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IA no setor de laticínios? Sim! Conheça a estratégia digital da Piracanjuba
Quando pensamos em tecnologia, normalmente imaginamos soluções caras, complexas, quase futurísticas. Entretanto, o Grupo Piracanjuba desmitificou essa ideia impulsionando a transformação digital da empresa e já colhe frutos dos investimentos em tecnologia e inteligência artificial. A empresa do setor de laticínios adotou o RISE with SAP – solução em nuvem que utiliza tecnologias integradas, incluindo IA, machine learning e funções analíticas avançadas – para otimizar as operações, melhorar a performance e reduzir riscos, ao mesmo tempo em que habilita novas funcionalidades e integrações de sistemas essenciais para o crescimento do negócio. O projeto digital começou a ser implementado em agosto de 2022, com go live (momento em que está pronto para utilização) em janeiro de 2023. A empresa conseguiu migrar rapidamente suas operações críticas para o RISE with SAP, modernizando a plataforma tecnológica e integrando ferramentas que melhoram a experiência do usuário, e possibilitam mais segurança, eficiência e conectividade com sistemas externos. Este avanço permite à companhia operar com mais agilidade e atender à demanda de maneira mais segura, garantindo que seus produtos estejam sempre disponíveis nas gôndolas dos supermercados. Benefícios e impacto para o negócio A implementação do RISE with SAP reflete a visão estratégica do Grupo Piracanjuba de investir em inovação digital para apoiar o crescimento e a evolução do negócio. Entre os benefícios, a empresa destaca a redução de custos com licenciamento e infraestrutura; ampliação de licenças para novas soluções de TI; capacidade analítica habilitada, mobilidade nos acessos e modernização de aplicações; melhor performance operacional e simplificação da automação de processos, com mais de 650 transações SAP homologadas e 7.300 atividades de testes realizados durante o projeto. A execução envolveu mais de 100 colaboradores e parceiros, incluindo 68 usuários-chave e 27 áreas diretamente impactadas. Com mais de 450 atividades de pré-implementação e 55 comunicados internos para alinhamento, o projeto contou com a dedicação de uma equipe técnica de mais de 50 pessoas e a participação de 30 consultorias parceiras. “O projeto trouxe um avanço significativo em termos de estabilidade e performance, o que impacta diretamente nossos processos de fabricação e distribuição. Com o ambiente modernizado, conseguimos expandir o número de usuários e oferecer uma plataforma escalável para novos projetos, como o sistema de gestão de transportes e de armazém," afirma Fernando Cunha, gerente de Tecnologia e Inovação do Grupo Piracanjuba, em entrevista exclusiva para a ASSERJ. Transformação na gestão de processos e operações O Grupo Piracanjuba, originário do interior de Goiás, reúne as marcas Piracanjuba, Emana, LeitBom e as licenciadas Almond Breeze, Ninho e Molico (leite longa vida), com mais de 200 produtos no portfólio. São sete unidades fabris, 16 postos de recepção de leite, e parque industrial com capacidade de processar até 6 milhões de litros de leite por dia, além de fazendas de eucalipto e programas de educação continuada. Com uma equipe de mais de 4 mil colaboradores e 8 mil produtores rurais parceiros, a empresa ampliou a escalabilidade e a segurança de suas operações.
