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Carrefour vai fechar 16 lojas em Belo Horizonte e devolver imóveis alugados ao grupo DMA
O Grupo Carrefour anunciou que vai fechar 16 lojas em Belo Horizonte e devolver os imóveis alugados ao grupo DMA, concorrente local que é dono das marcas Epa, Mineirão e Brasil Atacarejo. A operação foi aprovada pela Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no último dia 10 e deve ocorrer em 15 dias, se não houver discordância entre os conselheiros e algum deles levar o caso ao tribunal. Como a operação é de baixa complexidade, não é preciso julgamento, apenas o parecer da Superintendência Geral do Cade. Os valores envolvidos no processo estão em sigilo. Com a venda, o grupo francês deixa de ter lojas físicas na capital mineira. Das 16 unidades a serem fechadas pelo Carrefour no Estado, 15 estão na capital, sendo três no Centro, duas no Sion e duas no Funcionários, e uma em cada um dos seguintes bairros: Cidade Jardim, Coração Eucarístico, Floresta, Gutierrez, Nova Suíça, São Luiz, Carlos Prates e Santo Agostinho. O último imóvel a ser devolvido para a DMA está localizado no bairro Bela Vista, na cidade de Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Uma longa discussão judicial envolvendo o contrato de locação será encerrada com a devolução das unidades. No parecer, a Superintendência Geral do Cade diz que o intuito das partes é “encerrar o litígio entre si, estabelecendo uma adequação dos interesses comerciais”. A operação, segundo o Cade, não acarreta prejuízos concorrenciais e o DMA ficará com uma participação no mercado entre 20% e 50%. Vale destacar que todas as lojas, apesar de pertencerem à companhia francesa, operam com a marca do Supernosso. Isso porque, em 2019, foi firmado um acordo entre os grupos para conversão das lojas do Carrefour “Bairro” para a bandeira da rede mineira.
17/10/2023
Conecta Varejo: Estratégias de compartilhamento de dados impulsionando a indústria e o varejo
O último painel do Conecta Varejo, no primeiro dia do evento, foi sobre Estratégias de compartilhamento de dados impulsionando a indústria e o varejo. Participaram do debate Adriana Muratone, Sócia Consultora da Actavox, Andrea Rolim, da presidência da Kimberly-Clark Brasil, e Vanessa Sandrini, Diretora de Varejo da JHSF & Fasano. Na abertura do painel, Adriana Muratone, Sócia Consultora da Actavox, falou sobre a evolução da indústria e as peculiaridades de cada fase ao longo dos anos. “Na indústria 3.0 tivemos a chegada dos computadores, na indústria 4.0 a novidade foi o sistema de comunicação integrado onde muitas vezes nem se via o ser humano na fábrica, ele saía da linha de produção. Já a indústria 5.0 é quando a gente está na mais alta colaboração entre o ser humano e a indústria com uso de altas tecnologias, Inteligência Artificial, o ser humano interage com a máquina e robôs colaborativos. É quando acontece a hiper personalização, uma demanda do nosso shopper. Obviamente não é todo parque industrial que está neste nível, temos industrias ainda percorrendo fases diferentes de acordo com o desenvolvimento e realidade de cada uma”, pontuou. Adriana explicou também a importância da gente entender o cenário que estamos vivendo nos dois mundos que é a cadeia de consumo como um todo. “Se a gente pensar no contexto, hoje, não existe barreira de entrada, o nosso concorrente entra de qualquer lugar. O segundo ponto que a gente também precisa observar é que existe uma oferta gigantesca de informações e dados, só que muitas vezes a gente esquece que o uso da informação é emergente, só tem valor até o momento que a gente utiliza. A velocidade da obsolescência da informação é gigantesca”, detalhou Muratone. Sobre a complementariedade entre varejo e indústria, Adriana ressaltou que é uma simbiose fundamental no ciclo do consumo. “A gente precisa entender que o que um lado tem, o outro lado pode não ter na íntegra, por isso a complementariedade tem vários benefícios. Outra questão importante é o patamar de mudança de operação, se eu tiro o melhor do meu negócio e do negócio do meu fornecedor, eu consigo operar em um outro nível de eficiência, saio do básico na minha rotina operacional e consigo entregar mais valor”. Em relação à evolução do varejo e o futuro, Andrea Rolim, da presidência da Kimberly-Clark