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Reinauguração Redeconomia, no Largo da Batalha, em Niterói. Saiba as novidades e o que mudou!
A Redeconomia reinaugurou, nesta sexta-feira, 4 de julho, a unidade da Redeconomia Reunidos Largo da Batalha, localizada na Estrada Washington Luís, 1, em Niterói. Reformulação e ampliação são as principais novidades da loja, que recebe os clientes com novos equipamentos, espaços e maior equipe de funcionários. A vice-presidente do grupo Redeconomia Reunidos, Camilla Lemos, explicou que o espaço foi replanejado para oferecer mais conforto e qualidade no serviço para a vizinhança local: "É com muita alegria que celebramos hoje a reinauguração da filial de Largo da Batalha, que faz parte da nossa história e da vida de muitos clientes. Essa nova fase traz um espaço mais moderno, confortável e preparado para atender com ainda mais qualidade. Seguimos firmes no compromisso de oferecer variedades, bons preços e um atendimento que valoriza pessoas. Agradecemos aos nossos colaboradores, parceiros e principalmente aos nossos clientes". A loja, que tem 1,7 mil metros², apresenta um catálogo de mais de 8 mil SKUs e 50 vagas de estacionamento. Além do destaque para a apresentação dos setores de açougue, laticínios e padaria, adega e dos novos displays de chão distribuídos pela unidade, o número de caixas também foi ampliado para 17 check-outs, ampliando o conforto e o atendimento e reduzindo o tempo de espera, colocando a experiência do cliente sempre em primeiro lugar. Thiago Cunha, diretor comercial do grupo Reunidos da Redeconomia, ressaltou: "Estamos reinaugurando hoje a loja Largo da Batalha. Aumentamos em 20% a capacidade de atendimento da loja e nossa expectativa é crescer entre 12% a 15% após a revitalização que fizemos. Nós atendemos hoje uma média de 60 a 80 mil clientes nessa loja e esperamos crescer também cerca de 15%. Temos um mix de, mais ou menos, 8 mil itens, focados em grandes inovações e nas principais empresas, os principais parceiros, que estão com a gente". "A gente espera melhorar muito a parte de vinhos, destilados, que é uma aposta da empresa. Contratamos um especialista para ajudar a definir a Carta de Vinho, a melhor disposição, a melhor forma de compra, como harmoniza e com o que harmoniza, se é branco, se é tinto, conforme a época, porque também tem praia próxima, então têm vinhos brancos e espumantes que são uma aposta muito boa em destilados", revelou Cunha. Para além das alterações físicas e na oferta de produtos, a loja também gerou mais empregos, uma ampliação de 30% na comparação com o quadro de colaboradores anterior, totalizando 120 postos de trabalho. O diretor comercial do grupo Redeconomia Reunidos ainda destacou as previsões para os próximos passos, com outras novidades para as demais lojas da rede: "O grupo Reunidos hoje atende uma média de 1 milhão de clientes por dia. A gente tem uma projeção pra este ano de 2025 fechar com 12,5 milhões a 13 milhões de clientes atendidos, com o faturamento próximo de R$ 1 bilhão. Em breve, vamos reformar as outras 11 lojas que faltam, contamos com a parceria dos nossos fornecedores, que têm sido muito carinhosos conosco. Agradeço também à ASSERJ pela visita". Indústria prestigia reinauguração Diversos representantes da indústria e de parceiros da rede estiveram presentes na reinauguração da loja e frisaram a expectativa da atração de mais clientes e de crescimento nas vendas com a reforma do espaço: "A BR Marcas é uma grande parceira do grupo Redeconomia Reunidos. Temos, hoje, o prazer da reinauguração da loja Largo da Batalha, com foco na experiência do consumidor. Como fornecedor parceiro, espero um crescimento de resultado em números. Claro, todo e qualquer investimento gera um crescimento e, óbvia e consequentemente, gera uma experiência melhor do consumidor. A expectativa é crescer em torno de 10% a 12%, só com as alterações realizadas nessa loja", pontuou Alexandre Cunha, proprietário da BR Marcas. Márcio Suárez, diretor regional do Grupo Bastão, também citou: "É um prazer imenso estar aqui hoje fazendo mais uma inauguração do grupo Reunidos, que é um grande parceiro nosso. Quero agradecer o que temos feito ao longo dos anos, em termos de desenvolvimento de marketing. Sabemos o impacto que esse grande parceiro tem aqui na região e posso dizer que podem contar conosco para continuarmos fazendo grandes negócios e impactar os consumidores da região". A ASSERJ deseja sucesso e ótimas vendas à Redeeconomia!
