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Panetones em alta! Indústria alimentícia prevê crescimento em volume de vendas para 2024
Setor aposta em inovação e diversificação para impulsionar a temporada de festas, com impacto de até 8% no faturamento A indústria alimentícia está otimista para a temporada de festas de fim de ano. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias, Pães e Bolos Industrializados (Abimapi), o setor espera um crescimento de 3% a 5% no volume de vendas e 5% a 8% no faturamento de panetones em 2024. Este ano, as fabricantes apostam em novos sabores, embalagens criativas e mais inovação em seus portfólios, que prometem agradar tanto os consumidores tradicionais quanto aqueles que buscam novas experiências. Já no ano passado (novembro de 2023 a janeiro de 2024), as vendas de panetone registraram crescimento de 31,5% em faturamento, alcançando 37,6 milhões de lares brasileiros. O formato tradicional de panetone continuou sendo o preferido entre os consumidores, representando 43% das vendas totais da categoria, com destaque para os sabores clássicos de frutas cristalizadas e gotas de chocolate. Além do impacto positivo nas vendas, a categoria tem atraído um público mais diversificado, incluindo a geração mais jovem. Esse movimento mostra à indústria que esses consumidores também valorizam tradição e qualidade em produtos alimentícios, especialmente durante o Natal, quando buscam opções tanto para o consumo quanto para presentear. Para atender à crescente demanda e aos diferentes perfis de consumidores, as indústrias de panetone começaram muito cedo a preparar os produtos e as novidades. Além dos tradicionais panetones de frutas cristalizadas e chocotones, novas opções, incluindo sabores salgados e versões sem glúten e lactose, formatos e embalagem, estão chegando às prateleiras dos principais mercados do Brasil. A Bauducco planeja aumentar o investimento em marketing para o Natal de 2024 em até 50%, com uma campanha 360°, inovação no portfólio e modernização da marca, visando atrair novas gerações. “As pessoas reconhecem que o Natal está se aproximando assim que veem o panetone chegando às gôndolas. É raro um produto ou marca se tornar um símbolo cultural, para além do ato de consumo. Embora estejamos em diversas categorias ao longo do ano, é no Natal que a nossa conexão, como lovebrand, atinge o ponto mais alto”, diz André Britto, CMO da Bauducco. Para a temporada, estão sendo produzidos cerca de 80 milhões de panetones nas seis unidades fabris. A empresa, fundada em 1952, possui sete centros de distribuição no Brasil, que atendem a mais de 200 mil pontos de vendas no país. Além disso, os produtos são exportados para mais de 50 países. No Road Show de Natal, realizado em julho pela empresa, foi feita uma apresentação em primeira mão das novidades para os conselheiros da ASSERJ, no ASSERJ Experience, oportunidade que a indústria tem de apresentar lançamentos e serviços aos principais supermercadistas do estado do Rio de Janeiro. Chocottone com caldas e Panettone de pistache agradaram ao paladar dos empresários, representantes das 30 maiores redes de supermercados do estado do Rio de Janeiro. A coordenadora regional de trade da Bauducco, Cássia Menezes, disse que a expectativa é a melhor possível. “No Natal de 2023, as vendas superaram nossas probabilidades, consolidando a marca como a líder no segmento natalino. Neste ano, esperamos vender ainda mais com os novos produtos”, afirma. Você, supermercadista, já preparou o seu estoque?
29/10/2024
Público vegano: pesquisa revela principais motivações. Vem ver!
