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Mira Transportes anuncia novo diretor comercial
Líder nas operações de transporte de cargas fracionadas e integração entre as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte, a Mira Transportes anuncia a promoção de Jansen de Jesus para o cargo de diretor comercial da companhia. Há mais de 25 anos atuando no segmento de transportes e logística, Jansen reúne competências em gestão e capacitação das equipes de vendas e administrativas, com captação e fidelização de clientes, análise e otimização da rentabilidade, capilaridade e gestão do CRM da filial. Também foi o responsável pela implantação de sistemas de BI e TI que facilitam a tomada de decisão e a melhoria dos processos. “Cheguei no Mira em 2018 para dar uma nova roupagem à filial de São Paulo e neste período, até 2023, triplicamos o faturamento. Fui abrindo espaços, desenvolvendo uma equipe focada em trazer resultados e dar mais rentabilidade aos sócios”, afirma Jansen, que em 2024 assumiu a Gerência Nacional de Vendas com o objetivo de replicar o trabalho feito em São Paulo para toda a companhia. Nos últimos cinco anos, o Mira Transportes dobrou seu faturamento e agora pretende realizar uma atualização estrutural que visa o aprimoramento operacional e a relação mais próxima com clientes e parceiros. Sob esta ótica, Jansen ficou com a responsabilidade de rever todos os processos da empresa, focando a estratégia nos clientes mais antigos da casa e nas regiões de maior sinergia com o negócio. “Aceitei o desafio de assumir a direção comercial e estou empenhado em ajudar o Mira a atingir um patamar diferenciado no mercado. Essa promoção veio como consequência das ações que venho implementando junto com o time comercial de melhoria da customização na empresa, na precificação e de melhor análise do mercado”, ressalta Jansen. Formado em Administração/Marketing e Gestão Comercial, com certificações em liderança, o agora diretor comercial do Mira Transportes já começou a colocar em prática as ideias que traz consigo desde 2019. “Sou apaixonado pelo que faço e com comprometimento, ética e respeito vou seguir contribuindo para o sucesso do Mira Transportes”, concluiu. A ASSERJ deseja boa sorte!
21/05/2025
Pix domina os caixas dos supermercados, mas impõe novos desafios. Saiba quais!
Com mais de 150 milhões de usuários cadastrados, o Pix se consolidou como o meio de pagamento mais utilizado no Brasil. Segundo a Febraban, foram 63,8 bilhões de transações em 2024 — um crescimento de 52% em relação ao ano anterior. Especialmente nos supermercados, o sistema tem se mostrado uma solução eficiente para agilizar o checkout e atrair consumidores em busca de praticidade. Dados da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostram que 63% dos brasileiros utilizam o Pix mensalmente, com uma média de 32 transações por usuário. A adoção massiva tem impulsionado as vendas no setor supermercadista, que hoje vê no Pix uma ferramenta importante para reduzir filas, facilitar a conciliação financeira e até diminuir os custos com taxas de operadoras de cartão. No entanto, essa popularização também acendeu o alerta para fraudes, erros de transação e golpes digitais, trazendo à tona a necessidade de maior segurança jurídica — especialmente nas relações entre varejistas e consumidores. Segundo Karina Gutierrez, advogada do escritório Bosquê & Advogados, o setor precisa estar atento às responsabilidades previstas pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC). “Em casos de fraude ou erro, como transferências indevidas, os supermercados, assim como os bancos, podem ser responsabilizados se não demonstrarem medidas preventivas eficazes”, explica. A Resolução nº 4.893/2021 do Banco Central estabelece normas que as empresas devem seguir, como o bloqueio cautelar de valores em transações suspeitas. Porém, ainda há lacunas na padronização de condutas em casos de golpes cada vez mais sofisticados — como a engenharia social. Além disso, o aumento do uso do Pix também chama atenção da Receita Federal, com foco na rastreabilidade e impacto fiscal, especialmente para redes menores e lojas de bairro que usam a ferramenta de forma informal. PIX: promova capacitação digital da equipe Diante disso, especialistas alertam: é preciso investir em educação digital para funcionários e clientes, sistemas antifraude, e treinamento no ponto de venda. “A segurança é uma via de mão dupla. Enquanto o consumidor precisa estar atento, o varejo deve garantir um ambiente protegido e transparente para as transações”, conclui Karina. Para os supermercadistas, o desafio é equilibrar conveniência e segurança, reforçando protocolos internos, canais de atendimento e comunicação clara com o cliente. Em tempos de transformação digital acelerada, o Pix é um aliado importante — mas exige uma gestão consciente e responsável. LEIA MAIS: PIX: como as mudanças podem impactar as vendas dos supermercados?