Brasil, mencionou a relevância do consumidor e frisou que o poder dele está cada vez maior e vai continuar aumentando. “As marcas que não tiverem propósito e que não fizerem um trabalho bem feito vão deixar de ter relevância. O consumidor quer encontrar na loja física o que ele viu online, ele quer experiência e só volta a comprar produtos da marcar se a experiência for boa. O consumidor vai ter o poder de decisão e a experiência é o que importa”. Andrea Rolim falou também sobre a troca de dados entre varejo e indústria. ”Dependendo do varejo que você está olhando existem níveis de maturidade muito diferentes. Tem varejos com trocas de dados muito eficientes com a indústria e outra parcela do varejo, como lojas menores e cadeias menos estruturadas, onde isso é muito difícil tanto por deficiência de sistema como também pela cultura. Neste mundo que a gente está só vai evoluir, prover produtos melhores e experiências diferenciadas se houver colaboração na relação como um todo”, concluiu Andrea. Sobre o projeto Empório Fasano, Vanessa Sandrini, Diretora de Varejo da JHSF & Fasano, conversou sobre o ecossistema de luxo da holding JHSF que é dedicada ao cliente de alta renda. “O Fasano está em uma categoria de muita relevância por ser uma marca de luxo de 120 anos e tem a preocupação de construir uma recorrência junto ao consumidor. Somos obsessivos pela excelência no atendimento e a jornada do nosso consumidor. Esperamos que o consumidor tenha conosco uma experiência sempre incrível e a partir disso gerarmos recorrência nos produtos que o ecossistema oferece”. destacou. A diretora falou também como acontece a coleta de dados dos clientes e disse que a principal receita da holding é a venda do residencial nos condomínios. “A partir do setor imobiliário a gente coleta os dados desse cliente, seja do desejo de ter esse residencial conosco ou de qualquer produto que esteja ligado a esse ecossistema de luxo. Quando a gente lida com um cliente a partir de um bem, a gente começa uma relação de longo prazo. Então, a partir daí, a indústria começa a ter a intenção de desenvolver produtos que permeiem essa relação pela recorrência do consumidor. O nosso lado é compartilhar com a indústria como de forma genuína a gente entrega juntos essa excelência o tempo inteiro”, explicou Vanessa.
17/10/2023
Indústria em cena
Preço da cesta básica no Rio cai pelo quinto mês consecutivo
De acordo com a mais recente pesquisa divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), o preço da cesta básica na capital fluminense diminuiu pelo quinto mês consecutivo. Setembro registrou diminuição de 0,4%, quando comparado ao mês anterior. Um alívio para o bolso da parcela mais carente da população carioca, que gasta a maior parte da sua renda com o consumo de alimentos. Segundo William Figueiredo, economista da Future Tank e consultor da Associação de Supermercados do Rio de Janeiro (ASSERJ), esta foi a segunda maior sequência de deflação mensal do custo da cesta básica no Rio de Janeiro na era do Real, iniciada em julho de 1994. “Esta sequência de deflação é menor apenas que os seis meses de queda de preços observada entre maio e outubro de 1998”, comentou Wiliam. Alguns dos produtos que provocaram a queda no preço da cesta básica na capital fluminense em setembro foram: batata, carne bovina de primeira, leite integral e manteiga, feijão preto e café em pó. Por outro lado, o arroz agulhinha aumentou de preço devido a menor oferta, maior nível de preços internacionais e maior demanda interna. “É importante destacar que nos últimos nove meses, o Rio de Janeiro acumulou queda de 4,4%, maior que a média nacional, que apresentou queda acumulada de 4,0%, fato muito relevante para a população carioca”, afirmou o Presidente da ASSERJ, Fábio Queiroz. Vale recordar que, no mesmo período do ano passado, a cesta básica carioca observou forte aumento de preços, de 7,2% Assim como no Rio, o valor da cesta básica diminuiu em 14 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese em setembro. A maior queda foi registrada em Brasília, - 4,0%, e a maior alta em Vitória, +3,2%. Florianópolis passou a ter a cesta básica mais cara do país, R$ 747,64, seguida por Porto Alegre, R$ 741,71, e São Paulo, R$ 734,77. A cesta básica carioca ficou em R$ 719,92 e continuou a ser a quarta mais cara do Brasil.
