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Redução nos preços de arroz, feijão e ovos abre oportunidades para supermercadistas
Após meses de pressão sobre o bolso do consumidor, julho trouxe um movimento de alívio importante para o varejo supermercadista. De acordo com o estudo “Variações de Preços: Brasil & Regiões”, realizado pela Neogrid, itens de grande giro como ovos, arroz e feijão registraram queda nos valores médios na região Sudeste, abrindo espaço para ajustes de sortimento, promoções direcionadas e maior potencial de consumo nas lojas. Os legumes apresentaram a retração mais expressiva, de -12,9%, seguidos pelos ovos, que caíram -5,4% após meses de altas consecutivas. Já o arroz recuou -4,2%, a carne bovina teve queda de -3,5% e o feijão baixou -2,4%. Por outro lado, produtos de higiene e limpeza registraram avanço no período: o desinfetante subiu 1,9%, o creme dental avançou 1,7% e tanto o detergente líquido quanto a margarina tiveram reajuste de 1%. Para Anna Carolina Fercher, líder de Dados Estratégicos na Neogrid, esse movimento exige análise cautelosa por parte do varejo. “Embora o recuo dos itens básicos tenha oferecido um alívio no bolso do consumidor, as pressões externas, como o aumento dos custos logísticos e a desvalorização cambial, continuam a operar como forças restritivas para uma recuperação duradoura dos preços”, destaca. Segundo ela, além das condições climáticas que ainda afetam a oferta global de alimentos, o impacto do ‘tarifaço’ dos Estados Unidos deve ser um fator determinante para o ritmo do mercado interno, mantendo a volatilidade que também atinge categorias como higiene e limpeza. Na prática, o cenário abre espaço para que supermercados reforcem sua atratividade junto ao consumidor. "Com ovos, arroz e feijão mais acessíveis, há oportunidades de potencializar vendas cruzadas e ampliar a competitividade em perecíveis, especialmente hortifrúti e proteínas, onde a queda de preços pode estimular a demanda. Ao mesmo tempo, a elevação em itens de mercearia e limpeza pede atenção à precificação, à negociação com fornecedores e à oferta de alternativas como marcas próprias, capazes de equilibrar margens e manter a fidelização do cliente", explica o consultor econômico da ASSERJ, William Figueiredo. No acumulado de 2025, o café em pó e em grãos segue como líder absoluto de altas, com variação de +38,4% entre dezembro de 2024 e julho de 2025, passando de R$ 53,90 para R$ 74,14. Em seguida aparecem a margarina, com alta de 4,4%, o creme dental, com 3,7%, o leite em pó, com 2%, e o pão, com 1,2%. Esses números reforçam a necessidade de monitoramento constante e gestão dinâmica de categorias para que o varejo supermercadista consiga se manter competitivo diante das oscilações do mercado.
02/09/2025
Por dentro da asserj
CRM, E-commerce, bastidores da Chinezinho e muito mais: revista Super Negócios de setembro está no ar!
A edição de setembro da Revista Super Negócios já está no ar e chega repleta de conteúdos que refletem os principais movimentos e tendências do varejo supermercadista. A matéria de capa traz o tema “E-commerce não é mais um diferencial, é necessidade!”, mostrando como as vendas digitais se consolidaram como parte fundamental da estratégia de qualquer empresa do setor em um momento em que os consumidores transitam pelos diferentes canais . Outro destaque é a reportagem “Vale a pena vendas diretas B2B?”, que avalia as oportunidades e desafios desse modelo de negócios - está riquíssima de conteúdo e destaca case de sucesso do Supermarket Grupo Alvorada. Na seção Indústria em Cena, a tradição fluminense da marca Chinezinho ganha espaço, com uma trajetória que se tornou referência nacional em alimentos. Já no Super Papo, a especialista Dafna Blaschkauer discute “Power Skills e Inovação” e revela como liderar e engajar equipes em tempos de mudanças aceleradas. Em Gestão Eficiente, Lucro Certo, o CRM é protagonista na garantia de melhores resultados e maior lucratividade. Todos os colaboradores de marketing e vendas deveriam ler! O Associado em Foco apresenta o Grupo Alvorada, associado Supermarket, que abre as portas para a ASSERJ e compartilha sua cultura organizacional e tem muito mais! Nossos associados brilharam em agosto. No Caderno Especial, o tema é “Beleza vende!”, com insights sobre como o segmento de autocuidado pode gerar novas oportunidades de faturamento para os supermercados. A seção Conecta Varejo destaca as startups presentes no ASSERJ Hub, no Conecta Varejo, que apresentam soluções aplicáveis nos supermercados. No Economia em Pauta, a revista analisa os bons resultados da abertura do segundo semestre, a queda da cesta básica e os impactos do tarifaço na alimentação fora de casa. O Espaço Trade reforça a importância das ações de trade marketing na experiência do consumidor, enquanto em, Por Dentro da ASSERJ, os leitores conferem os melhores momentos do evento Conecta Varejo/Rio Innovation Week 2025 e quem esteve por lá. Confira! A edição ainda traz histórias inspiradoras na seção Eu no Varejo, além de novidades e lançamentos em Cheguei na Gôndola. No especial Boas Vendas, as estratégias se voltam para datas sazonais como o Dia das Crianças e Halloween. O conteúdo também antecipa o Seminário Super Negócios, que promete reunir grandes profissionais de marketing, trade e comercial, e fecha com o Papo de Adega, abordando como as Adegas Inteligentes podem transformar a performance da seção de vinhos. Com reportagens estratégicas, análises profundas e cases inspiradores, a Revista Super Negócios de setembro se consolida como leitura indispensável para todos os profissionais do varejo supermercadista. CLIQUE AQUI E BOA LEITURA!