Supermercados podem aproveitar crescimento dessa parcela de consumidores para aumentar o ticket médio das lojas Um estudo da CEUB (Centro Universitário de Brasília) apontou uma tendência muito forte entre os consumidores do século XXI e que vem crescendo a cada ano com o embate de gerações. Segundo o Ibope Inteligência, cerca de 30 milhões de brasileiros (14% da população) se declara vegana ou vegetariana, o que reforça a condição de uma tendência alimentar muito forte entre os mais jovens. O estudo aponta para as principais tendências que levam os consumidores a procurarem dietas menos ricas em proteína animal são fatores cognitivos, emocionais e que sustentam esse estilo de vida. “A coexistência de afetos positivos e negativos demonstra a complexidade da jornada vegana, que envolve tanto a busca por um estilo de vida ético quanto o enfrentamento das injustiças ambientais e sociais", argumenta o pesquisador Diego Moreira, condutor do levantamento, e que ressalta a busca por uma dieta saudável e a sensação de paz de espírito com a adoção do veganismo. No centro desse crescimento estão os supermercados, principais fornecedores do alimento para o público vegano/vegetariano que têm ampliado o mix de produtos derivados de proteína vegetal como leites de soja, queijos sem lactose e outros produtos. Segundo a Good Food Institute, 59% dos brasileiros já consomem alternativas vegetais aos produtos de origem animal. Walquyria Majeveski, consultora de varejo da ASSERJ, destaca a importância da boa sinalização para que os produtos veganos sejam encontrados pelos consumidores com a mesma facilidade que os convencionais, "uma boa sugestão para aproveitar o poder de compra desse público é separar os produtos veganos em segmentos nos supermercado. Uma gôndola específica, um corredor, uma ilha decorada. Algo prático mas que chame a atenção", afirmou. Toda a estratégia de venda é interessante, ressalta Walquyria, a preocupação em não associar o alimento com qualquer tipo de animal é importante para garantir que o desejo do cliente seja respeitado. "Evitar ao máximo associar leite a vaca, por exemplo, assim conseguimos garantir que a identificação visual não influencie na decisão de compra de forma negativa", completa. Expectativa de crescimento Hoje, o público vegano não se restringe somente às classes mais abastadas. Essa vertente tem um indicativo positivo, a mudança de gerações tem sido determinante para a transformação do hábito alimentar do consumidor, "eles reforçam a importância de conscientizar sobre o impacto ambiental das escolhas alimentares e incentivar discursos que evidenciem a interconexão entre seres humanos e a natureza", afirma Lígia Abreu Cruz, orientadora do projeto de iniciação cientifica da Sociedade Brasileira de Psicologia. Segundo a The Good Food Institute, houve, no último ano, um crescimento de 40% no mercado de produtos veganos, no Brasil. Apenas os queijos veganos possuem a expectativa de 10% de crescimento até 2027. Gigantes da indústria já separam parte de seu portfólio para esse público, como a JBS e a Danone. E você, supermercadista, o que vem fazendo no seu estabelecimento para atender a esse público?
29/10/2024
Supermercados registram crescimento no 3T24. Veja o resultado apurado pela TOTVS
Monitor do Varejo Alimentar da TOTVS traz um mapeamento do crescimento das vendas físicas do varejo alimentar no Brasil no 3º trimestre de 2024 As vendas físicas do varejo alimentar registraram um crescimento de 8% no terceiro semestre de 2024, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Os dados são do levantamento trimestral do Monitor do Varejo Alimentar da TOTVS. Foram analisadas mais de 209,3 milhões de cestas de compras realizadas em lojas físicas em 1.581 estabelecimentos supermercadistas da base de clientes da TOTVS espalhados pelo Brasil, que totalizaram um faturamento de R$23,5 bilhões. Os dados são referentes ao terceiro trimestre de 2024 e foram comparados com o mesmo período de 2023. Apesar do aumento das vendas no trimestre, a pesquisa mostrou que o mês de setembro foi responsável por uma desaceleração nos resultados do período. O mês isolado obteve um crescimento de apenas 2% em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto os meses de julho e agosto registraram, respectivamente, um aumento de 9% e 11% nas vendas. Outros destaques do período foram o aumento de 3% no volume total de compras (209,3 milhões de NFs), e o crescimento de 5% no gasto médio por compra (R$112,42). O consultor econômico da ASSERJ, William Figueiredo, não esconde a preocupação com os números e faz o alerta: “Os dados de setembro, com menor crescimento em comparação aos meses anteriores, ligam o alerta para a desaceleração do consumo, em momento de alta da taxa de juros, repique da