11/10/2023
Anvisa altera o texto em relação às novas regras de rotulagem nutricional
Os comerciantes devem ficar atentos às mudanças de determinações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para cumprimento das novas regras de rotulagem nutricional dos alimentos. Na segunda-feira, 09, 12 meses após entrar em vigor a RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA (RDC) 429, que dispõe sobre a rotulagem nutricional dos alimentos embalados, a ANVISA publicou a RDC 819, alterando o texto anterior, que estabelecia o prazo de 12 meses para adequação dos produtos que já se encontravam no mercado na data de entrada em vigor desta Resolução, para o novo texto, que determina que os estoques de embalagens e rótulos adquiridos até o dia 08 de outubro de 2023, devem ser esgotados até o dia 09 de outubro de 2024. Entretanto, produtos fabricados até o final do prazo de adequação poderão ser comercializados até o fim do seu prazo de validade. A RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 429, DE 8 DE OUTUBRO DE 2020, dispõe sobre a rotulagem nutricional dos alimentos embalados e a INSTRUÇÃO NORMATIVA - IN N° 75, DE 8 DE OUTUBRO DE 2020, estabelece os requisitos técnicos para declaração da rotulagem nutricional nos alimentos embalados. Ambas entraram em vigor 24 meses após a data da publicação. "O objetivo é tornar os rótulos dos alimentos mais acessíveis e com informações mais claras para que os consumidores possam fazer compras mais conscientes", esclarece a Confiance Segurança Sanitária, consultora oficial da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) em Alimento Seguro, De acordo com a Anvisa, um símbolo em forma de lupa deverá estar visível na frente das embalagens para identificar o alto teor de três nutrientes críticos (gordura saturada, sódio ou açúcar adicionado) prejudiciais à saúde. Também houve mudanças na tabela de informação nutricional e nas alegações nutricionais. A mesma passa a ter apenas letras pretas e fundo branco para afastar a possibilidade de uso de cores que atrapalhem a leitura das informações. Será obrigatória também a identificação de açúcares totais e adicionais, a declaração do valor energético e nutricional por 100g ou 100ml para auxiliar na comparação de produtos. Mas atenção, a tabela nutricional é opcional para os seguintes produtos: I - Alimentos em embalagens com área de painel principal inferior a 35cm2 II - Alimentos embalados nos pontos de venda a pedido do consumidor; e III - Alimentos embalados que sejam preparados ou fracionados e comercializados no próprio estabelecimento. Na primeira etapa, os novos produtos lançados até 09 de outubro de 2022 tiveram que estar com seus rótulos adequados às novas regras; na segunda etapa, este ano, até 09 de outubro de 2023, estoques de embalagens e rótulos adquiridos até 08 de outubro do mesmo ano, devem ser esgotados até 09 de outubro de 2024. A partir de então, alimentos fabricados por agricultor familiar ou empreendedor familiar rural, empreendimento econômico solidário, microempreendedor individual, agroindústria de pequeno porte, agroindústria artesanal e alimentos produzidos de forma artesanal; deverão estar com seus rótulos adequados às novas regras. Na quarta e última etapa, 09 de outubro de 2025, será o prazo limite para bebidas não alcoólicas em embalagens retornáveis, observando o processo gradual de substituição dos rótulos. Com o objetivo de sanar dúvidas quanto às novas regras sobre a rotulagem nutricional dos alimentos embalados, o Corpo Técnico da ASSERJ providenciou a atualização da Cartilha sobre a Nova Rotulagem Nutricional, considerando a nova determinação. Clique aqui para acessar a cartilha atualizada.
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