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Visitamos a fábrica da AMBEV e contamos tudo aqui!
Durante o mês de novembro, a companhia convida o público a conhecer sua fábrica em celebração aos seus 25 anos Cada brasileiro tem uma Ambev para chamar de sua. De conversas despretensiosas a grandes celebrações, as marcas da companhia fazem parte da memória de muitas pessoas. Mais de 100 mil visitantes já passaram pelas unidades da cervejaria para conhecer o processo por trás dos rótulos icônicos. Agora, em comemoração aos 25 anos de história, a Ambev abre suas portas de forma ainda mais especial para compartilhar com o público os seus maiores ativos: cerveja, pessoas e celebração. Durante o mês de novembro, de terça a sábado, cinco cervejarias da companhia - Jaguariúna (SP), Agudos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Itapissuma (PE) e Ponta Grossa (PR) - tornam-se destinos imperdíveis para sair da rotina com uma experiência saborosa, afetiva e repleta de aprendizado. Dentre as principais marcas produzidas estão Brahma, Spaten, Original, Stella Artois, Colorado, entre outras. A ASSERJ foi a Campo Grande, na Zona Oeste, conhecer a fábrica Novo Rio, que ocupa uma área, pasmem, equivalente a dez estádios do Maracanã. São 3.100 funcionários que se dividem em três turnos, uma vez que a produção não para. Logo na chegada, os visitantes encontram máquinas no jardim, ao lado da horta cuja produção abastece o restaurante da fábrica com capacidade para 450 pessoas. O excedente da colheita é distribuído nas comunidades do entorno. Para atender aos colaboradores, a fábrica possui ambulância, posto médico com diversas especialidades: dermatologia, clínica geral, ortopedia, ginecologia, psicologia, odontologia, entre outras. Além disso, há cabeleireiro, barbearia, mercado, loja temática, espaço para descanso, mesas de totó, pingue-pongue e televisores. Tudo para a saúde e bem-estar das equipes. Gabriel Falero, do time de marketing da Ambev, responsável por conduzir o tour com os visitantes, explica que o painel de comando na entrada da fábrica é um dos mais antigos e emblemáticos: “Assim que os grãos chegam nos caminhões, eles passam por uma análise no laboratório garantindo que o lote esteja perfeito e assim seguem para o painel de comando para a moagem dos grãos, a primeira etapa da fabricação da cerveja”. Falero afirma, com orgulho, que a fábrica conta com 1.300 pontos de verificação de modo a garantir a integridade da bebida. Uma das curiosidades é o fato de a cerveja ter 92% de água na composição e cada rótulo tem um tipo diferente para garantir o sabor característico (pouco ou muito ferro e outros minerais). A Corona tem uma planta separada das outras marcas e é distribuída para todo o Brasil a partir da fábrica carioca. Vale a pena lembrar que, em junho, a empresa investiu R$ 61 milhões na fabricação de Corona. O investimento tornou possível a produção da garrafa de vidro transparente da cerveja, que, em vez de usar rótulos de papel, é pintada. Dessa forma, a fábrica do Rio de Janeiro é capaz de produzir, decorar e envasar 80% das long necks de Corona consumidas no Brasil. A capacidade da nova linha de decoração é de 36 mil garrafas/hora, tanto da versão long neck convencional quanto da garrafa de 600ml. Processo de fabricação A cerveja é feita a partir de quatro ingredientes principais: água, malte, lúpulo e levedura. O processo de produção envolve várias etapas, incluindo: Mistura das matérias-primas: O malte e outros cereais são misturados com água e dissolvidos para formar um líquido açucarado chamado mosto. Fervura: O mosto é aquecido para facilitar a dissolução do lúpulo e esterilizar. Resfriamento: O mosto é resfriado até a temperatura ideal para a adição da levedura. Fermentação: A levedura transforma o açúcar do mosto em álcool e gás carbônico. Filtração: O mosto é filtrado para remover partículas em suspensão, como células de fermento. Maturação: A cerveja passa por pequenas transformações para melhorar o sabor. Envasamento: A cerveja é envasada em garrafas, latas ou barris. Bacana, não? Se você tem mais de 18 anos e quer conhecer a fábrica, é possível fazer o agendamento pelo site: https://www.ambev.com.br/visitaambev Supermercadista, que que tal promover essa visita para os seus colaboradores?
