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Indústria em cena
Nasce uma gigante global do café! Vem saber quem é!
Produto essencial no dia a dia dos brasileiros e um dos itens mais vendidos no varejo supermercadista, o café acaba de ganhar um novo gigante mundial. A americana Keurig Dr Pepper (KDP) anunciou a compra da holandesa JDE Peet’s, dona de marcas como Pilão e Caboclo, em uma transação de € 15,7 bilhões (US$ 18,4 bilhões). O acordo consolida a posição da companhia no setor de cafés e estabelece um concorrente direto para a Nestlé, líder global do segmento. Segundo informações divulgadas pela Bloomberg, a operação prevê que, a partir de 2026, a KDP será dividida em duas empresas independentes: uma dedicada exclusivamente ao mercado de cafés e outra voltada para refrigerantes. Estratégia de fortalecimento no setor de cafés Conhecida mundialmente por marcas de refrigerantes como Dr Pepper e 7Up, a Keurig Dr Pepper vinha enfrentando dificuldades na divisão de cafés, pressionada pela concorrência e pela alta do preço dos grãos. A aquisição da JDE Peet’s representa, segundo o CEO da companhia, Tim Cofer, uma “oportunidade excepcional para criar um gigante global do café”. Analistas avaliam que a cisão planejada entre cafés e refrigerantes permitirá que cada unidade de negócios atue com maior foco, eficiência e capacidade de investimento. Impacto no mercado brasileiro O Brasil, maior produtor mundial e um dos principais consumidores de café, tem papel central nessa disputa. Marcas tradicionais como Pilão e Caboclo, já líderes nas gôndolas do varejo supermercadista brasileiro, passam agora a integrar o portfólio de uma multinacional com maior poder de escala e investimento. "A expectativa é que a competição mais acirrada estimule inovação em produtos, estratégias de marketing mais agressivas e melhorias logísticas", analisa o consultor econômico da ASSERJ, William Figueiredo. Disputa com a Nestlé A nova operação de café da KDP deve atingir US$ 16 bilhões em vendas anuais, enquanto a Nestlé registrou US$ 28,7 bilhões em 2024 apenas no segmento de cafés. Embora a diferença ainda seja significativa, a aquisição fortalece a posição da Keurig Dr Pepper, que aposta na diversidade de seu portfólio e no apelo de marcas regionais, como o Pilão no Brasil, para ganhar espaço em diferentes nichos de mercado. Enquanto a Nestlé mantém a liderança em cafés solúveis, cápsulas e linhas premium, a nova gigante surge com a promessa de ampliar a disputa também no segmento de cafés tradicionais e em grãos.
27/08/2025
Conecta
Cross sell: como essa estratégia pode ajudar a aumentar o ticket médio?
No competitivo setor supermercadista, encontrar estratégias que ampliem as vendas sem elevar os custos de aquisição de clientes é um desafio constante. Uma prática que vem ganhando cada vez mais espaço nesse cenário é o cross sell, ou venda cruzada, técnica que consiste em oferecer ao consumidor produtos complementares no momento da compra, agregando valor à experiência e aumentando o ticket médio. Segundo Lucas Sousa, gerente comercial da GestãoClick, especializada em soluções tecnológicas de gestão empresarial para micro e pequenas empresas, essa é uma das abordagens mais eficientes para impulsionar os resultados. “Na prática, com uma boa estratégia de venda cruzada, é possível vender mais sem precisar conquistar novos consumidores. Isso torna a abordagem eficiente e econômica, especialmente quando apoiada por ferramentas que automatizam o processo. O segredo está em conhecer bem o cliente e apresentar opções realmente relevantes”, afirma. No varejo supermercadista, a venda cruzada pode ser aplicada de diferentes formas e canais, tanto nas lojas físicas quanto no e-commerce. Quando um consumidor coloca carvão no carrinho, por exemplo, oferecer sal grosso ou temperos para churrasco torna a experiência mais conveniente e aumenta a percepção de valor. O mesmo vale para quem compra massas: sugerir molho de tomate ou queijo ralado é uma oportunidade de venda simples, prática e eficiente. “O primeiro passo é entender quem é o seu consumidor. Analise o histórico de compras, preferências e necessidades. A personalização aumenta muito as chances de aceitação”, orienta Sousa. A tecnologia é uma aliada essencial nesse processo. Sistemas de gestão empresarial (ERP) e ferramentas de relacionamento com clientes (CRM) permitem acompanhar o comportamento de compra, controlar estoques e até automatizar sugestões de venda. “Essas ferramentas ajudam a indicar, no momento certo, quais produtos devem ser oferecidos em conjunto. No e-commerce, por exemplo, o sistema pode sugerir automaticamente itens que costumam ser comprados juntos, de acordo com o histórico do cliente”, detalha. Mas a tecnologia sozinha não basta. O atendimento humano também é peça-chave para que a prática funcione. “É importante ter equipes preparadas para identificar oportunidades de cross sell e