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Associados em foco
Zona Sul aposta em literatura para ampliar a experiência do consumidor
A rede de supermercados Zona Sul inaugurou um projeto piloto que leva a literatura para dentro do varejo supermercadista. Em parceria com a Joana Flor Livraria, a unidade Santa Mônica, na Barra da Tijuca, passa a contar com um corner cultural dedicado a livros e atividades voltadas à promoção da leitura e da convivência. Com duração inicial de três meses, a iniciativa reúne uma curadoria especial de títulos selecionados pela Joana Flor Livraria e prevê a realização de encontros com autores, lançamentos e ações culturais ao longo do período. A proposta é ampliar a experiência do cliente, transformando a loja em um espaço que vai além das compras do dia a dia e incorpora cultura, conhecimento e interação social. Para o Zona Sul, o projeto reforça o posicionamento da rede como um ambiente de convivência e troca, valorizando iniciativas que conectam consumo e cultura. Já para a Joana Flor Livraria, a parceria representa uma estratégia de aproximação com novos públicos, levando os livros para contextos menos tradicionais e mais presentes na rotina dos consumidores. ”O Zona Sul amplia sua relação com o cliente e se diferencia, ao transformar a loja em uma experiência que vai além da compra, unindo cultura e leitura”, afirma Jayme Castro, gestor do Zona Sul Santa Mônica. De acordo com Ana Gabriela, livreira e sócia da Joana Flor, levar a Joana Flor para o Zona Sul é a realização de um projeto de longo prazo. “O ambiente do Zona Sul do Santa Mônica Jardins proporciona uma experiência única, com variedade Gourmet atendendo um público diversificado, entendendo a rotina do carioca e também receber os turistas. A ideia é otimizar o tempo e ao mesmo tempo oferecer qualidade para quem frequenta o Zona Sul a ser o seu point de encontro.” O corner cultural já está em funcionamento, e a programação de eventos será divulgada gradualmente pelos canais oficiais das duas marcas. A unidade está localizada na Avenida das Américas, 8.888, na Barra da Tijuca. A estreia da agenda cultural contará com a presença da autora Patrícia Bahiense, em um encontro voltado para crianças e famílias. A programação acontece neste sábado, dia 24 de janeiro, a partir das 10h, com interação da escritora com o público. Às 11h, está prevista a contação de histórias com fantoche do livro Jacks Jacaré e o Destino do Rio Paraíso. Em seguida, às 11h30, a autora participa de um bate-papo com os leitores e, logo depois, realiza uma sessão de autógrafos.
23/01/2026
Indústria em cena
Produtos na mira da Anvisa. Vem saber qual teve a venda proibida e qual teve a determinação de recolhimento!
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adotou medidas recentes que reforçam a importância da segurança alimentar e do cumprimento das normas sanitárias no Brasil. Entre as determinações, estão o recolhimento de um lote específico do Chocolate Branco Laka e a proibição da comercialização de todos os lotes do azeite da marca Terra das Oliveiras, ambos por irregularidades que representam riscos ao consumidor. Chocolate Laka No caso do chocolate, a Anvisa determinou o recolhimento do lote CC28525493 do Chocolate Branco Laka, além da suspensão de sua comercialização, distribuição, divulgação e consumo. A medida é válida exclusivamente para o lote citado e ocorreu após a própria Mondelez Brasil Ltda. comunicar um recolhimento voluntário, ao identificar que o produto Laka Oreo foi embalado indevidamente com o rótulo do Chocolate Branco Laka. A falha técnica fez com que os ingredientes informados na embalagem não correspondessem ao produto real e resultou ainda na ausência da declaração obrigatória da presença de glúten, exigida por lei. A omissão da informação pode representar risco à saúde de pessoas com doença celíaca ou sensibilidade ao glúten, que dependem da rotulagem correta para um consumo seguro. Azeite da marca Terra das Oliveiras Já no caso do azeite, o governo federal determinou a apreensão e proibição da venda de todos os lotes do produto da marca Terra das Oliveiras. A decisão, publicada no Diário Oficial da União, impede a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso