Skip to Main Content
Join in
PT
EN
ES
A+
A-
Sobre Nós
Institucional
Our History
Board of Directors
ASSERJ Social
Keeping an eye on the garbage
Super Pet
News
Super Business Magazine
ASSERJ School
Serviços
Benefits
Orientation Visit
Soluções
Super Business Seminar
ASSERJ Experience
SRE Super Rio Expofood
Conecta Varejo
Join us
Contato
Contact us
SAA - Member Service
Work with us
Assessoria de Imprensa
ASSERJ
News
News
Keep up to date with the latest news from the supermarket sector
Search Bar
Date
All
Associados em foco
Atualidades
Comportamento & tendência
Conecta
Economia
Indústria em cena
Por dentro da asserj
Dia da Lasanha: estratégias para impulsionar as vendas no seu supermercado
Celebrado em 29 de julho, o Dia da Lasanha tem ganhado cada vez mais força no calendário promocional do varejo supermercadista. A data, que homenageia um dos pratos congelados mais queridos pelos brasileiros, representa uma oportunidade estratégica para impulsionar as vendas da categoria por meio de ações bem planejadas, produtos líderes e uma abordagem focada em experiência e conveniência para o consumidor. Atualmente, a lasanha congelada está presente em mais de 19 milhões de lares brasileiros mensalmente, segundo pesquisa da Kantar, de 2024. Especialista em estratégias para o varejo supermercadista, Marcelo Ribeiro, consultor de trade marketing e ponto de venda, reforça que datas como o Dia da Lasanha devem ser tratadas como oportunidades de conexão com o cliente: “O consumidor está cada vez mais atento às experiências que o varejo oferece. Datas como o Dia da Lasanha ativam o emocional, despertam desejo e geram tráfego se forem bem trabalhadas. Quem aposta em ambientação, sortimento correto e boa comunicação pode ver resultados significativos em um curto espaço de tempo”, analisa Ribeiro. Segundo o especialista, para vender mais, é fundamental que o varejo supermercadista se antecipe. A preparação começa com a montagem de pontos extras atrativos, como ilhas temáticas ou displays decorados com elementos italianos e mensagens que despertem o apetite. “Outra tática eficaz é a criação de combos promocionais, como lasanha com refrigerante ou sobremesa congelada, que incentivam a compra de mais itens e aumentam o ticket médio. A divulgação antecipada, especialmente em canais digitais como WhatsApp e redes sociais, também é essencial para gerar expectativa e atrair o consumidor à loja. E, por fim, vale investir na capacitação da equipe, para que todos estejam alinhados sobre a importância da data e preparados para recomendar os produtos certos com segurança", completa Ribeiro. A BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão — precursoras no mercado de lasanhas congeladas no Brasil —, tem investido continuamente no desenvolvimento de produtos voltados para o paladar do brasileiro que vai aproveitar essa data comemorativa. Para Luiz Franco, diretor executivo de Marketing e Inovação da BRF: “Nosso portfólio de lasanhas congeladas é o mais completo e demonstra o entendimento profundo da empresa quanto às tendências de consumo dos brasileiros”, afirma o executivo. Com um prato popular, marcas consolidadas e um apelo direto à praticidade e ao prazer de comer bem, o Dia da Lasanha é uma data que merece atenção redobrada no planejamento promocional do varejo supermercadista — e pode ser a receita perfeita para aquecer as vendas no fim de julho.
28/07/2025
Conecta
Vendas pelo Whatsapp: seu supermercado está utilizando corretamente?
