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Metanol: consumo de bebidas segue estável e clientes reforçam credibilidade dos supermercados
Uma pesquisa realizada pela Associação de Supermercadistas do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) mostrou que, apesar das recentes notícias envolvendo casos de bebidas adulteradas no Brasil, o consumo segue estável nas redes do estado. O levantamento ouviu consumidores sobre hábitos de compra e cuidados na escolha de bebidas alcoólicas. Segundo o estudo, 43,3% dos clientes afirmaram comprar bebidas semanalmente e 20,9% mensalmente. A maioria (94%) declarou ter conhecimento dos casos de adulteração. Entre as categorias mais adquiridas, a liderança é das cervejas (50,7%), seguidas por vinhos (28,4%) e destilados (17,9%). Apesar desse cenário, as grandes redes confirmam que as vendas seguem normais. Após as notícias, o comportamento do consumidor apresentou nuances: 38,8% continuam comprando, mas com mais atenção à marca e à procedência, enquanto 25,4% afirmaram ter reduzido a quantidade adquirida. Já 9% disseram estar evitando a compra de bebidas alcoólicas no momento. A pesquisa também apontou os principais cuidados adotados: 47,8% preferem marcas conhecidas, 28,4% confiam apenas em supermercados de credibilidade, e 23,9% verificam se a embalagem está intacta. Questionados se já deixaram de comprar alguma marca por desconfiança, 46,3% responderam que sim. Para as festas de fim de ano, o comportamento tende a se manter cauteloso: 40,3% pretendem comprar apenas marcas conhecidas, e 35,8% priorizarão redes de confiança. Além de monitorar os desdobramentos legais e orientar consumidores, a ASSERJ já atua diretamente junto às redes supermercadistas, reforçando protocolos de checagem de rótulos, selos fiscais e fornecedores, a fim de garantir a segurança dos produtos oferecidos. “A ASSERJ reforça a missão de proteger o consumidor e preservar a credibilidade do setor supermercadista, que é referência de confiança e segurança para milhões de brasileiros. A associação está atenta e comprometida em apoiar tanto os comerciantes quanto os consumidores nesta luta contra a falsificação de bebidas. Precisamos agir com rigor, responsabilidade e, sobretudo, informação. Só assim conseguiremos salvar vidas e preservar a confiança em um dos setores mais importantes para a sociedade.”, ratifica Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ.
07/10/2025
A confiança digital será o maior ativo das empresas nos próximos anos. Como proteger a sua dos golpes online?
Para aqueles que não vivem em uma bolha isenta das informações externas, uma constatação sobre o mundo virtual é inevitável: a segurança é cada dia mais atacada. Diariamente somos impactados com novas notícias sobre alguma ofensiva de criminosos em golpes online. E um levantamento divulgado pela Forbes Brasil expõe como o cenário é alarmante para o e-commerce. Segundo a pesquisa, 82% dos consumidores brasileiros já foram vítimas de algum tipo de fraude digital. O maior cenário negativo são as redes sociais, com destaque para anúncios falsos (45%), perfis falsos (28%), sites fraudulentos (13%) e contas clonadas (6,3%). O estudo apresenta como é extremamente preocupante o atual contexto do ambiente digital e, principalmente, como é de suma importância que empresas desenvolvam mecanismos de segurança para si e para seus usuários, conforme destaca a advogada Débora Farias, especialista em Direito Empresarial e do Consumidor, com foco especial em fraudes bancárias, relações de consumo e o setor varejista: "Não estamos falando apenas de consumidores desatentos. Estamos diante de uma crise de confiança digital que afeta diretamente a reputação de empresas e instituições. Quando uma marca é usada em um anúncio falso ou associada a um golpe, ainda que sem culpa, há um impacto real na percepção de confiabilidade e também um risco jurídico para a companhia envolvida". A atuação dos criminosos no universo das redes virtuais tem um planejamento com uma lógica estratégica. A principal intenção é explorar a credibilidade de marcas reconhecidas, simulando promoções ou canais oficiais de atendimento, para atrair clientes que não se atentem ao golpe. Com meios cada vez mais convincentes e bem estruturados, os fraudadores impõem uma dura missão para as empresas, que precisam de sistemas de segurança progressivamente mais robustos. Vale destacar ainda, que esse tipo de crime não gera apenas reflexos individuais com prejuízos somente