apresentar os produtos certos, no tom certo. O objetivo não é empurrar mais itens, mas mostrar soluções que agreguem valor. Quando isso acontece, a venda cruzada é bem recebida pelo consumidor”, reforça o gerente comercial. Outro ponto fundamental é o monitoramento constante. Avaliar indicadores como ticket médio, taxa de aceitação das sugestões e produtos mais vendidos em conjunto permite ajustar a estratégia e torná-la escalável. “É preciso analisar os resultados e, a partir deles, refinar a prática. Isso garante consistência e aumenta a segurança para expandir a aplicação da técnica”, completa. Mais do que aumentar as vendas, o cross sell melhora a experiência do consumidor. Ao encontrar no supermercado todos os itens necessários para uma ocasião específica — seja um churrasco, um café da manhã ou uma festa de aniversário — o cliente percebe que a empresa entende suas necessidades e facilita sua rotina. “Quando bem aplicada, a venda cruzada melhora a experiência de compra, porque o cliente percebe que a empresa entende suas necessidades e facilita sua rotina. É isso que transforma a técnica em uma vantagem competitiva para o varejo supermercadista”, destaca Lucas Sousa. O que é cross-sell? O cross-sell é uma técnica de venda cruzada. Ou seja, é oferecido um ou mais produtos complementares ao que o cliente está procurando. Um exemplo prático disso é quando um consumidor deseja comprar um tablet e o vendedor oferece um cartão de memória expansível, um par de fones de ouvido e, inclusive, um teclado portátil. “Tudo isso é feito pensando em como o indivíduo vai utilizar o item desejado no cotidiano. Dessa forma, busca-se proporcionar mais facilidade, usabilidade e praticidade para ele. Portanto, além de ampliar o valor final de cada venda, aumenta-se a satisfação do cliente”, explica Lucas Sousa.
27/08/2025
Economia
Escala 6X1 do CLT: agosto tem movimentação no Congresso. Venha saber!
Neste mês de agosto, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 8/25, que trata da escala 6x1 (modelo usual na indústria e comércio), em que os profissionais com carteira assinada trabalham seis dias consecutivos da semana e têm um descanso semanal, totalizando as 44 horas laborais, voltou a ser debatida no Congresso Nacional. Foi instalada a subcomissão, vinculada à Comissão de Trabalho, que discutirá o texto da PEC. A relatoria ficará a cargo do deputado Luiz Gastão (PSD-CE). Um parecer deve ser apresentado em até 90 dias, ou seja, em meados de setembro, após os debates do colegiado. A PEC 8/25 ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) quanto à sua legalidade, juridicidade e constitucionalidade. Se aprovado, o texto final também passará pelo crivo de uma comissão especial, que será instalada futuramente, para, somente após todas essas etapas, ser votada em dois turnos pelo Plenário da Câmara. O modelo foi testado e aprovado por algumas empresas brasileiras, dentro do projeto da organização 4 Days Week Brasil, mas especialistas destacam que seu sucesso pode se limitar a algumas áreas de atuação, e que é preciso cautela nos argumentos. Isso porque os custos da empresa podem aumentar com a contratação de mais trabalhadores para suprir as folgas extras e também os encargos sociais destas contratações. "É muito difícil se não houver um incentivo fiscal" O diretor do Grupo Adonai, Ronaldo Leal, concorda que a redução da jornada de trabalho traria benefícios para os trabalhadores como uma boa saúde mental e aumento na produtividade, mas que isso exigiria um aumento no número de funcionários, o que poderia gerar um impacto significativo nos custos das empresas, especialmente considerando as baixas margens de lucro do setor. Para que a jornada proposta seja viável, ele enumera, é necessário implementar incentivos fiscais que compensem as empresas pelos custos adicionais, e de um acordo entre sindicatos, empresas e governo: “É tão bacana pensar nessa questão holística do ser humano, mas para o varejo é muito difícil se não houver um incentivo fiscal. Acho que é possível, mas não é uma coisa para médio prazo. Tem que haver compensações para todas as naturezas.” Para o economista Roberto Gianetti, da Universidade de São Paulo (USP), incentivos fiscais devem ser temporários e destinados a objetivos específicos, sem criar dependência das empresas em relação ao governo. “O governo não produz, ele arrecada, e isso vem dos produtores. Pensar que o governo pagará para manter empregos é um equívoco”, disse, destacando que é crucial preservar recursos públicos para áreas como a Previdência. “Precisamos continuar avançando na reforma da Previdência, pois a estrutura demográfica do Brasil exige soluções financeiras sólidas para o futuro.” Gianetti, ex-diretor de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), enfatiza que o mercado de trabalho está em uma "transição trabalhista" global impulsionada pela automação e inteligência artificial. Esse