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Atualidades
Procon-RJ suspende a comercialização de bebidas suspeitas
A Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor (SEDCON) e o Procon-RJ abriram três processos administrativos contra empresas do setor de bebidas após identificarem possíveis irregularidades em campanhas publicitárias e na rotulagem de produtos, na segunda-feira (2). Segundo os órgãos, as práticas observadas podem levar o consumidor a interpretações errôneas. Entre as empresas notificadas está a Baly Brasil, responsável pelo energético “sabor Tadala”, divulgado com o slogan “O Baly que te leva pra cima”. Para os órgãos de defesa do consumidor, a comunicação faz uma alusão direta à "Tadalafila", medicamento conhecido no tratamento de disfunção erétil, sem esclarecer de forma objetiva se o nome utilizado é apenas uma estratégia de marketing ou se existe qualquer relação com a fórmula da bebida. A Tadalafila é um medicamento de tarja vermelha e só deve ser utilizado com orientação médica. Na avaliação do Procon, a associação pode sugerir ao público que o energético teria efeitos semelhantes aos do remédio, o que não corresponde à finalidade do produto. Diante disso, foi adotada uma medida cautelar que determina a suspensão imediata da publicidade, da oferta e da comercialização do produto em todo o Estado do Rio de Janeiro, até que a empresa comprove a adequação às normas previstas para divulgação e venda. Outras bebidas são acusadas de propaganda enganosa A empresa Don Luchesi Distillery, responsável pela produção do "Doctor Gin", e a empresa Outside E-commerce LTDA, do “Whisky Mansão Maromba”, também foram processadas. A primeira, pela associação com o mesmo medicamento. Já a bebida da Outside, vendida como whisky, tem a classificação de "coquetel alcoólico" no rótulo e contrarrótulo. Além disso, a presença de diferentes substâncias e o teor alcoólico informado, de 37%, não atende aos requisitos da legislação brasileira para que o produto seja classificado como whisky. O que diz o Código de Defesa do Consumidor? O Código de Defesa do Consumidor estabelece que é considerada enganosa qualquer publicidade, mesmo que parcialmente imprecisa, capaz de induzir o consumidor ao erro em relação à composição, características ou efeitos do produto. "A publicidade tem liberdade criativa, mas não tem autorização para sugerir efeitos que o produto não possui. Quando uma marca associa seu produto a um medicamento de tarja vermelha ou utiliza denominação que não corresponde à real natureza da bebida, cria-se uma percepção que pode induzir o consumidor ao erro. O Código de Defesa do Consumidor é claro: a informação precisa ser precisa, ostensiva e verdadeira", declarou o secretário estadual de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca. Além dos processos administrativos, a SEDCON e o Procon-RJ solicitaram à Secretaria de Estado de Fazenda do Rio de Janeiro dados sobre a emissão de notas fiscais referentes ao “Energético sabor Tadala”, da Baly, bem como informações sobre entrada, circulação e distribuição da bebida no território fluminense. Conforme determinado em ofício encaminhado pelo Procon-RJ na segunda-feira (2), a ASSERJ recomenda aos associados: - A retirada dos produtos das gôndolas e áreas de exposição dos supermercados; - A suspenção da oferta e comercialização do "Energético sabor Tadala", "Doctor Gin" e do “Whisky Mansão Maromba”. ATUALIZAÇÃO 04/03: Baly Brasil obtém liminar para retomar venda no Rio de Janeiro Na noite desta quarta-feira (4), a Décima Câmara de Direito Público do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro, por meio da desembargadora Claudia Nascimento Vieira, suspendeu os efeitos da medida cautelar, alegando que "o produto segue todas as determinações impostas pela ANVISA (...) as bebidas energéticas estão sujeitas a normas regulatórias bastante restritas, especialmente de rotulagem, na medida em que o produto possui cafeína e taurina, o que precisa estar claro para o consumidor. E, o produto Baly Tadala, cumpre rigorosamente essas normas". Em comunicado divulgado em nome da diretora Comercial e de Marketing, Dayane Titon Cardoso, a Baly Brasil comemorou a decisão, reafirmando que segue todas as normas sanitárias, regulatórias e de rotulagem, deixando claro ao consumidor que se trata de uma bebida energética, sem qualquer fármaco. A marca reforça que apoia o debate consciente e responsável sobre possíveis confusões entre alimentos, bebidas e medicamentos, mantendo o compromisso com a informação clara e o consumo responsável.