Em um cenário onde agilidade e personalização são cada vez mais exigidas pelos hábitos dos consumidores, o WhatsApp vem se consolidando como uma ferramenta estratégica para os supermercados que buscam melhorar sua comunicação, atendimento e resultados em vendas. Mais do que um aplicativo de mensagens, o canal já se posiciona como uma ponte direta e eficaz entre empresas, clientes e vendas! De acordo com dados da Wapikit, o WhatsApp está presente em mais de 98% dos smartphones brasileiros, sendo usado por 79% dos usuários para se comunicar com empresas e por 62% deles para efetuar compras diretamente pela plataforma. Além disso, 96% das marcas nacionais já adotam o aplicativo como seu principal canal de atendimento, e 86% dos profissionais de vendas o consideram essencial no contato com clientes e leads. A tendência também já é realidade em diversos supermercados do Rio de Janeiro. Redes como Redeconomia, Supermarket e Prezunic têm utilizado o canal para divulgar ofertas, enviar cupons personalizados, tirar dúvidas dos consumidores e até realizar vendas, criando uma relação mais direta e eficiente com seus públicos. Para Allanis Grum, Product Manager de Rich Content da Pontaltech, os supermercados têm uma grande oportunidade de aumentar a fidelização e impulsionar suas vendas ao adotarem uma estratégia inteligente e personalizada no canal. “O WhatsApp oferece uma taxa média de abertura de mensagens de cerca de 98%, um número impressionante que supera amplamente outros canais como o e-mail. Com o uso adequado de automações e integração com bases de dados, é possível criar uma experiência fluída, personalizada e altamente engajadora para o cliente”, destaca a especialista. Segundo Allanis, o uso eficaz do canal vai muito além de disparar mensagens promocionais. “Comunicações personalizadas, que consideram o nome do cliente, seu histórico de compra e seu comportamento demonstram cuidado e atenção, fortalecendo o vínculo com a marca. Já mensagens frias ou em excesso podem gerar o efeito contrário: afastar o consumidor.” Ela alerta, ainda, para os riscos de uso inadequado da ferramenta. “Enviar mensagens demais pode ser considerado spam e comprometer a reputação da empresa. Pior: pode levar ao bloqueio da conta, conforme as diretrizes rigorosas da Meta. Por isso, é fundamental respeitar os limites, usar linguagem adequada ao perfil do público e investir em recursos que permitam uma jornada completa no próprio app, como botões de pagamento e integração com CRMs, plataformas de automação e analytics.” A integração do WhatsApp com outros canais também é apontada como uma prática essencial. Em caso de falhas na entrega da mensagem, mecanismos de fallback, como SMS, RCS ou atendimento humano, asseguram a continuidade da comunicação. “O WhatsApp transcendeu o papel de um aplicativo de mensagens para se tornar um verdadeiro pilar estratégico na construção de relacionamentos sólidos e duradouros com os consumidores. Quando bem utilizado, ele pode não só melhorar a experiência do cliente, mas também impulsionar os resultados do negócio”, conclui Allanis Grum.
28/07/2025
Economia
Tarifaço: como manter o equilíbrio da sua peixaria?
Ele tomou conta do noticiário e do imaginário popular: o tarifaço dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Anunciada no dia 9 de julho e com início previsto a partir de 1º de agosto, a nova política tarifária unilateral norte-americana irá impor uma taxação de 50% sobre todas as importações de itens brasileiros. Diversos setores já sentem os impactos da medida e devemos estar atentos para nos anteciparmos. Um deles é o pesqueiro, um dos mais afetados, e que movimenta cerca de R$ 20 bilhões por ano, com exportações que de aproximadamente US$ 600 milhões. Dependente do mercado estadunidense, o pescado brasileiro está, desde o dia 10 de julho, com exportações suspensas para o seu principal mercado, que concentra entre 70% e 80% dos envios de itens do setor. A exportação corresponde a cerca de 15% do mercado nacional, com destaque para tilápia, lagosta e atum de profundidade, produtos com a maior parte da produção voltada aos EUA. Esse cenário desafiador coloca empresas e pescadores artesanais em alerta e representa grandes prejuízos. O governo busca formas de mitigar os efeitos como, por exemplo, a oferta de créditos emergenciais, além de manter a tentativa de negociação com os EUA. A Associação Brasileira das Indústrias de Pescado (Abipesca), inclusive, já protocolou junto ao governo federal um pedido formal de R$ 900 milhões de crédito emergencial ao setor, com seis meses de carência e prazo de 24 meses para pagamento. A Abipesca também