do produto. Segundo a Anvisa, o azeite tem origem desconhecida, e sua comercialização foi identificada por meio de uma plataforma de e-commerce. Para o consultor técnico de Segurança Alimentar da ASSERJ, Flávio Graça, as duas ocorrências evidenciam a necessidade de rigor nos processos e atenção redobrada à rotulagem e à origem dos produtos: “No caso do chocolate, a decisão da Anvisa foi tomada após um comunicado de recolhimento voluntário feito pela própria empresa, o que demonstra responsabilidade com o consumidor. Ainda assim, a ausência de informação clara sobre a presença de glúten não é um detalhe menor e pode representar um risco real à saúde de pessoas com doença celíaca ou sensibilidade alimentar.” Segundo Graça, o azeite é um dos alimentos mais falsificados do mundo e lidera as fraudes no Brasil, geralmente por meio de mistura com óleos vegetais mais baratos, rotulagem incorreta ou venda de produtos de qualidade inferior como se fossem extravirgem. Ele alerta ainda para o risco da aquisição de produtos por canais alternativos aos fornecedores habituais, especialmente em plataformas digitais. “Preços muito abaixo do mercado devem sempre levantar suspeitas. Além disso, o revendedor responde de forma solidária junto com o fornecedor. Pontos como a ausência de CNPJ no Brasil, falta de licenciamento sanitário, descumprimento das normas de rotulagem e incerteza sobre a origem ou composição do produto precisam ser verificados com atenção”, destaca. Os casos reforçam a importância do cumprimento da Lei nº 10.674/2003, que obriga a declaração da presença de glúten nos alimentos, e da RDC nº 727/2022, que dispõe sobre a rotulagem de alimentos embalados, além do papel da fiscalização e da responsabilidade compartilhada entre fabricantes, distribuidores e varejistas para garantir o direito do consumidor à informação adequada e à segurança alimentar.
22/01/2026
Economia
Cesta básica cai 6,07% no Rio; veja análise
O Rio de Janeiro encerrou o segundo semestre de 2025 com queda de 6,07% no custo da cesta básica de alimentos, passando de R$ 823,59 em julho para R$ 792,06 em dezembro — uma redução nominal de R$ 31,53 no período. Os dados fazem parte do balanço das 27 capitais divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), posicionando o Rio como a segunda capital do Sudeste com maior retração de preços. Para o varejo supermercadista, o movimento sinaliza um ambiente mais favorável para recomposição de margens, ajustes de preços ao consumidor e estratégias comerciais focadas em volume, competitividade e fidelização. A desaceleração dos preços em itens essenciais também contribui para estimular o fluxo nas lojas e ampliar o espaço para ações promocionais mais sustentáveis. O levantamento integra a Análise Mensal da Pesquisa Nacional de Preço da Cesta Básica de Alimentos, realizada pela Conab em parceria com o Dieese, que desde agosto do ano passado passou a monitorar os preços em todas as 27 capitais brasileiras, ampliando a previsibilidade e a leitura de tendências para o setor. No Rio de Janeiro, a queda foi impulsionada principalmente pela forte redução nos preços de produtos-chave da cesta. O tomate liderou o movimento, com recuo de 47,19%, seguido pela banana (-19,92%) e pela batata (-19,78%). Também registraram queda relevante o óleo (-12,60%) e o feijão (-12,05%). Para os supermercados, a retração nesses itens de alta rotatividade impacta diretamente o custo de aquisição, permitindo maior flexibilidade na formação de preços, no planejamento de sortimento e na construção de ofertas com maior percepção de valor pelo consumidor. Segundo o presidente da Conab, Edegar Pretto, a redução generalizada dos preços reflete os efeitos da política agrícola adotada pelo Governo do Brasil, com foco no aumento da produção voltada ao mercado interno. “Essa queda generalizada é fruto dos investimentos que o Governo do Brasil vem fazendo no setor agropecuário brasileiro, aumentando a produção de alimentos para o consumo interno nacional”, afirmou. Do ponto de vista do varejo supermercadista, o cenário reforça a importância de cadeias de abastecimento mais previsíveis, negociação estratégica com fornecedores e planejamento comercial alinhado à dinâmica do campo ao ponto de venda.