para consumidores, ele também afeta as próprias organizações. De acordo com Débora Farias, as companhias devem encarar essa questão como uma potencial crise de riscos de imagem e de responsabilização: "É preciso entender que esse tipo de fraude não é um problema externo apenas, mas um risco corporativo que precisa ser monitorado, prevenido e tratado com a mesma seriedade de qualquer outra ameaça à reputação e à conformidade legal". Embora nosso país conte com instrumentos legais como o Marco Civil da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), suas aplicações práticas ainda representam um desafio. A fiscalização é lenta, a responsabilização das plataformas é limitada e a maior parte das medidas ocorre apenas depois do dano causado. "No Direito do Consumidor, a confiança é um bem jurídico protegido. Por isso, mesmo quando a fraude é cometida por terceiros, a empresa precisa estar preparada para demonstrar diligência e proteger seus clientes, sob pena de enfrentar ações judiciais, autuações de órgãos como Procon e Senacon e perda de competitividade", ressalta a advogada especialista no varejo. Corroborando o levantamento da Forbes Brasil, um levantamento da Check Point Research aponta que, no primeiro semestre deste ano, foram registradas 500 mil ocorrências de ciberataques no Brasil, em uma rotina que afeta usuários e empresas dos mais variados portes. Os principais ataques são o "pharming", "smishing" e "phishing" (explicaremos abaixo as especificidades de cada), que exploram vulnerabilidades humanas e técnicas para roubar dados, credenciais e até dinheiro. Desconhecer o funcionamento dessas ofensivas e as medidas a serem adotadas para proteção amplia os riscos de perda. Daniel Tieppo, especialista em cibersegurança e Diretor Executivo da HexaDigital, destaca que a prevenção é a principal defesa: "Esses golpes exploram a confiança e a desatenção das pessoas. Por isso, o primeiro passo é entender como funcionam para evitar cair em armadilhas digitais. Além disso, empresas precisam fortalecer processos internos e adotar tecnologias de monitoramento e proteção em tempo real". Investimento e planejamento: a melhor forma de empresas se precaverem Não há saída para as empresas, se não trabalhar para minimizar riscos. Para isso, são extremamente necessários investimentos em governança digital e adoção de medidas muito bem estruturadas de prevenção e resposta às ações criminosas. Para o varejo supermercadista, Débora Farias enfatiza algumas recomendações: Registro da marca no INPI; Adotar políticas de monitoramento contínuo de menções e anúncios, identificando e denunciando rapidamente conteúdos falsos e perfis fraudulentos que utilizem indevidamente a identidade; Definição de canais oficiais verificados (sites, redes sociais, WhatsApp verificado) e destacar esses perfis em todas as comunicações com o público; Parcerias com plataformas digitais para agilizar denúncias e remoção de conteúdos falsos; Estabelecer protocolos internos de resposta rápida e gestão de crise para casos em que a marca seja usada em golpes, garantindo transparência e proteção ao consumidor, com envolvimento das áreas jurídica, de compliance e de comunicação; Políticas de uso de logotipos e identidade visual; Seguro contra riscos cibernéticos e vazamento de dados. Em relação à proteção direta de consumidores, a advogada especialista no varejo pontua: Desenvolver campanhas educativas periódicas sobre segurança digital e formas de contato legítimas nos canais oficiais da empresa; Investir em capacitação das equipes de marketing e atendimento para reconhecer sinais de fraude e orientar os consumidores; Implementação de autenticação em dois fatores para transações online; Canal exclusivo para denúncias e suporte à vítimas de fraude; Utilização de QR Codes seguros e links criptografados para promoções. "Hoje, não basta ter um bom produto ou serviço. É fundamental blindar a confiança que o consumidor deposita na marca. E isso significa investir não só em segurança técnica, mas também em estratégias institucionais, jurídicas e comunicacionais para lidar com a fraude digital", reforça Débora Farias. Saiba contra o que se combate 1. Pharming: o golpe invisível que troca o destino. Essa ação redireciona o usuário, de forma invisível, para sites falsos mesmo quando o endereço correto é digitado. Isso pode ocorrer por falhas em servidores DNS ou por malware instalado no dispositivo da vítima; 2. Smishing: quando o SMS vira armadilha. Essa prática