01/09/2025
Dia dos Pais cresce 5,9% nos supermercados! Vem saber como!
As datas sazonais podem gerar ótimos resultados para os varejistas se contarem com estratégia e ações bem estruturadas. O Dia dos Pais de 2025 é mais um grande exemplo de como nosso setor consegue aproveitar momentos de celebração, a priori não necessariamente vinculados aos supermercadistas, para gerar ótimos resultados e aumentar o faturamento. Segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), a data registrou crescimento de 5,9% em vendas no varejo nacional, entre os dias 4 e 10 de agosto, na comparação com o mesmo período de 2024. A subida generalizada foi puxada principalmente por dois canais: e-commerce (+8,9%) e lojas físicas (+5,2%). Especificamente no segmento de super e hipermercados, o avanço foi expressivo, chegando a 8,0%, mostrando que esse tipo de ocasião também demanda o consumo de bens essenciais e presentes de valor agregado. Outro ponto que apresenta como o varejo supermercadista pode atender à demandas específicas dos clientes é o fato de que, no mesmo período citado, o setor de alimentação fora do domicílio (Bares e Restaurantes) cresceu 2,9%, evidenciando um comportamento que já vem sendo detectado em outros momentos: a preferência dos brasileiros pelo consumo em domicílio em datas de celebração em família. "O Dia dos Pais foi marcado pelo fortalecimento do e-commerce, reflexo de escolhas mais diversificadas e conectadas na hora das compras, e pela preferência pelos supermercados em vez da alimentação fora de casa, possivelmente causada pelos preços mais altos em bares e restaurantes", frisa Carlos Alves, vice-presidente de Tecnologia e Negócios da Cielo. Rio de Janeiro: maior alta nacional No recorte por entes federativos, o Rio de Janeiro é o grande destaque do Brasil. Com alta de 7,7%, o estado lidera com folga a lista, frente os 5,8% de Minas Gerais, segundo colocado. A região Sudeste, como um todo, também foi a que mais evoluiu no período, com subida de 6%. O melhor desempenho do comércio presencial em nosso estado impactou diretamente o varejo supermercadista que, apostando em campanhas promocionais, comunicação em loja, ações de fidelização e diversificação de mix, conseguiu tornar o ambiente físico atrativo, competitivo e um fator de incentivo às compras por impulso para o Dia dos Pais. Resiliência e oportunidade: o que significa o desempenho supermercadista? O avanço de 8% nas vendas de super e hipermercados no Dia dos Pais 2025 reforça que nosso setor permanece um dos mais resilientes e estratégicos do varejo nacional. Além de atender às necessidades de abastecimento, os supermercados se destacam cada vez mais como espaço de compra de conveniência, presentes práticos, kits comemorativos e produtos premium, como vinhos, especialmente em datas comemorativas. Isso exige, porém, análise do comportamento do consumidor e estratégias bem delineadas de ações. A ASSERJ parabeniza todos os associados pelo exclente desempenho e serviço prestado à população fluminense, fortalecendo ainda mais o papel do varejo supermercadista fluminense.
01/09/2025
Envelhecer é uma nova fase de consumo - seu supermercado está pronto para os 60+?