02/03/2026
Atualidades
Anvisa determina proibição de venda de marca de palmito! ASSERJ explica
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição de comercialização de qualquer lote da marca Palmito Lemos. De acordo com a autarquia a empresa não tinha licença sanitária para funcionar ou comprovações de boas práticas de produção. A medida inclui a suspensão da venda, distribuição, propaganda e uso dos produtos afetados. A decisão foi publicada na edição do Diário Oficial da União, desta segunda-feira, 2 de março. Além da falta de licença, segundo a Anvisa, foi identificada a ausência de análise de riscos, controles de garantia e registros dos lotes e do nível de acidez no palmito em conserva. Ou seja, o produto não cumpre os padrões de identidade e qualidade exigidos pela Agência. "A adoção rigorosa das Boas Práticas de Fabricação (BPF) na produção de palmito é fundamental para garantir a segurança do alimento, prevenindo riscos microbiológicos graves, como a contaminação por Clostridium botulinum. O controle adequado de higienização, processamento térmico, acidificação e vedação das embalagens assegura a estabilidade do produto e a proteção da saúde do consumidor. Além disso, as BPF promovem rastreabilidade, padronização dos processos e conformidade com a legislação sanitária vigente, fortalecendo a confiança no produto e na indústria", destaca o consultor técnico de Segurança Alimentar da ASSERJ, Flávio Graça. Aos supermercadistas, Flávio Graça enfatiza: "Os responsáveis pelos estabelecimentos devem providenciar a retirada dos lotes do ponto de venda e manter registros atualizados para fins de comprovação aos órgãos reguladores desta operação preventiva".
02/03/2026
Atualidades
Páscoa sem perdas? A resposta está aqui
A Páscoa impulsiona as vendas no varejo supermercadista, e ao mesmo tempo, pressiona os preços de produtos com maior valor unitário. Nesse contexto, a prevenção de perdas deixa de ser uma alternativa e passa a ser uma exigência estratégica. No período, as perdas podem crescer até 30%, especialmente em itens como ovos e barras de chocolate. Diante desse cenário, os varejistas precisam se preparar para proteger o estoque e potencializar os resultados durante a sazonalidade. “A organização física da exposição dos produtos é fundamental. Os itens devem estar bem organizados, sem áreas vazias nas gôndolas; é necessário haver controle sobre o número de frentes expostas e reduzir ao máximo o estoque solto na área de vendas. Além disso, a exposição deve ser priorizada estrategicamente em áreas assistidas pela equipe da loja, com foco nos pontos de maior visibilidade”, explica Thiago Artacho, CEO da Green Tech Solutions. Páscoa de 2026: otimismo e alta Em 2026, representantes do varejo supermercadista demonstram maior otimismo após um 2025 marcado por retração. No ano passado, o volume de vendas de chocolates sazonais caiu 12% em relação ao período anterior, segundo dados da Euromonitor. Para este ano, o cenário inclui a redução gradual do preço do cacau, o que refletirá no desempenho da Páscoa, que concentra até 70% das vendas de chocolates sazonais, incluindo ovos, coelhos e produtos com embalagens alusivas à data. A pesquisa também aponta o Brasil como o quinto maior mercado consumidor de chocolates