fenômeno exige que empregadores e trabalhadores adaptem-se a novas demandas de produtividade e ajustes nas jornadas. Segundo ele, ajustar o modelo 6x1, entre outros, pode preservar empregos e garantir que o aumento de produtividade permita remunerações mais estáveis ou até maiores. O economista também alerta os empresários para a importância de manter um ambiente de trabalho saudável e respeitoso. "Empresas que buscam economizar abruptamente, como algumas grandes redes de varejo, acabam sofrendo perda de qualidade no ambiente interno e na motivação dos funcionários", pondera. Para Gianetti, o equilíbrio entre empregadores e empregados é fundamental para lidar com a transição trabalhista de forma justa e saudável. Ele defende que essa transformação nas relações de trabalho, impulsionada pela automação e novas tecnologias, deve ocorrer sem que uma das partes tire vantagem excessiva ou sofra prejuízos significativos. O economista acredita que, com responsabilidade e equilíbrio, é possível preservar a qualidade do emprego e a remuneração justa, garantindo uma adaptação benéfica para todos. Custo de soluções ainda são barreiras no Brasil Autor do livro “Vivendo o varejo americano", Roberto James argumenta que a implementação imediata do fim da escala 6x1 no varejo e na indústria brasileira enfrentaria desafios significativos, principalmente por fatores econômicos e tecnológicos. Ele aponta que, embora existam tecnologias avançadas para automatizar processos em supermercados e indústrias, como câmeras, softwares e sistemas de autoatendimento, a disseminação e o custo dessas soluções ainda são barreiras no Brasil. “A mão de obra no Brasil é relativamente barata, o que torna a substituição por máquinas e sistemas automatizados economicamente inviável para muitas empresas, especialmente no curto prazo", ele afirma. Apesar dos desafios iniciais, James acredita que a automatização traria benefícios significativos para o varejo e a indústria no longo prazo, como aumento da eficiência, redução de custos e melhoria da experiência do cliente. Ele destaca que setores como o atendimento em caixas de supermercados e a logística em centros de distribuição são os mais propensos a serem automatizados devido à existência de tecnologias já maduras. Mas observa que a transição para um modelo mais automatizado exige um planejamento cuidadoso e investimentos significativos em tecnologia e treinamento de funcionários. É importante que o varejo supermercadista esteja atento a essas possíveis mudanças para estudar a melhor forma de se preparar para um novo cenário. E também que todos os setores envolvidos estejam abertos a discussões.
27/08/2025
Quer conhecer a fábrica da Chinezinho? A ASSERJ te mostra!
A ASSERJ visitou, nesta terça-feira (26), a fábrica da Chinezinho, tradicional marca fluminense do setor alimentício, em Valença (RJ). A unidade, que hoje possui 10 mil m², será ampliada para 15 mil m² até o final do ano. O investimento busca aumentar a capacidade produtiva e acompanhar a crescente demanda do varejo no estado, responsável por cerca de 80% do faturamento da companhia. “Atuamos com um portfólio amplo, com mais de 600 SKUs distribuídos entre diversas categorias: molhos, cereais, condimentos, especiarias, farináceos, elaborados, snacks, chás, entre outros”, afirmou Isis Corrêa, diretora industrial da empresa. Com mais de 50 anos de atuação, a Chinezinho consolidou uma estrutura sólida no Rio de Janeiro: são duas fábricas em Valença e Vassouras, além de escritório corporativo e transportadora na capital. O grupo reúne mais de 600 colaboradores diretos e cerca de 800 profissionais quando contabilizados os prestadores de serviço. “Essa presença sólida nos permite não apenas gerar empregos e movimentar a economia regional, mas também fortalecer parcerias com fornecedores locais e investir continuamente em inovação e qualidade”, destacou Corrêa. O portfólio da marca também reflete a sazonalidade do consumo: ervilha e canjica no inverno, canela e grão-de-bico no período natalino. Os molhos representam entre 30% e 40% das vendas totais. Mais do que resultados financeiros, Isis Corrêa reforça o vínculo da Chinezinho com o consumidor fluminense. “Somos uma empresa nascida e enraizada no Rio de Janeiro, que cresceu acompanhando os hábitos e o estilo de vida dos fluminenses. Por isso, carregamos conosco não só a responsabilidade de oferecer alimentos de confiança, mas também o orgulho de representar o estado em outros mercados do Brasil.” Com a expansão em Valença, a Chinezinho reafirma sua estratégia de aliar tradição e inovação, ampliando sua capacidade produtiva sem perder o DNA fluminense que a consolidou como referência nos setores alimentício e supermercadista nacional. A edição de setembro da revista Super Negócios trará uma reportagem especial detalhando os bastidores e os próximos passos da empresa.
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