consiste no envio de mensagens falsas que induzem a vítima a clicar em links maliciosos ou compartilhar informações pessoais; 3. Phishing: a isca digital mais comum. O ataque utiliza e-mails, redes sociais ou aplicativos de mensagens para se passar por instituições confiáveis, induzindo a vítima a fornecer dados sigilosos, como logins, senhas e números de cartão. Confiança digital: a chave para o futuro Se já representam um cenário desafiador atualmente, os golpes online, infelizmente, ainda irão evoluir. Com o avanço de tecnologias como inteligência artificial e os "deepfakes", a sofisticação da atuação criminosa será mais ampla, exigindo mais atenção das empresas com segurança. Isso será fundamental para preservar o que será um dos principais fatores de diferenciação junto aos consumidores, a confiança, como alerta Débora Farias: "A confiança digital será o maior ativo das empresas nos próximos anos. Quem não estiver preparado para proteger sua reputação frente às fraudes estará automaticamente em desvantagem competitiva". Diante desse cenário, que se impõe cada vez como um grande obstáculo, o fortalecimento da cultura de segurança digital precisa ser encarado como prioridade estratégica por todo o varejo supermercadista. A confiança, um valor construído diariamente de forma árdua junto ao consumidor, pode ser quebrada facilmente e de forma irremediável no ambiente online, portanto, ela depende da capacidade de prevenir, agir com transparência e proteger o cliente de ameaças. Um episódio falho pode colocar a perder não apenas a reputação no universo virtual, mas também a força no mundo físico. Daniel Tieppo salienta a responsabilidade compartilhada no combate aos crimes virtuais: "O usuário precisa adotar hábitos digitais mais seguros, enquanto empresas devem investir em políticas de conscientização e tecnologias de defesa. A combinação de educação e prevenção é a melhor estratégia". Proteger a reputação da marca é proteger também o relacionamento com o cliente e, em um mercado cada vez mais conectado, essa será a base para sustentar a competitividade e o crescimento sustentável das empresas.
07/10/2025
Por dentro da asserj
No ar: edição de outubro da revista Super Negócios destaca Seminário, função de controller, expectativas para o Natal e muito mais!
Informações completas e de qualidade à disposição! A nova edição da revista Super Negócios já está no ar e traz uma imersão em temas atuais e essenciais para quem busca crescer no varejo supermercadista. Os destaques do mês de outubro são leituras fundamentais para quem quer se desenvolver com inteligência e estratégia. Na matéria de capa, "Natal de tradições, fidelização e novos hábitos", uma análise completa sobre uma das datas mais aguardas do calendário do varejo supermercadista. Dados, pesquisas de comportamento, análises de especialistas, estratégias, tudo para fornecer aos leitores a visão mais ampla e completa possível sobre como atuar na data, que exige muito estudo e estratégia para obter os melhores resultados para o negócio. Outro grande tema deste mês é a análise do "Caderno Especial": "Saudabilidade: a tendência que impulsiona vendas!". A matéria destaca como o que antes era um nicho, se tornou uma realidade, com cada vez mais atenção dos consumidores à categoria, porém, exigindo cuidado e curadoria do mix, já que as decisões de compra são extremamente seletivas. A matéria traz dados, pesquisas, levantamentos e dicas para impulsionar suas gôndolas, com exemplos de redes que investiram nessa área e já detectaram retorno considerável. Na editoria "Gestão Eficiente, Lucro Certo", o leitor encontra um guia completo e direto sobre a função do controller em uma rede supermercadista, destacando sua fundamental importância para a gestão do negócio e para o crescimento financeiramente saudável da empresa, pontuando indicadores, desafios e formas de atuação de um profissional essencial para as operações. A seção "Indústria em Cena" abre as portas da fábrica da Verde Campo e revela como a saudabilidade pode, e deve, combinar cultura organizacional, valores inegociáveis, tecnologia e trabalho humano em uma combinação que gera qualidade, diferenciação e percepção real junto aos consumidores, fatores que consolidaram a empresa mineira, de alma carioca, como uma referência nas gôndolas do Brasil inteiro. Já na editoria "Vale a Pena?" o conteúdo aprofunda os prós e contras de estações de recarga de carros elétricos em estacionamentos de supermercados, ajudando o