O Brasil vive uma gradual e profunda transformação demográfica com o envelhecimento acelerado da população. O redesenho da pirâmide etária e o aumento expressivo de pessoas na faixa acima dos 60 anos (grupo que ultrapassou 57% de crescimento desde 2010, segundo o último Censo do IBGE de 2022), aliado a queda da taxa de natalidade no país, apresenta uma oportunidade de momento - e uma necessidade futura - para o varejo supermercadista, ainda mais se considerar o fato de que, de acordo com as projeções, a população brasileira deve parar de crescer a partir de 2041. Com o novo cenário populacional, há uma redefinição do comportamento de consumo e entender esse contexto é fundamental para quem deseja inovar, criar conexões reais e fidelizar compradores e aumentar faturamento. Um novo perfil de consumidor Historicamente negligenciado, geralmente tratado como um segmento homogêneo considerado a partir dos 55 anos, o público com 60 anos ou mais apresenta características específicas. Pesquisas recentes apontam pessoas nessa faixa etária têm comportamento de compra distinto: carrinhos menores, maior poder aquisitivo, maior fidelidade às marcas que confiam, mais consciência de consumo e de custo-benefício e foco em saúde, qualidade e conveniência. Segundo o último levantamento Customer Insights, divulgado pela Rock Encantech, a população 60+ representa 18,6% do total de clientes do varejo supermercadista, sendo responsável por uma parcela considerável das vendas, variando de 19,2% a 25,5% (entre um quinto e um quarto do total comercializado, a depender do negócio). Se contabilizada a parcela 50+ (18,6%), que logo fará parte da categoria posterior, o total de consumidores chega a 37%, ou seja, mais de um terço dos shoppers. Ainda de acordo com a Rock Encantech, o ticket médio da categoria acima de 60 anos é de R$ 141,82 (já entre 50 e 59 anos, esse valor fica em R$ 163,71). Os levantamentos apontam para uma conclusão: entender e atender às necessidades dessa parcela da população é mais do que uma adaptação geracional, é uma oportunidade concreta de gerar valor e construir vínculos com uma base de consumidores cada vez mais representativa e que só tende a crescer. O tema, aliás, foi pauta no palco do Conecta Varejo / Rio Innovation Week. "Quando comecei a pesquisar sobre o tema tentávamos fazer estudos, mas não existiam dados sobre quem é o público consumidor 60+ no Brasil. Quem consome? O que consome? E aí descobrimos uma caixinha gigantesca: todo mundo acima de 55 anos era jogado dentro de uma única categoria. Não tinha pesquisa, não existiam dados. As pesquisas iam até os 40 anos, porque o mercado não considerava o restante interessante. E estamos falando de uma geração que tem muito dinheiro. Então, por um incômodo técnico, mas também um incômodo real de mercado, percebemos que essa é uma população com dinheiro, com demandas, e que ninguém enxerga. Foi daí que decidimos fazer o primeiro estudo nacional, que é o Tsunami 60+. Rodamos a primeira edição em 2019, e tomamos um susto com o envelhecimento do país, com o poder aquisitivo e de consumo da faixa dos 50+, que não era endereçada por marcas, por empresas", Mariana Fonseca, CEO da Mariposa. A experiência do consumidor 60+ Essa população, tende a valorizar programas de fidelidade, atendimento humanizado e empático e experiências personalizadas. O público 60+ exige que as redes supermercadistas se afastem dos estereótipos geracionais e das soluções genéricas, adotando estratégias segmentadas, humanas e tecnológicas. Portanto, a comunicação deve ser baseada em comportamentos, não em idades, como explica Andrea Bisker, co-CEO do Clube Aladas: "Os Boomers, nascidos antes de 1965, estão reinventando o que significa amadurecer, porque estamos vivendo muito mais. E temos ainda os que têm entre 80 e 100 anos. Ou seja, hoje, temos sete gerações convivendo ao mesmo tempo. Há muitos estudos que se perguntam: ainda faz sentido pensar em projetos, briefings e comunicações separando essas gerações? Para mim, faz sentido, mas somente se analisarmos todas as variáveis, porque é algo muito complexo. Quando colocamos todo mundo ‘no mesmo saco’, digamos assim, corremos o risco de perder nuances importantes. Mas o mais importante de tudo, quando falamos sobre gerações, é lembrar que estamos falando de pessoas. E muitas vezes nos esquecemos disso e, com isso, acabamos errando e perdendo grandes oportunidades". "As gerações são convenientes, mas não suficientes. Elas marcam uma ideia que, muitas vezes, pode nos confinar. Existem cinco temas estruturantes que conectam as pessoas: identidade; bem-estar; crescimento e evolução; laços afetivos; e pertencimento, comunidade. Isso confirma que estamos indo além do consumo, estamos falando de