04/07/2025
Trade marketing vende! Don Luiz prova como!
Muito se fala sobre o papel do trade marketing no varejo, mas quando a estratégia é bem planejada e executada com foco, os resultados aparecem de forma concreta. Um exemplo claro disso é o desempenho da Don Luiz, que registrou um crescimento de 34% nas vendas no segundo trimestre em comparação com o mesmo período de 2024 – reflexo direto de uma mobilização intensa em torno das ações para o São João, a maior campanha da história da marca. “O segundo trimestre havia chegado com um grande desafio: executar o maior São João da história da marca. A mobilização foi geral: time de marca, comercial, ontrade e offtrade”, afirma Luis Nato, sócio e diretor de crescimento da Don Luiz. Para o canal offtrade, o foco, de acordo com o executivo, foi claro: aumentar a presença e a relevância da marca dentro das principais redes de autosserviço, especialmente aquelas consideradas K.A (key accounts). “Fizemos um extenso planejamento que envolvia tanto ações online quanto offline. Nossa missão era gerar a maior relevância possível dentro das redes, elevando a performance de venda e o impacto da marca nos pontos de venda”, explica Nato. Dentro dessa estratégia, a empresa definiu quatro lojas-alvo para ações específicas de ativação de ponto extra com posicionamento de pallet, exigindo um grande volume de produto em loja e gestão precisa dos estoques para atender à alta demanda projetada. O resultado foi expressivo: essas lojas apresentaram um crescimento de performance de 52% no período, demonstrando o potencial do trade marketing bem executado como ferramenta de geração de demanda e visibilidade. “As lojas que receberam esta ativação tiveram um crescimento de performance de 52%, consolidando todo o trabalho realizado. Então sim, trade marketing funciona!”, reforça Nato. Além dos resultados quantitativos, a ação fortaleceu o posicionamento da Don Luiz nos PDVs e estreitou a relação da marca com os canais de venda, mostrando que, quando se une estratégia, execução e sinergia entre os times, o trade marketing se traduz em vendas — e em valor de marca. Super Rio Expofood (SRE) O sucesso e crescimento da Don Luiz no varejo supermercadista fluminense está intrinsecamente ligado à SRE, como relata Nato: "Para o varejo, pensando enquanto negócio viemos na SRE ano passado (2024) com a expectativa de apresentar o produto e mostrar quem éramos. Percebemos que, de todos que passaram em nosso estande, 80% não nos conhecia, 15% já tinha ouvido falar e 5% conhecia de fato. Então, a participação na feira foi muito para mostrar quem era a Don Luiz, apertar a mão de pessoas que não teríamos a oportunidade de conversar e isso destravou muito para nós. Hoje, já estamos em quase todos os varejos do Rio de Janeiro. Contabilizamos 40 redes fortes com mais lojas. O resultado mensurável disso é chegarmos na SRE deste ano já sendo líder de categoria, com 30% de participação na categoria de licorosos. Então, os benefícios da feira foram totais nesse canal específico". "Conseguimos crescer sem investimento externo, o que é raro hoje em dia. Ano passado, faturamos R$ 28 milhões com um SKU único, sem investimento externo, com capital próprio, crescendo há sete anos, dobrando ano a ano e negociando com redes, porque geramos demanda com recorrência e o público tem comprado a ideia do produto", finalizou o sócio. A edição de julho da Super Negócios está imperdível. Clique AQUI e tenha uma leitura estratégica para quem quer estar à frente no varejo!