20/05/2025
Gripe Aviária: como os supermercados podem mitigar impactos e manter a confiança do consumidor
Com a confirmação de casos de gripe aviária em aves de subsistência no Brasil e a suspensão temporária das exportações para países como Argentina, África do Sul e Japão, o setor supermercadista precisa se preparar para enfrentar possíveis desdobramentos na cadeia de abastecimento e na percepção dos consumidores. Embora a Organização Mundial da Saúde (OMS) e autoridades brasileiras reforcem que não há risco de transmissão da doença por meio do consumo de carne de frango e ovos bem cozidos, o alerta sanitário já começa a impactar o mercado interno. A atenção agora se volta para como os supermercados podem agir de forma estratégica e preventiva para manter a regularidade das vendas e a confiança dos clientes. Diversificar fornecedores é uma das chaves A primeira medida apontada por especialistas é a diversificação de fornecedores. “Em momentos de crise sanitária, depender de poucos parceiros pode comprometer o abastecimento. Supermercados devem mapear alternativas confiáveis para garantir estoques estáveis, especialmente de ovos, frangos e derivados”, recomenda Luciana Teixeira, economista especializada em varejo. Gripe aviária: transparência é diferencial competitivo Além da logística, a comunicação com o consumidor se torna ainda mais importante. A recomendação é manter os canais atualizados com informações claras sobre a origem dos produtos e os cuidados tomados na cadeia de produção. “Transparência gera confiança. As redes que informam com clareza saem na frente”, afirma Luciana. Oferecer alternativas e ajustar mix de produtos Outro caminho é oferecer substitutos e ajustar promoções de acordo com o cenário. “Se houver uma redução temporária na oferta de carne de frango, por exemplo, produtos como cortes suínos, bovinos ou proteínas vegetais podem ser destacados nas gôndolas, com preços atrativos. Isso ajuda a equilibrar a demanda e reduzir pressões sobre categorias específicas”, explica a especialista. Ambiente seguro e orientado Do ponto de vista da experiência nas lojas, é importante manter a equipe informada e preparada para tirar dúvidas dos consumidores. “Além de garantir boas práticas de higiene e manipulação de alimentos — um fator que se torna ainda mais relevante em tempos de alerta sanitário”, destaca Luciana. Monitoramento constante e atuação ágil Por fim, o monitoramento de tendências e o diálogo com a ASSERJ, são fundamentais para que os supermercados estejam atualizados sobre novas medidas do governo e ações coordenadas do setor. “Em momentos como esse, agilidade e coordenação são essenciais. Quem se antecipa e adota boas práticas consegue transformar uma situação de risco em oportunidade para fortalecer o relacionamento com o cliente”, afirma Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ. LEIA MAIS: Gripe aviária de 2025: acompanhe o impacto no setor
20/05/2025
Governo determina retirada de mais duas marcas de azeite do mercado
Atualização (22/05) O governo proibiu, hoje (22), a comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e uso de mais duas marcas de azeite: Almazara e Escarpas das Oliveiras. A decisão foi tomada após denúncia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e ação fiscalizatória da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que publicou a proibição no Diário Oficial da União. A proibição dos novos lotes de Almazara e Escarpas das Oliveiras acontece porque seus produtos têm como embaladora a empresa ORIENTE MERCANTIL IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA (Super Mercado Oriente), cujo CNPJ foi extinto em novembro de 2023, comprometendo a regularidade dos produtos. Relembre o caso A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão imediata da fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e uso dos azeites das marcas Alonso e Quintas D'Oliveira. A medida foi publicada nesta terça-feira (20), no Diário Oficial da União, após ação conjunta com o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). De acordo com as autoridades, os produtos foram classificados como irregulares por apresentarem origem desconhecida e descumprirem diversas normas sanitárias e legais. As principais falhas identificadas incluem: rotulagem inadequada, fora dos padrões exigidos por lei; ausência de registro junto aos órgãos competentes, como o Ministério da Saúde; falta de licenciamento sanitário das instalações de produção. “O varejo precisa estar atento às atualizações dos órgãos reguladores e manter canais abertos com seus fornecedores. Prevenção e vigilância ativa evitam problemas futuros e protegem a credibilidade da loja”, revela o consultor de Alimento Seguro da ASSERJ, Flávio Graça. As investigações começaram em outubro de 2024, quando foram realizadas apreensões dos lotes suspeitos. Na ocasião, o MAPA alertou para os riscos à saúde do consumidor, principalmente pela incerteza quanto à procedência e composição dos produtos. A pasta também esclareceu que há duas marcas com o nome Alonso no mercado brasileiro. Uma delas, de origem chilena e importada pela empresa Agrícola Pobena S.A, está regularizada e não foi alvo das medidas. Já a marca interditada é distribuída pela empresa Comércio de Gêneros Alimentícios Cotinga Ltda, cuja origem é considerada indefinida pelas autoridades.
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