marcas disponíveis entre café moído, torrado, cápsulas, solúvel e cappuccino. Benefícios da cafeína Há quem diga que não dá para viver sem esse produto. A cafeína existente na sua composição colabora com o funcionamento cognitivo geral, estimula o metabolismo e melhora o humor ao liberar a dopamina, considerada a "substância do prazer". Estudos afirmam que o café pode ajudar a reduzir as chances de desenvolver várias doenças associadas à demência, como mal de Alzheimer, diabetes tipo II, mal de Parkinson, vários tipos de câncer, cirrose e ainda colabora com a limpeza do organismo, por ser diurético. A nutricionista do Prezunic, Leusimar Nunes, explica que "as substâncias presentes no café protegem o organismo de algumas doenças. É estimulante, acelera o metabolismo e combate os radicais livres, por ter propriedades antioxidantes". E dá um alerta sobre a quantidade: "Como tudo na vida, a diferença entre o antídoto e o veneno está na dose. Por isso, consuma com moderação, de 4 a 5 xícaras por dia, no máximo". Fonte: Assessoria de imprensa Prezunic
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