inflação e desvio de recursos das famílias para apostas online”, Composição da cesta As cinco categorias de itens mais comprados pelos brasileiros no trimestre foram: frutas frescas (28,9%), padaria (26,9%), guloseimas (23,2%), bebidas gaseificadas (22,2%) e legumes e vegetais (21,5%). Na comparação com o terceiro trimestre de 2023, a categoria de "doces e confeitaria" sofreu a maior redução de participação na cesta dos compradores, com uma queda 25,1%. Já o maior crescimento foi registrado pela categoria "padaria", que obteve um aumento de 8,1%. Perfil do comprador De acordo com o Monitor de Varejo Alimentar da TOTVS, as mulheres continuam sendo as principais decisoras de compra. No trimestre, elas representaram 54,35% dos compradores dos supermercados de todas as regiões do Brasil. No comparativo por gerações*, a Geração X continua sendo a categoria que mais vai às compras (34%). Na sequência estão a Geração Y (32,2%), os Baby Boomers (20,3%), a Geração Z (8,3%) e a Geração Silenciosa (5,1%). O destaque fica para o aumento da quantidade de compras realizadas pelas gerações mais jovens: a Geração Z aumentou em 15,28% sua participação, enquanto a Geração Y aumentou em 3,19% sua participação. Na distribuição por classe social, a classe C segue liderando as compras (50,78%). Em segundo lugar, estão a classe D (24,46%), a classe B (24,27%) e a classe A (0,48%). No comparativo com o ano passado, destaque para a queda da participação das classes A, B e C, e para o aumento de 6,28% na participação das compras da classe D. *Geração Z: de 18 a 25 anos; Geração Y: de 26 a 40 anos; Geração X: de 41 a 55 anos; Baby Boomers: de 56 a 70 anos; Geração Silenciosa: maiores de 71 anos
28/10/2024
Bimbo põe selo em embalagens, após polêmica em pães de forma
Objetivo é deixar claro que suas marcas não utilizam álcool como conservante A presença de álcool em pães de forma gerou polêmica após uma pesquisa da Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), realizada em julho, revelar que algumas marcas populares continham níveis de álcool acima do permitido. Para afastar qualquer dúvida neste sentido, a Bimbo, maior fabricante de pães de forma em atuação no país começou a colocar no mercado, agora em outubro, embalagens com uma nova mensagem para os consumidores. A medida procura deixar claro que os pães da companhia não utilizam álcool como conservante – a empresa é dona de marcas como Pullman e Nutrella, e, assim que a aquisição estiver aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), também da Wickbold. André Ramello, vice-presidente de marketing, inovação, pesquisa e desenvolvimento da Bimbo Brasil, explica que era normal que em algum grau um produto fermentado, como os pães, tivesse algum teor alcoólico. Mas não nos níveis apresentados pelo estudo da Proteste, no caso de algumas marcas. Sem citar números específicos, ele revela que a divulgação da pesquisa da Proteste fez as vendas do mercado inteiro caírem naquele momento. O estudo apontou que de dez marcas de pão de forma analisadas apenas quatro tinham teores de etanol abaixo de 0,5% (limite para não serem classificadas como produto alcoólico) e algumas tinham até mais de 3% – “Isso é uma cerveja! É preocupante, de fato!”, pontua o executivo. Selo na embalagem “Não foi uma grande questão para a gente, porque já havíamos deixado de usar álcool havia quatro ou cinco anos. A Bimbo, inclusive, tem uma tecnologia proprietária desenvolvida na Espanha há anos. Nossa surpresa foi que outros ainda estivessem usando, porque isso já era meio passado na indústria”, diz Ramello. Na avaliação dele, marcas usarem álcool como conservante para ganhar alguma vantagem competitiva – sem que os consumidores soubessem – é algo que acaba respingando até em players que não o utilizam. “O consumidor ficou apreensivo, fomos direto para a rua, para ouvi-lo no ponto de venda”, conta o executivo. A partir daí a empresa entendeu a necessidade de algum tipo de comunicação voltada ao consumidor para que suas marcas não fossem penalizadas por algo que não faz. A Bimbo começou a colocar nos PDVs as primeiras embalagens com aviso de que a empresa não utiliza álcool para conservar produtos. “O que precisarmos fazer para o consumidor entender que não são todos os pães e, principalmente, que a gente não tem, vamos utilizar, para não sermos penalizados por algo que não fazemos”, enfatiza o vice-presidente. Segundo Ramello, o setor já tem se recuperado. Mas a empresa continuará medindo de perto os impactos. No portfólio da Bimbo, diz o executivo, marcas como Nutrella são mais associadas pelo consumidor a uma maior saudabilidade (a marca, diz ele, é a primeira clean label/rótulo limpo em pães de forma no País), assim como Wickbold.
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