solicita que o pescado seja tratado com excepcionalidade e removido da lista de taxação. ”O que estamos articulando nesse primeiro momento é uma postergação de 90 dias para a entrada em vigor da taxação, para que com a tradicional diplomacia brasileira consigamos reverter isso. Precisamos fazer negócios, esperamos que nosso histórico de negociação, especialmente com o mercado norte-americano, fale mais alto e consigamos superar esse momento.", frisa Jairo Gund, diretor executivo da Abipesca. E agora? O setor pesqueiro vive um grande impasse. Como explica Rodrigo Leite, professor de Finanças e Controle Gerencial do Coppead/UFRJ, não há formas de contornar a situação a curto prazo sem negociar com os EUA. Diferentemente de outros artigos de exportação, como a carne, os pescados possuem mais dificuldade em diversificar mercados e escoar a produção, seja por questões logísticas, seja questões sanitárias, como o caso da União Europeia, que adota restrições sanitárias à importação de pescados brasileiros desde 2017. “O Brasil precisa agir em duas frentes: diplomática e estrutural. No campo diplomático, é urgente negociar uma exceção para setores sensíveis, como os pescados. Já no campo estrutural, é hora de acelerar acordos comerciais com mercados alternativos, como União Europeia e Ásia, além de qualificar sanidade e certificações para atender novos compradores.". "Lembramos que nosso desejo de mercado principal sempre foi o mercado europeu, que está suspenso desde 2017 por outras questões", pontua o diretor executivo da Abipesca. Nesse cenário de tentativa de reorganização da cadeia produtiva, o mercado interno é uma opção óbvia, mas é preciso cautela, já que a produção total não consegue ser absorvida pelos brasileiros, com destaque para artigos como tilápia e lagosta, itens voltados à exportação de alto valor agregado. “O mercado interno é sim uma opção, mas com a maior oferta o preço vai baixar e, consequentemente, a porcentagem estimada de lucro do setor também. O aumento do consumo interno pode ser uma saída para reduzir, mitigar um pouco o prejuízo geral de perda de produção, mas não funcionará como solução.", afirma Rodrigo Leite. Impacto no varejo supermercadista: atenção e cuidado! Para o setor supermercadista, no curto prazo, o cenário pode apresentar uma oportunidade de negociar um maior volume, redirecionando os produtos represados sem exportação e que ainda aguardam um novo destino. Mas para isso é preciso capacidade e estratégia logística para armazenar produtos que exigem um cuidado delicado e atenção aos vencimentos. Uma maior oferta pode, também, ajudar a baixar preços e aumentar o fluxo de clientes, incentivando promoções para que o consumidor escolha o peixe como proteína animal da dieta, conforme relata o professor de Finanças do Coppead/UFRJ: "No curto prazo, é um momento propício para o setor supermercadista apostar em negociar com o setor de pescados, aumentando a demanda da área e a oferta para clientes e apostar em ações de marketing, campanhas de publicidade para incentivar a venda, já que com a baixa do preço, reforço, em curto prazo, pode haver uma demanda pela troca da carne pelo peixe, por exemplo. Então, é um bom momento também para promoções, para incentivar a compra de pescado". A médio e longo prazo, porém, a situação pode gerar também maior atenção para o setor supermercadista. Isso porque, sem a quantidade demandada pela exportação para os EUA, a produção de pescados nacional tende a registrar queda, o que acarretaria em uma diminuição de oferta e, consequentemente, o aumento de preços. Por ser um produto de difícil armazenamento, pode haver uma ruptura de estoque para quem não negociar ou não tiver uma logística atenta, então é preciso analisar e acompanhar os dados e movimentos futuros do mercado pesqueiro, como alerta Gund: "Com esse mercado fechado haverá um desestímulo nesse processo de produção primária, resultando, em seis ou oito meses, em redução nas ofertas do mercado interno”. "Agora é hora de agirmos em conjunto, com inteligência comercial, para garantir abastecimento, equilibrar os preços, fazer boas negociações e ficar atento à logística.", destaca Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ. A ASSERJ acompanha com atenção os desdobramentos dos impactos do tarifaço para informar da melhor forma possível a todos os associados, e reforça que é fundamental agirmos com antecipação. Nosso setor possui um papel essencial na garantia da segurança alimentar e da estabilidade econômica do país e do estado do Rio de Janeiro.
28/07/2025
Economia
Pesquisa da ASSERJ revela: o clima está pra sopas e caldos e vira pauta do RJTV!