22/01/2026
Atualidades
“Prevenção de perdas é parte essencial da estratégia do varejo supermercadista”. Saiba o que foi discutido na 1ª Reunião do Conselho da Abrappe
A Reunião do Conselho de Prevenção de Perdas, realizada nesta quinta-feira, 22 de janeiro, reuniu profissionais do varejo supermercadista para debater os desafios e a evolução da área em um cenário marcado por margens cada vez mais pressionadas, elevada complexidade operacional e crescente demanda por decisões estratégicas, especialmente no contexto do Rio de Janeiro. A abertura do encontro foi conduzida por William Lodrão, diretor da Abrappe e gestor de Prevenção de Perdas e Riscos do Supermercado Princesa, que reforçou o caráter estratégico do tema para a sustentabilidade dos negócios. “A prevenção de perdas não pode ser tratada apenas como custo ou como uma função de segurança. Ela é parte essencial da estratégia do varejo supermercadista, com impacto direto nos resultados, nas pessoas e na experiência do cliente”, destacou. Na sequência, Almir Alves, responsável regional de Prevenção de Perdas do Magazine Luiza, apresentou o case Magalu, compartilhando práticas e aprendizados da companhia. Em seguida, o Debate Temático “Prevenção de Perdas no Varejo: da Reação à Estratégia” foi conduzido por Leonardo Borges, especialista em Prevenção de Perdas do GPA, provocando uma reflexão sobre o estágio atual das operações no Brasil. “Estamos, de fato, prevenindo perdas ou apenas reagindo a elas?”, questionou ao abrir o painel. Segundo Borges, o varejo supermercadista brasileiro convive com uma pressão constante por margens competitivas em um ambiente cada vez mais desafiador. No Rio de Janeiro, esse cenário se intensifica diante da complexidade operacional da região, exigindo abordagens mais específicas e estratégicas. “Encontrar o equilíbrio entre segurança efetiva e uma experiência de compra positiva é um dos grandes dilemas do gestor moderno. Investir demais em segurança pode afastar o consumidor; investir de menos pode comprometer seriamente os resultados”, pontuou. Durante o debate, Borges destacou desafios particulares do varejo carioca, como as diferenças operacionais entre lojas de rua e unidades localizadas em shopping centers, que demandam estratégias distintas de prevenção. Também foram citados fatores como a alta reincidência de furtos oportunistas, a forte presença de informalidade no entorno das lojas, a elevada rotatividade de equipes — que dificulta a padronização — e a ausência de processos uniformes entre diferentes pontos de venda. Perdas vão além do furto Outro ponto central do encontro foi a ampliação do entendimento sobre o conceito de perdas no varejo supermercadista. Além do furto externo e interno, o debate abordou as perdas operacionais, como avarias, produtos vencidos e obsolescência de estoque, além de falhas de processo, como erros de inventário e precificação inadequada. “Cada tipo de perda exige uma estratégia específica. Quando analisamos todas de forma integrada, conseguimos atuar com mais eficiência e gerar resultados mensuráveis”, ressaltou Borges. Prevenção de perdas como estratégia de negócio Leonardo Borges reforçou ainda o impacto direto da prevenção de perdas na rentabilidade das empresas. “Cada real perdido representa vários reais adicionais em vendas necessárias para compensar esse prejuízo. Isso pressiona margens, influencia preços e compromete a competitividade”, explicou. Além do impacto financeiro, o debate também abordou os riscos físicos e psicológicos para os colaboradores, a deterioração do clima organizacional e as ameaças à sustentabilidade das operações quando as perdas se tornam recorrentes. Da reação à estratégia O encontro evidenciou a necessidade de evoluir de uma postura reativa, baseada apenas em vigilância e resposta a incidentes, para uma atuação estratégica, sustentada pela integração entre áreas, uso inteligente de dados e fortalecimento da cultura organizacional. “Não se trata apenas de tecnologia ou de reagir a ocorrências, mas de repensar como a organização enxerga e enfrenta as perdas no dia a dia”, afirmou Borges. Os quatro pilares da prevenção moderna A prevenção de perdas eficaz foi apresentada como uma estrutura apoiada em quatro pilares: Pessoas, Processos, Tecnologia e Cultura. O equilíbrio entre esses elementos foi apontado como essencial para gerar resultados consistentes e sustentáveis no varejo supermercadista. O que implementar agora Entre as ações práticas apontadas por Leonardo Borges estão: "o treinamento contínuo das equipes, a formalização de procedimentos, a adoção de inventários cíclicos, o uso de indicadores em tempo real, além de uma comunicação transparente sobre perdas e uma condução ética nas investigações." O encontro reforçou que a prevenção de perdas deixou de ser apenas uma função operacional e passou a ocupar um papel estratégico no varejo supermercadista, fundamental para garantir competitividade, sustentabilidade e uma experiência de compra mais segura e positiva para o consumidor.
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