25/11/2024
Associados em foco
Bramil investe no Mundo Pet e expande projeto por mais lojas
Rede passou a trabalhar a comunicação visual do setor O Brasil ocupa a terceira posição no ranking global de faturamento no segmento pet, com uma fatia de 4,95%, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, responsáveis por 43,7% do mercado, e da China, que detém 8,7%. Os dados são da Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação). No contexto atual, a indústria de produtos para animais de estimação projeta um crescimento de 10,6% em seu faturamento para este ano, alcançando a marca de R$ 46,42 bilhões. De olho nos dados, a Bramil teve como grande projeto de 2024 o gerenciamento do mundo pet. A rede passou a trabalhar a comunicação visual dentro do corredor onde ficam itens deste setor, fazendo a identificação com a marca do fornecedor. E vem mais por aí: “Já estamos avançando com esse projeto na segunda loja, em Itaipava (a primeira foi a de Três Rios) e já no início de 2025 implementaremos em mais duas”, disse a gerente de marketing do Bramil, Monaliza Belozi. Aumento dos pets nos lares De acordo com levantamento da QuintoAndar, realizado em setembro do ano passado, quase metade dos imóveis alugados no Rio de Janeiro tem animais de estimação. A pesquisa apontou que 41% das casas de aluguel estão coabitadas por pets. O aumento dos pets nos imóveis cresceu especialmente durante a pandemia. No início da crise sanitária, as adoções de animais chegaram a aumentar até 400%, segundo dados da União Internacional Protetora dos Animais. Apesar de o pico de imóveis alugados com pets ter ocorrido em 2022, o patamar se mantém elevado, indicando uma tendência nos lares. Esses números certamente ganham maior relevância em regiões como a serra, onde se encontram as lojas da Bramil. Vale lembrar! O Rio de Janeiro foi a primeira capital do Brasil a permitir a entrada e circulação de animais domésticos nos supermercados. A novidade partiu de uma iniciativa da ASSERJ, que emite o selo Super Pet para os estabelecimentos que desejarem aderir à prática. Para isso, eles deverão seguir as normas estabelecidas no Decreto 51.262 da Prefeitura do Rio.
22/11/2024
Economia
Carrefour x carne do Mercosul: “Se não serve no mercado francês, não serve em nenhum outro país”
Associações se manifestam contra fala de CEO sobre parar de comercializar carne do Mercosul Após o CEO do Carrefour afirmar que a empresa vai parar de comercializar carne do Mercosul, associações como a ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) manifestaram descontentamento com a medida. Na última quarta-feira (20), o CEO global da rede francesa, Alexandre Bompard, publicou em suas redes sociais um comunicado no qual diz que a gigante do varejo "assume hoje o compromisso de não comercializar nenhuma carne proveniente do Mercosul", bloco formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. O comunicado foi publicado nas contas do CEO no Instagram, X e Linkedin, sob a justificativa de ter ouvido o “desânimo e a raiva” dos agricultores franceses, que protestam contra a proposta de acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul. Os atos, organizados pela FNSEA e pelos Jovens Agricultores (JA), começaram na última segunda-feira, 18, com bloqueios de rodovias e fogo em objetos. Mas em comunicado, o Grupo Carrefour Brasil disse que a medida “em nada muda nas operações no país", indicando que os supermercados do grupo em território nacional irão continuar comprando carne de frigoríficos brasileiros. "Visão errônea" Em nota, a ABPA chama a declaração de infeliz e infundada. “A argumentação é claramente utilizada para fins protecionistas, ressonando uma visão errônea de produtores locais contra o necessário equilíbrio de oferta de produtos de seu próprio mercado – o que se faz por meio da complementariedade, com produtos de alta qualidade e que atendam a todos os critérios determinados pelas autoridades sanitárias dos países importadores, como