04/07/2025
Hora de negociar: azeite pode ter queda de preço com melhor safra global
O preço do azeite no mercado brasileiro poderá apresentar uma redução de até 10% ao longo de 2025, segundo projeções do setor, impulsionado pela combinação de dois fatores decisivos: a recuperação significativa da safra global e a recente eliminação da alíquota de 9% do imposto de importação sobre o produto, promovida pelo governo federal. “A conjunção entre o aumento expressivo da oferta e o corte de impostos cria um cenário promissor para uma redução gradual dos preços no Brasil”, avalia Eduardo Casarin, country manager Brasil & LATAM da Filippo Berio. “No entanto, essa queda não será imediata nem uniforme, já que diversos fatores ainda atuam na formação do preço final.” De acordo com dados do International Olive Council (IOC), a produção mundial de azeite na safra 2024/25 deve alcançar aproximadamente 3,375 milhões de toneladas, somando todas as categorias. Se essa estimativa se confirmar, representará um aumento de cerca de 32% em relação à safra anterior (2023/24), configurando uma das maiores recuperações produtivas da história recente. “Esse volume adicional deve aliviar a pressão sobre os preços internacionais, que já registraram uma redução significativa nos últimos meses”, explica Casarin. Entre fevereiro de 2024 e janeiro de 2025, o preço internacional do azeite recuou de cerca de US$ 10 mil para US$ 5.500 por tonelada. Para o Brasil, altamente dependente de importações, o efeito é direto. “O Brasil importa praticamente a totalidade do azeite que consome, e, por isso, essas movimentações no mercado internacional impactam diretamente a nossa realidade”, afirma Casarin. O executivo destaca ainda que, nesse contexto de recuperação global, a Itália, tradicional produtora, contribui com cerca de 240 mil toneladas nesta safra — aproximadamente 6,6% da produção mundial —, mantendo-se como uma referência importante em qualidade e tradição. “Embora a Itália não lidere em volume, sua produção segue sendo um parâmetro de excelência e autenticidade, especialmente para o segmento premium, que é altamente valorizado pelos consumidores brasileiros”, acrescenta. Ainda assim, há entraves que moderam esse impacto positivo no Brasil. Um dos principais são os contratos de importação previamente firmados, cujos valores ainda refletem os patamares mais elevados do período anterior à recuperação da safra. Além disso, os custos logísticos seguem pressionados, sobretudo em função das tarifas de transporte marítimo e dos seguros internacionais. Soma-se a isso a estrutura tributária nacional — com a incidência de tributos como ICMS e PIS/COFINS — e as margens de distribuição, que continuam influenciando significativamente o preço final ao consumidor brasileiro. “Embora o cenário seja positivo, não se deve esperar uma queda abrupta. O consumidor começará a perceber esse movimento ao longo de 2025, especialmente nas marcas mais dependentes das importações europeias”, ressalta Casarin. Entraves logísticos e tributários moderam o impacto Apesar do alívio proporcionado pela recuperação produtiva e pelas medidas fiscais, os preços no Brasil ainda não refletem integralmente a redução observada no mercado internacional. Entre os fatores que limitam essa transmissão estão os custos logísticos internacionais elevados, a valorização do euro frente ao real — que encarece as importações —, a manutenção de tributos internos, como ICMS e PIS/COFINS, e a presença de estoques antigos adquiridos a preços mais altos, ainda em comercialização. Além disso, há a possibilidade de manutenção de margens de distribuição mais elevadas, muitas vezes sustentadas pela percepção de qualidade superior dos produtos importados e pela volatilidade do mercado. “A análise reforça que, embora os fundamentos globais sejam favoráveis à redução de preços, o mercado brasileiro seguirá condicionado por fatores estruturais que limitam a imediata transmissão dessas quedas ao consumidor”, pontua Casarin. “Estamos diante de um cenário de ajuste progressivo, no qual as condições de oferta melhoram, mas a complexidade da cadeia impede uma rápida repercussão nos preços finais.” Preços do azeite recuam e supermercados registram aumento nas vendas Após um período de fortes altas, os preços do azeite começam a dar sinais consistentes de queda nos supermercados do Rio de Janeiro. A redução vem sendo percebida de forma gradual nas gôndolas, resultado da combinação entre a recuperação da safra europeia — especialmente na Espanha, principal produtora global — e a recente eliminação da alíquota de imposto de importação promovida pelo governo federal. Para João Márcio, diretor comercial da