do mundo, atrás de Estados Unidos, Rússia, Alemanha e Reino Unido. No último ano, o consumo total alcançou 385 mil toneladas, alta de 3% em comparação com 2024. Em valor, o crescimento foi ainda mais expressivo: o mercado movimentou R$ 36,7 bilhões, com avanço de 26% na comparação anual, impulsionado principalmente pelos preços mais elevados. Diante de uma data com forte impacto no varejo, adotar estratégias para aumentar a competitividade e reduzir desperdícios torna-se essencial. Fatores críticos: o que impacta o seu negócio A combinação entre produtos de alto valor agregado e maior fluxo de consumidores nas lojas amplia o risco de perdas no ponto de venda. Na avaliação do CEO da Green Tech Solutions, quando o preço sobe e o volume diminui, cada unidade passa a ter um peso maior no resultado do varejo. Segundo Thiago Artacho, perdas causadas por furtos, avarias ou exposição inadequada assumem caráter estratégico. Entre os principais fatores que influenciam o desempenho das vendas de Páscoa estão a forma de exposição dos produtos, a experiência do cliente e os riscos de segurança. “Os fatores críticos são a exposição, já que produto mal exposto gera ruptura aparente, bagunça, manuseio excessivo e facilita o furto, a experiência do cliente, pois prateleiras vazias ou desorganizadas reduzem a compra por impulso, a pressão operacional típica da Páscoa, com aumento de fluxo, equipes sobrecarregadas e reposição mais lenta, e a margem da categoria, que é alta, com grande giro e forte atratividade para furto. Todos esses pontos impactam diretamente margem, giro, percepção de marca e eficiência operacional”, aponta Artacho. Tecnologia, a aliada na prevenção de perdas Posicionar os chocolates de forma correta na gôndola, garantindo 100% de visibilidade do primeiro ao último item, com total segurança é essencial. Desta forma, é possível manter a organização do sortimento, reduzindo o manuseio excessivo e protegendo os produtos contra quebras e amassados, problema comum em embalagens mais frágeis. Thiago Artacho cita como exemplo a 'Choco Pusher', que possibilita a exposição de mais marcas no mesmo espaço, diminui a necessidade de manutenção constante e agiliza o reabastecimento. “A tecnologia pode ser aliada na prevenção de perdas atuando em três níveis complementares: primeiro, na base mecânica inteligente, com soluções como pushers que mantêm o produto alinhado, reduzem o manuseio, dificultam a ocultação e facilitam o inventário visual, funcionando como prevenção passiva e constante; segundo, no monitoramento inteligente, com câmeras e analytics comportamental que geram alertas e apoiam a central de prevenção; e terceiro, na gestão baseada em dados, permitindo mapear lojas com maior índice de perda, ajustar a exposição por perfil de risco e medir o ROI por categoria, porque varejista que mede, protege, e quem protege, vende mais”, afirma Artacho. As projeções de vendas e faturamento indicam que o chocolate segue como um produto altamente desejado pelo consumidor. Ao mesmo tempo, reforçam que o varejo não pode perder nenhuma unidade na gôndola. Nesse contexto, tecnologia, organização e prevenção tornam-se pilares indispensáveis para preservar a margem e garantir melhores resultados para o seu faturamento de Páscoa.