desejos e estímulos pessoais. A partir daí, claro, podem existir traduções e expressões específicas para certos momentos da vida. Não temos conclusões fechadas, só abrimos várias outras", analisou Iza Dezon, CEO da DEZON. Mais do que rótulo geracional: o ciclo de vida é o fator-chave A ideia central para atrair, estimular e fidelizar a população acima dos 60 anos está além dos rótulos geracionais. O cerne do pensamento é simples, mas direto: é preciso olhar comportamentos, estilos e fases de vida, sem necessariamente se apegar às questões etárias. "O ciclo de vida impacta mais no consumo do que a geração. Não importa a geração que estamos, importa a fase de vida que estamos", destacou Andrea Bisker. Ou seja, essa parcela relevante do público consumidor não deve ser encarada como uma categoria homogênea, mas sim como uma massa diversa, com necessidades e comportamentos diferenciados. "As cinco marcas mais votadas por todas as gerações correspondiam diretamente aos cinco temas estruturantes. Quando olhamos para essas marcas, vemos que cada uma tem um desses valores como espinha dorsal. E, a partir disso, se encontra muitas maneiras de expressar esse único valor, adaptando conforme as gerações. Você precisa escolher o que faz sentido para o DNA da sua marca. E essa deve ser uma pergunta estratégica para qualquer decisão de comunicação, marketing ou posicionamento. O mesmo vale para como falamos com as pessoas. Quando adaptamos os discursos, aí sim conseguimos campanhas mais direcionadas para grupos geracionais, faixas etárias, momentos de vida. A idade hoje significa muito menos", pontuou Iza Dezon, CEO da DEZON. Como o varejo supermercadista pode atender melhor os 60+ Adotar estratégias centradas para esse público não é apenas uma ação de inclusão, é uma decisão estratégica. Confira algumas dicas: Atendimento humanizado: treinar equipes para oferecer atenção, empatia, escuta e apoio. A qualidade do atendimento impacta diretamente na fidelização; Serviços personalizados: entregas em domicílio com canais acessíveis, suporte na loja e orientação para o uso de tecnologias podem ser diferenciais importantes para facilitar o acesso; Layout e sinalização das lojas: evitar barreiras físicas e visuais: corredores amplos, carrinhos especiais e letreiros grandes promovem uma boa experiência; Engajamento e experiência: apostar em faixas de horário com menor fluxo e atendimento personalizado pode trazer mais conforto e segurança para esse público, fortalecendo a conexão emocional; Produtos e formatos adaptados: embalagens práticas e alimentos funcionais, com foco em saúde, nutrição e conveniência, são bons atrativos; Uso estratégico da tecnologia: personalização, ferramentas como gôndolas estendidas, programas de fidelidade inteligentes e ofertas com foco no custo-benefício; Campanhas sem estereótipos: é essencial abandonar a representação ultrapassada do idoso passivo e valorizar a autonomia e a experiência. "Outra iniciativa importante é a implementação de programas de cashback e benefícios, que se mostram fundamentais para atrair clientes com menor poder aquisitivo. Esses programas não apenas incentivam novas compras, mas também promovem a fidelização do consumidor", sugere Fernando Gibotti, vice-presidente de Varejo e Indústria da Rock Encantech. Tamara Paccas, estatística de Inteligência de Mercado da Rock Encantech, salientou: "As marcas que desejam se manter relevantes devem adotar estratégias segmentadas, investir em programas de fidelidade robustos, personalizar promoções conforme datas sazonais e oferecer soluções que respeitem o momento de vida de cada consumidor". "A questão é a personalização, como conseguir de fato, com o uso de tecnologia e ferramentas, personalizar as experiências. E não é personalizar de achar uma caixinha e criar um padrão para aquela caixinha. É entender qual é o desejo que existe ali e esse desejo, com base de tecnologia, de poder ajudar a ser personalizado. As vezes, se organiza caixinhas porque é mais fácil fazer leituras, mas é preciso tomar cuidado porque as coisas estão mudando muito. Se apegar a esses estereótipos é arriscado em muitos casos", frisou Mariana Fonseca, CEO da Mariposa. Envelhecer é uma nova fase de consumo Com a projeção de mais de 21 milhões de novos idosos no Brasil até 2030, nosso setor precisa ajustar suas ações para encarar a longevidade do brasileiro como um mercado ativo, dinâmico e cheio de possibilidades. Isso requer o abandono de "achismos" e basear ações em dados, escuta ativa de consumidores, adaptação de experiências e, principalmente, na construções de conexões genuínas com os consumidores. Investir no público 60+ é investir no futuro do seu negócio.
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