Levantamento realizado pela Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) revela que 85,9% dos cariocas consomem caldos e sopas diversas vezes por semana durante o inverno. A pesquisa, que ouviu 403 consumidores da cidade, aponta que as promoções e ofertas da estação são os principais fatores que influenciam as compras, enquanto 80,4% dos entrevistados preferem fazer suas compras presencialmente nos supermercados. Apesar do Rio de Janeiro ser conhecido por seu clima ameno nesta estação, o inverno de 2025 trouxe temperaturas mais baixas, estimulando mudanças nos hábitos de consumo. Segundo o estudo, 50,4% dos consumidores afirmam consumir caldos e sopas até duas vezes por semana, e 35,5% optam por esses pratos quentes três vezes ou mais no período. A preferência é clara: 69,5% preferem comprar os ingredientes para preparar suas refeições em casa, enquanto 30,5% optam pelos produtos prontos para consumo. O levantamento ainda mostra que 41,2% dos entrevistados preparam refeições mais elaboradas durante o inverno, e 19,1% afirmam cozinhar mais e experimentar pratos diferentes. Além disso, 38,2% aumentam o consumo de massas nesta época. As promoções são o principal motivador das compras de inverno para 66,5% dos consumidores, seguidas pelo clima frio, que influencia 23,1%, e por sugestões de receitas ou kits prontos, que impactam 10,4%. Quanto às compras por impulso, 39,2% admitem que acontecem ocasionalmente, geralmente quando encontram boas ofertas, e 21,3% afirmam que são mais frequentes em dias frios. Por outro lado, 39,5% dizem que raramente compram por impulso. Em relação a comidas e bebidas típicas do inverno, a pesquisa confirma a preferência por queijos, vinhos e chocolates. Cerca de 33% dos cariocas dizem que o frio aumenta o consumo de bebidas alcoólicas, enquanto 27% mantêm os mesmos hábitos independentemente do clima, e 40% não consomem álcool. Entre os que bebem, o vinho é consumido semanalmente por 16,9%, ocasionalmente por 26,8%, e raramente por 56,3%. Sobre a possibilidade de comprar kits de inverno prontos com vinho, queijo e pão, 37,5% afirmaram que comprariam com certeza, e 33% dependeriam do preço. No caso dos queijos, 58,1% dos consumidores aumentam o consumo durante o inverno. O chocolate também é bastante apreciado, com 42,7% preferindo chocolate em barra ou bombons, 37% optando por chocolate quente, e 20,3% escolhendo sobremesas à base de chocolate. “O estudo evidencia que, mesmo em um estado de clima predominantemente tropical, o inverno altera os hábitos de consumo dos cariocas. O aumento da procura por caldos, massas, queijos e vinhos reforça a necessidade de os supermercados adaptarem suas ofertas à sazonalidade. Além disso, a pesquisa confirma que a experiência de compra presencial continua valorizada, o que torna essencial para o varejo supermercadista oferecer não apenas preços competitivos, mas também soluções práticas e alinhadas às demandas dos consumidores”, comenta Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ. TV GLOBO - O levantamento realizado pela ASSERJ ganhou destaque no RJTV, o principal telejornal da TV Globo no estado. Assistam AQUI à matéria para entenderem melhor essas tendências e aproveitarem as oportunidades que o inverno traz para o comércio. https://www.youtube.com/watch?v=gOmT0KRyOt8
25/07/2025
1
...
173
174
175
...
799
4 Entries
4
Entries per Page
8
Entries per Page
20
Entries per Page
40
Entries per Page
60
Entries per Page
Showing 693 to 696 of 3,194 entries.
Page
1
...
Intermediate Pages Use TAB to navigate.
Page
2
Page
3
Page
4
Page
5
Page
6
Page
7
Page
8
Page
9
Page
10
Page
11
Page
12
Page
13
Page
14
Page
15
Page
16
Page
17
Page
18
Page
19
Page
173
Page
174
Page
175
...
Intermediate Pages Use TAB to navigate.
Page
176
Page
177
Page
178
Page
179
Page
180
Page
181
Page
182
Page
183
Page
184
Page
185
Page
186
Page
187
Page
188
Page
189
Page
190
Page
191
Page
192
Page
193
Page
194
Page
195
Page
799
Minuto ASSERJ
Guanabara amplia equipe e fortalece sua operação no varejo supermercadista
2/11/26, 4:00 PM
Está sabendo? GPA anuncia novo CFO
2/5/26, 4:00 PM
Showing 1 to 2 of 2
1
Newsletter ASSERJ
Receba as principais notícias do setor supermercadista e informações exclusivas para associados.
Warning:
You do not have the permission to access the upload fields on this form. Contact the form owner or portal administrator to request the access.
Sem spam. Cancele quando quiser.
Hidden