27/02/2026
Atualidades
Como transformar sua loja em um espaço de fidelização
Em um cenário cada vez mais competitivo, proporcionar experiências relevantes dentro da loja tornou-se um dos principais caminhos para fortalecer o relacionamento com o consumidor no varejo supermercadista. Mais do que preço e sortimento, os clientes buscam conveniência, personalização e ambientes que tornem a compra mais agradável e eficiente. Dados recentes mostram que 88% dos consumidores ainda preferem fazer compras presencialmente, o que reforça a importância de transformar a loja física em um espaço atrativo e funcional. Segundo Nicole Hudson, diretora de canais alternativos da KeHE Distributors, os consumidores esperam mais do que uma simples reposição de produtos. “Os consumidores esperam experiências envolventes, convenientes e memoráveis nas lojas e este é o momento para os supermercados repensarem suas estratégias para atrair e fidelizar clientes.” Para a especialista, três pilares são fundamentais para melhorar a experiência de compra: ampliar o sortimento, utilizar a tecnologia de forma estratégica e aprimorar o ambiente da loja. Sortimento como diferencial competitivo Uma das principais estratégias para conquistar e manter clientes é oferecer um mix de produtos alinhado às necessidades e preferências do consumidor. Produtos locais, itens diferenciados e marcas com identidade própria ajudam a criar conexão com o público e reforçam o posicionamento da loja. “Os consumidores buscam produtos únicos, de alta qualidade e cuidadosamente selecionados, especialmente aqueles que têm histórias por trás e conexão com a comunidade local”, afirma Nicole Hudson. Pesquisa da FMI (Food Industry Association) aponta que 83% dos varejistas consideram os produtos locais um diferencial competitivo, sendo que 58% classificam essa estratégia como altamente bem-sucedida.A oferta de produtos sazonais também contribui para aumentar a fidelização, pois acompanha as mudanças de comportamento do consumidor ao longo do ano e cria novas oportunidades de compra. As marcas próprias, por sua vez, ganham cada vez mais espaço. Metade dos consumidores afirma comprar mais produtos de marca própria do que anteriormente, impulsionados principalmente pela busca por economia e qualidade. Tecnologia a serviço da experiência A conveniência tornou-se um dos principais fatores de decisão para o consumidor. Levantamentos do setor indicam que quase metade dos executivos do varejo considera a facilidade de compra essencial para atrair clientes às lojas físicas. “A tecnologia permite criar experiências mais personalizadas e integradas, tornando as compras mais convenientes para os consumidores”, destaca Nicole Hudson. Ferramentas baseadas em dados permitem oferecer promoções direcionadas e recomendações de produtos, enquanto soluções como listas inteligentes e autoatendimento tornam a jornada mais ágil. A tecnologia também contribui para melhorar a gestão de estoque, reduzindo rupturas e garantindo a disponibilidade dos produtos procurados pelos consumidores, fator decisivo para a satisfação e a fidelização. Mesmo com a digitalização, estratégias tradicionais continuam relevantes. O uso de cupons e promoções segue amplamente difundido e pode se tornar ainda mais eficiente quando combinado com ferramentas digitais. Ambiente que influencia a decisão de compra O ambiente da loja exerce influência direta sobre o comportamento do consumidor. Displays interativos, degustações e demonstrações culinárias ajudam a atrair a atenção e tornar a experiência mais envolvente. Nesse contexto, o layout e o merchandising assumem papel estratégico. Planogramas bem estruturados facilitam a circulação, tornam a loja mais intuitiva e ajudam o cliente a encontrar rapidamente o que procura. Pontas de gôndola e áreas promocionais posicionadas estrategicamente aumentam a visibilidade dos produtos e estimulam compras por impulso, contribuindo para elevar o ticket médio. Segundo Juliana Neves, CEO da Kube Arquitetura, o planejamento do espaço pode conduzir a jornada do consumidor dentro da loja. “Desenhar a jornada é criar espaços chamativos com ações de trade usadas como iscas para guiar o cliente até o local onde ele deseja efetuar a compra do produto que foi buscar.” A especialista destaca ainda a importância de trabalhar o ambiente como extensão da marca. “Transformar-se significa tornar o espaço um território de marca com estratégias em prol do afeto, mexendo com emoções.” A loja como estratégia de fidelização A combinação entre sortimento relevante, tecnologia e ambiente bem planejado permite criar uma jornada de compra mais fluida e atrativa. “Com uma variedade de produtos ampliada, uso inteligente da tecnologia e um ambiente de loja aprimorado, é possível criar uma experiência de compra que fideliza os consumidores”, conclui Nicole Hudson. Ao investir nesses pilares, o varejo supermercadista consegue não apenas aumentar as vendas, mas também construir relações mais duradouras com os clientes.
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