08/01/2025
Associados em foco
Supermarket de Realengo: estratégias para atrair e reter clientes de classe baixa e média
Descubra as táticas da rede para conquistar a fidelidade de consumidores na Zona Oeste do Rio de Janeiro Um mês após a inauguração do Supermarket Realengo, na Zona Oeste do Rio, o gerente de marketing Max Tomaz Ferreira compartilhou com a ASSERJ as táticas utilizadas para atrair e reter clientes da região, de classe média e baixa, destacando a relevância de pesquisas de mercado, precificação competitiva e uma experiência de compra aprimorada. Essa foi a loja de número 139 da rede, que oferece um mix de mais de 15 mil produtos, além de ofertas exclusivas. Estratégia para diferentes classes sociais Com uma área total de 1800m² e amplo estacionamento com 90 vagas, a unidade adota o conceito de uma loja 'premium' dentro da comunidade, com espaços amplos e arejados, climatização e atendimento de qualidade. Os cerca de 200 funcionários diretos contratados, além de fornecedores, são, na sua maioria, moradores locais, o que garante que o dinheiro circule na região, além da fidelidade do cliente. “O público daqui conhece as especificidades do local. Nosso funcionário conhece o cliente, e também nos traz novidades como o que vende e o que não sai. Além disso, a gente recebe, em média, 30 promotores por semana de várias indústrias diferentes. Onde eles vão almoçar? Então a gente acaba fomentando o comércio." [caption id="attachment_38377" align="alignnone" width="577"] O Supermarket Realengo investe em Trade[/caption] Precificação e variedade de produtos O foco é oferecer o melhor preço, acompanhando os valores dos concorrentes e utilizando o tamanho da rede para negociar condições vantajosas com fornecedores. “Passamos de 150 lojas e, pelo nosso tamanho, a gente sempre consegue melhorar o preço, então o primeiro diferencial para entender a classe D é esse.” Além disso, a rede: Investe em promoções regulares para atrair clientes; Oferece uma variedade de marcas e tamanhos que atendem a diferentes necessidades e orçamentos; Adapta o mix de produtos com base em pesquisas de mercado para atender demandas locais. Max atesta que, mesmo com o dólar em alta, é possível poupar o bolso do cliente. “Mesmo falando em dificuldade econômica, a estratégia é de sempre crescer mediante as dificuldades, então a gente sempre vai ter a melhor negociação perante a indústria para trazer um bom preço e apostar no retail desse cliente para deixá-lo mais tempo dentro da loja.” Iniciativas de fidelização e experiência de compra A rede implementa várias iniciativas para melhorar a experiência do cliente e aumentar o tempo de permanência na loja. Entre elas estão a instalação de quiosques, restaurantes e academias. Tudo isso milimetricamente estudado: o Supermarket utiliza ferramentas como CRM, análise de redes sociais e mapas de calor de compras para entender o comportamento do consumidor. Esses dados permitem: Personalizar a experiência de compra; Identificar oportunidades de vendas, como posicionar produtos complementares próximos; Oferecer produtos adaptados às preferências de cada geração. Por exemplo: os dados mostraram a Max que muitas mulheres, quando compram produtos de beleza, também levam biscoito. E bolou uma estratégia: “Se eu sei que toda vez que eu faço beleza a segunda categoria que mais vende é o biscoito, o que eu posso fazer? Fazer com que um esteja no caminho do outro.” Integração de ações promocionais O uso de painéis de LED ainda está nos planos da loja, que em breve investirá em retail media. Mas para onde se olha há chão e checkouts envelopados com uma marca. “Os fornecedores demonstram interesse em adquirir esses espaços publicitários, pois compreendem que a visibilidade dentro do mercado impulsiona o consumo de seus produtos. A indústria entendeu também que nós somos mais baratos do que uma televisão.” Diferenciais em relação a shoppings e concorrentes Comparado aos shoppings, a rede Supermarket destaca-se pela frequência de visitas e pelos preços mais competitivos. Entre os principais diferenciais estão: Ambiente premium adaptado à classe D; Promoções regulares e precificação agressiva. “O que a gente tem de diferente do shopping é que o público vai a cada três meses para comprar algo muito específico. Você vai ao supermercado todo mês para comprar e o retorno que a gente tem é muito mais alto que qualquer outro lugar.” Essa loja deixa claro que conhecer o seu público e atuar para oferecer a melhor experiência voltada para o seu perfil e necessidades é uma estratégia fundamental para o sucesso do negócio. O que você, supermercadista, tem feito nesse sentido na sua loja?
