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Após 55 anos, Rob Walton deixa Walmart
Executivo presidiu o board de 1992 a 2015 e levou a empresa a ter um aumento de US$ 441,9 bilhões na receita Em junho, Rob Walton, o filho mais velho do fundador do Walmart , Sam Walton, se aposentará e deixará seu posto no Conselho de Administração do grupo. O executivo ocupava o cargo desde 1978 e foi responsável por grandes momentos da história da empresa. De acordo com a SA+, Rob entrou no Walmart em 1969. Em sua trajetória na empresa, o mandatário passou por diversos cargos, dentre eles vice-presidente sênior e vice-presidente executivo. Ele também presidiu o board entre 1992, quando seu pai faleceu, e 2015, quando foi substituído por Greg Penner, seu genro. Durante esse intervalo a receita do Walmart registrou um salto de US$ 43,8 bilhões para US$ 485,7 bilhões. Rob também esteve presente em momentos de cruciais da empresa, como a evolução de um varejista tradicional para um player multicanal que trouxe aquisições parcerias, adesão aos serviços de delivery com o Walmart+ e o Express Delivery, e o investimento na Flipkart, plataforma de e-commerce. Com sua saída, o único integrante que carrega o nome da família e seguirá com um assento no Conselho será Steuart Walton, sobrinho de Rob. Segundo comunicado pela empresa, Brian Niccol, CEO do Chipotle Mexican Grill, será indicado ao posto e o colegiado passará a ter metade dos seus 10 assentos ocupados por membros independentes.
13/05/2024
Bombril muda estratégia para recuperar espaço perdido
Depois de perseguir rentabilidade, a empresa quer ser mais agressiva em preços para turbinar sua participação de mercado A estratégia de perseguir rentabilidade foi boa enquanto durou. Sendo menos agressiva em preços, a Bombril perdeu mercado e corre atrás para recuperar o espaço perdido. O CEO Wagner Brilhante, que já havia ocupado o cargo durante a reestruturação da empresa, voltou à cadeira em fevereiro com o desafio de turbinar o market share de alguns dos seus principais produtos. Para implementar o plano, a Bombril mudou o time comercial, adaptou as fábricas para entregar maior volume e começou a experimentar novos modelos. A reformulação parece estar dando certo. À coluna Capital, do Globo, Wagner Brilhante afirmou: “Em São Paulo, fizemos um piloto com promotores motorizados, que percorrem as lojas de motos e conseguem abranger regiões maiores. Na própria lã de aço, a gente percebe um crescimento da ordem de 1,5 ponto de market share. Em detergentes, nosso segundo maior volume, também tem havido crescimento. O foco agora é, depois inverter a curva, manter os produtos no novo patamar.” Resultados No primeiro trimestre, a receita operacional da Bombril foi de R$ 533,7 milhões, crescimento de apenas 1,5% em um ano. O lucro líquido caiu 20%, para R$ 15 milhões. “Janeiro foi um mês bem difícil para todo mundo no varejo. Isso pesou no trimestre. Mas, em fevereiro e março, a reação já foi muito boa”, explicou Brilhante.
13/05/2024
Economia
Varejo registra queda de 0,5% em abril, aponta Índice Stone
Rio de Janeiro fica de fora do saldo positivo acumulado entre os estados brasileiros O Índice de Atividade Econômica Stone Varejo apontou uma queda de 0,5% do volume de vendas, no comparativo com o mês anterior. O relatório foi elaborado pela gigante dos pagamentos digitais Stone em parceria com o Instituto Propague. Segundo apontou o índice, nove estados analisados conseguiram conter a queda nas vendas e revertê-las em saldo positivo: Amazonas (7,1%), Sergipe (3,9%), Piauí (3,3%), Tocantins (1,8%), Maranhão (1,2%), Mato Grosso (0,9%), Sergipe (0,9%), Ceará (0,7%), Paraíba (0,3%) e Rondônia (0,1%). O Distrito Federal teve um desempenho de 5,1%. Os estados que obtiveram resultados ruins foram: Amapá (-13,5%), Rio Grande do Sul (-9,5%), Alagoas (-8,8%), Santa Catarina (-5,1%), São Paulo (-4,3%), Paraná (-4,3%), Mato Grosso do Sul (-4,2%), Rio de Janeiro (-1,8%), Acre (-1,6%), Goiás (-1,2%), Bahia (-0,8%), Espírito Santo (-0,7%), Pará (-0,6%), Minas Gerais (-0,6%) e Pernambuco (-0,1%). “Os resultados deste mês demonstram estabilidade no setor varejista brasileiro. Importante observar que, no comparativo mensal, todas as variações foram inferiores a 1% ao longo dos últimos quatro meses, com altas em fevereiro e março no índice restrito. Portanto, os dados de abril indicam um início de ano estável e com boas perspectivas para o restante do ano”, afirmou o pesquisador econômico e cientista de dados, responsável pelo levantamento, Matheus Calvelli. A metodologia do levantamento é a mesma usada pelo time de Consumer Finance do Federal Reserve Board (FED - O Banco Central dos Estados Unidos). São consideradas as operações via cartões, voucher e Pix dentro do grupo StoneCo. O objetivo é mapear mensalmente os dados de pequenos, médios e grandes varejistas e divulgar um retrato do setor nacional. Varejo supermercadista apresentou queda O relatório mostrou que quatro segmentos analisados tiveram uma alta mensal significativa, liderado pelo setor de materiais de construção com 8,2% de crescimento, seguido por artigos farmacêuticos (4,7%), móveis e eletrodomésticos (2,4%) e livros e jornais, revistas e papelaria (1,7%). Apenas dois setores acabaram por ter 'prejuízos' no relatório publicado, o de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-8,7%) e o de tecidos, vestuário e calçados (-1,7%). Segmentos analisados O Índice de Atividade Econômica Stone Varejo avaliou os seis segmentos: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, perfumaria e cosméticos; Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; Livros, jornais, revistas e papelaria; Móveis e eletrodomésticos; Tecidos, vestuários e calçados; Material de Construção.
13/05/2024
Efeito RS: Anvisa autoriza temporariamente a venda de álcool 70% em todo país
A medida excepcional visa contribuir para o enfrentamento das enchentes no Rio Grande do Sul Por meio da resolução RDC-n* 865/2024, a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, em caráter emergencial e temporário, a venda de álcool 70%. O objetivo é mitigar os problemas de saúde decorrentes da proliferação de microorganismos devido às enchentes. É importante ressaltar que os produtos disponibilizados devem estar devidamente regularizados e ser comercializados em até 90 dias, conforme previsto no art. 5, de modo a zerar os estoques.
11/05/2024
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