rede de supermercados Princesa, o cenário representa um alívio para o setor, embora o consumo ainda esteja distante dos patamares registrados há três anos. “Essa redução já aparece nas gôndolas, ainda que de forma gradual. O mercado vem recuando, o que ajuda na liquidação de estoques antigos com ofertas”, afirma. Hoje, segundo ele, embalagens de 500 ml de azeite extra virgem podem ser encontradas por cerca de R$ 20, com variações entre R$ 22 e R$ 24. A expectativa é de que, caso a safra espanhola siga favorável, os preços retornem à faixa dos R$ 19. Apesar do otimismo, o executivo pondera que há limites para novas quedas. “Dificilmente o custo para importar ficará abaixo de 2 euros por litro”, observa. O câmbio também é um fator decisivo: “Hoje, o euro está entre R$ 6,30 e R$ 6,40. Se cair, o impacto será positivo no custo final, mas uma alta pode pressionar novamente os preços.” Enquanto isso, as vendas já demonstram sinais de recuperação. De acordo com Ronildo Novato, diretor comercial do Floresta Supermarket, os consumidores notaram a queda e reagiram positivamente. “As vendas em volume cresceram mais de 20% em relação a junho do ano passado”, afirma. Leandro Gonçalves, diretor comercial do Supermarket Padrão do Fonseca, também observa mudanças relevantes no comportamento de compra. “O azeite tipo único assumiu o protagonismo nas prateleiras. Esse segmento apresentou crescimento em quantidade três vezes maior do que em junho do ano anterior. Isso mostra uma clara mudança no perfil de consumo, com os clientes buscando opções mais acessíveis”, conclui. A edição de julho da Super Negócios está imperdível. Clique AQUI e tenha uma leitura estratégica para quem quer estar à frente no varejo!
03/07/2025
Economia
Valorização do real: qual o impacto para o setor supermercadista?
A recente valorização do real frente ao dólar tem gerado impactos relevantes para o setor supermercadista. Em 2025, o real foi a moeda que mais se valorizou frente ao dólar no mundo — um movimento que, além de influenciar os preços dos produtos, também abre oportunidades de renegociação e ganho de margem para o varejo supermercadista. De acordo com o consultor econômico da ASSERJ, William Figueiredo, o dólar mais baixo impacta diretamente uma parcela significativa dos produtos comercializados nos supermercados. “Muitos dos itens vendidos nos supermercados têm origem importada ou dependem de insumos do exterior — desde produtos como maçã, especiarias e peixes até itens industrializados como azeite, queijos, massas e molhos. Além disso, a indústria alimentícia utiliza insumos estrangeiros, como trigo, cevada, leite em pó e essências. Com o dólar em queda, há uma tendência de redução de custos nesses segmentos”, explica. Além de suavizar a pressão sobre os preços, o novo cenário cambial permite que os supermercados revejam suas estratégias de pricing para equilibrar margens sem perder competitividade. “A valorização do real pode ser um fator favorável à reavaliação de preços. Isso não significa necessariamente baixar os valores nas gôndolas, mas pode permitir preservar ou até melhorar margens em um momento de recuperação da economia”, analisa Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ. Outro ponto destacado por Fábio são as oportunidades de renegociação com fornecedores e a busca por alternativas locais, especialmente em um cenário que ainda apresenta incertezas. “Esse é um bom momento para renegociar contratos e diversificar o leque de fornecedores”, pontua Queiróz. Para o médio e longo prazo, a recomendação é que o setor se mantenha atento aos movimentos macroeconômicos. Dependendo da composição do mix de produtos, estratégias de proteção como o hedge cambial podem ser necessárias. “Se o peso dos importados for alto, é essencial que o varejista pense em proteção cambial e siga acompanhando os desdobramentos econômicos, tanto no Brasil quanto no exterior. Mudanças estruturais, como melhorias logísticas e contratos mais inteligentes, também fortalecem a resiliência do setor”, afirma William Figueiredo. Questionado sobre a possibilidade de estabilidade do câmbio, William avalia que o comportamento do dólar seguirá sensível a variáveis políticas e fiscais. “A valorização do real está atrelada à sinalização de responsabilidade fiscal. A aprovação de medidas de ajuste no Congresso pode conter pressões sobre o câmbio. O cenário político e econômico, no Brasil e no exterior, seguirá determinante para os rumos da moeda brasileira”, conclui. A edição de julho da Super Negócios está imperdível. Clique AQUI e tenha uma leitura estratégica para quem quer estar à frente no varejo!
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