08/01/2025
ANVISA proíbe venda de tapioca com creatina: veja marcas suspensas
Decisão da ANVISA entende que suplemento presente na tapioca deve ser restrito para adultos de 19 anos ou mais A tapioca da marca Rocha teve a produção e venda suspensas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) devido à inclusão de creatina em sua fórmula. Embora o suplemento seja bastante popular entre praticantes de atividades físicas, ele não é permitido em alimentos convencionais. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) na segunda-feira (6). A resolução nº 4.871/2024 determina a proibição da comercialização, distribuição, fabricação, publicidade e uso da tapioca de goma pronta com creatina, que é produzida pela empresa Rocha & Filhos LTDA. A medida preventiva se fundamenta na falta de avaliação de segurança para o uso da creatina em alimentos, o que infringe a resolução da ANVISA. O documento ainda esclarece que a substância é autorizada apenas para suplementos alimentares e é restrita a adultos com 19 anos ou mais. Por nota, o diretor-executivo da empresa Cláudio Diogo afirma que recebeu a notificação no dia 3 de janeiro último e que já entrou com todos os processos de recall. O consultor de alimento seguro da ASSERJ, Flávio Graça, explica que a proibição das marcas não é exatamente por problemas sanitários ou no controle de qualidade, mas sim por ser proibido misturar a creatina à tapioca, pois permitiria um consumo para qualquer pessoa sem restrição. “A medida preventiva se baseia na ausência de avaliação de segurança para o uso da creatina em alimento, o que viola a resolução da ANVISA”, afirma. A ASSERJ recomenda aos supermercadistas o recolhimento imediato do produto.
07/01/2025
Ambev vende marca de sucos Do Bem para Tial; compradores de supermercados comentam
A Ambev está finalizando o processo de venda da linha Do Bem quase dez anos depois de comprar a fabricante de sucos que se popularizou pelas embalagens coloridas, ilustradas e com mensagens bem-humoradas. A nova dona da Do Bem será a empresa mineira Tial, primeira indústria brasileira a produzir bebidas à base de frutas prontas para consumo. A negociação foi encaminhada ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em 30 de dezembro, e nessa segunda (6), o ato de concentração, como é chamado o processo que tratam de fusões de empresas, foi publicado no Diário Oficial da União. Os valores envolvidos no negócio não foram divulgados. Em nota ao mercado, a Ambev anunciou que o acordo para a venda está assinado e à espera do órgão de regulação. No processo encaminhado ao Cade, a gigante das cervejas informa que a operação permitirá que a companhia direcione "recursos e esforços para outras áreas". “A venda a outro grupo do segmento de bebidas não alcoólicas e não gaseificadas permitirá que a Do Bem potencialize seu valor”, afirma a Ambev ao Cade. A nota ainda acrescenta que a aquisição pela Tial dará "impulso extra ao processo de expansão da produção e do portfólio da empresa mineira." O impacto no varejo supermercadista O gerente comercial da Tio Dongo, Jonathan Rangel, acredita que a aquisição renderá bons frutos para o varejo supermercadista: “A expectativa é boa porque, provavelmente, a Tial entrará com mídia forte para comunicar a aquisição, fará ações de trade e, no início, deverá focar numa política mais agressiva de preços, o que é bom para as nossas filiais cujo perfil do público é mais popular.” O comprador de bebidas do Grupo Adonai, Pedro Paulo, corrobora a posição de Rangel e afirma que a linha Do Bem tem uma boa penetração e essa performance deve ser manter. “Percebemos que de uns dois meses para cá, as ações de Do Bem diminuíram, provavelmente por esse movimento de venda da marca, mas estamos confiantes. A Tial tem um histórico de investimento em marketing e esperamos o fortalecimento da presença da Do Bem nas prateleiras. Essa nova fase pode trazer um diferencial positivo para o nosso portfólio e atender ainda melhor às demandas do nosso público-alvo”, conclui. O mercado de alimentos saudáveis Uma análise de mercado de alimentos saudáveis e bem-estar, feita pela empresa de pesquisa Technavio, de presença global, apontou um aumento de 8,27% no segmento em 2024, comparando com os dados do ano anterior. O levantamento também previu um crescimento anual de 9,27% no período de 2023 a 2028, uma alta de US$ 541,5 bilhões. Já o estudo "Panorama do Consumo de Alimentos Saudáveis no Brasil em 2023", do Instituto Organis, indicou que aproximadamente 46% dos brasileiros atualmente consomem alimentos saudáveis.
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