é o caso da proteína brasileira”, informa o texto publicado. A associação afirma ainda que “o protecionismo é, também, uma atitude de desrespeito aos princípios de sustentabilidade”. E finaliza: “Ao impulsionar o bloqueio injustificado a produtos provenientes de regiões com melhor capacidade de produção com respeito às questões ambientais, o Senhor Bompard coloca os consumidores de suas lojas em uma lógica de consumo com mais emissões e sob maior pressão inflacionária e menor acesso às classes menos favorecidas.” Para a ABIEC (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes), o posicionamento de Bompard “vai contra os princípios do livre mercado e é contraditório, vindo de uma empresa que opera cerca de 1.200 lojas no Brasil, abastecidas majoritariamente com carnes brasileiras, reconhecidas mundialmente por qualidade e segurança”. A nota da entidade, assinada por outros representantes do setor como ABPA, ABAG (Associação Brasileira do Agronegócio), CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), SRB (Sociedade Rural Brasileira) e FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), lembra que periodicamente as empresas são auditadas e certificadas por centenas de missões sanitárias internacionais e também por clientes que confirmam a segurança de alimentos do que vai para cada destino. E afirma que o bloco é líder mundial na exportação de carne de frango e bovina e está entre os principais na suína. “Foram necessárias décadas para que o Mercosul por inteiro avançasse em sua reputação internacional como produtor de carnes. Com responsabilidade, o setor na região foi o principal fornecedor para todos os mercados durante a maior crise global de saúde pública neste século, a pandemia do coronavírus em 2020 e 2021.” E finaliza: “Portanto, se o CEO Global do Grupo Carrefour, Alexandre Bompard, entende que o Mercosul não é fornecedor à altura do mercado francês – que não é diferente do espanhol, belga, árabe, turco, italiano –, as entidades consideram que, se não serve para abastecer o Carrefour no mercado francês, não serve para abastecer o Carrefour em nenhum outro país.”
22/11/2024
Seara amplia frota elétrica com investimento de R$ 13,5 milhões
A empresa brasileira de alimentos Seara reforça seu compromisso com a sustentabilidade ao ampliar sua frota de caminhões 100% elétricos para 221 veículos, com um investimento de R$ 13,5 milhões. A partir deste mês de novembro, os novos caminhões zero emissão passam a circular em São Paulo e Região Metropolitana, contribuindo para uma logística mais limpa e eficiente com a redução da pegada de carbono da empresa. A ideia é expandir para outros estados. Segundo Fabio Artifon, diretor de logística da Seara, cada caminhão elétrico elimina cerca de 1,03 tonelada de carbono por mês. "Com essa expansão, nossa frota evitará a emissão de mais de 2,7 mil toneladas de carbono anualmente, reforçando nosso compromisso com práticas sustentáveis”, afirma. Além da questão da sustentabilidade, a nova frota trará mais autonomia para a empresa. Não podemos esquecer do ocorrido em 2018 com a manifestação dos caminhoneiros, considerada a maior da história da categoria, que parou o país e provocou desabastecimento em 24 estados. Iniciada em 21 de maio, a greve durou 10 dias e teve como causa o aumento do óleo diesel. Com expansão da frota elétrica, a Seara não apenas moderniza sua operação, mas também fortalece sua liderança em práticas ambientais responsáveis, alinhando-se às expectativas de um consumidor cada vez mais atento à sustentabilidade. A iniciativa da empresa reforça o potencial dos veículos elétricos como uma alternativa viável e competitiva no transporte, especialmente com os avanços tecnológicos que aumentam a autonomia dos modelos. O transporte nos novos veículos comprova o posicionamento da empresa frente a um mercado em transformação e à crescente demanda por soluções sustentáveis no setor logístico.
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