varejista a tomar decisões mais assertivas e adaptadas ao contexto do seu negócio, diante da realidade crescente do interesse do brasileiro por veículos eletrificados. E trazemos depoimentos de quem já adotou ou planeja ter a ferramenta. Já no "Super Papo", Day Titon, diretora comercial da Baly, traz insights sobre a "cultura da coragem" e as formas de transformar o medo em oportunidades no varejo supermercadista. Ela aborda como escuta ativa de consumidores, inovação e cultura organizacional são questões estratégicas para desenvolver uma trajetória de sucesso. A editoria "Conecta Varejo" apresenta o tema "Fiscal Remoto: porque investir nessa tecnologia?", com insights valiosos sobre a ferramenta que já ajuda redes fluminenses a reduzir perdas e melhorar a experiência do cliente reduzindo, por exemplo, o tempo de atendimento em caixas, com cases de estratégias bem executadas por nossos associados. Em "Economia em Pauta", uma análise aprofundada do cenário econômico global e nacional e de resultados do setor supermercadista, ajudando o varejista a ajustar estratégias com base em indicadores atualizados. E no Espaço Trade, a aposta é na transformação do ponto de venda (e suas extensões) em um palco de experiência para o consumidor, trazendo ativações de marcas como Coca-Cola e Ypê, nos supermercados. A publicação ainda traz todos os detalhes da próxima edição do Seminário Super Negócios, na editoria "Vem Aí". Além disso, todas as novidades institucionais da Associação no "Por Dentro da ASSERJ", histórias inspiradoras de quem vive o varejo na pele, como Thiago Mattos, do Supermarket Alvorada, na seção "Eu no Varejo", lançamentos de produtos que prometem agitar as vendas no "Cheguei na Gôndola", estratégias e tendências de consumo para aproveitar a reta final do calendário do futebol brasileiro na editoria “Boas Vendas” e, no Papo de Adega, uma reflexão sobre o comportamento dos 60+ no consumo de vinhos. A edição de outubro da revista Super Negócios está imperdível. CLIQUE AQUI e tenha uma leitura estratégica para quem quer estar à frente no varejo!
06/10/2025
Por dentro da asserj
Os próximos passos da ALAS, agora sob a gestão do presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz
Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ, agora também presidirá a Associação das Américas de Supermercados (ALAS). Eleito no dia 1º deste mês para comandar a entidade no biênio 2026-2027, Queiróz já anunciou que dará sequência à gestão de Jaime Cabal, atual mandatário da ALAS. Porém, além disso, Queiróz pretende promover diversas iniciativas durante seu mandato, trazendo uma visão estratégica voltada para inovação, integração e fortalecimento do setor supermercadista nas Américas. Com foco em transformar desafios em oportunidades, sua atuação será pautada em três eixos centrais: inovação, eventos e governança, com o compromisso de levar as melhores práticas e experiências para todos os países associados. Entre os principais objetivos de sua gestão, destaca-se a ampliação da representatividade da ALAS, buscando incluir mais nações associadas, fortalecendo a voz do setor no cenário internacional e promovendo um associativismo verdadeiramente participativo. Outro foco estratégico é a educação e capacitação do varejo supermercadista, com a expansão do Workshop ALAS e a criação da Escola ASSERJ-ALAS, iniciativa que levará a atuação da Escola ASSERJ a nível continental, disseminando conhecimento especializado para os mais diversos profissionais. No campo da inovação, a presidência de Fábio Queiróz visará consolidar o varejo supermercadista como protagonista em tecnologia e inovação, criando oportunidades para que os associados adotem tendências, melhorem processos e aumentem a eficiência operacional. Nesse sentido, a ALAS terá um palco próprio no São Paulo Innovation Week, reforçando seu destaque e oferecendo um espaço exclusivo para apresentar tendências, cases e experiências de sucesso do setor supermercadista das Américas. "Nosso setor não pode ser apenas reativo. Precisamos antecipar tendências, conectar pessoas e gerar conhecimento. Com coragem e ousadia, queremos consolidar a ALAS como referência no varejo das Américas, mostrando que juntos podemos construir um ecossistema mais forte, inovador e sustentável", afirma Fábio Queiróz. Com essa visão estratégica, a ALAS inicia um novo ciclo de desenvolvimento, alinhando governança, educação e inovação para transformar desafios em resultados concretos para o setor supermercadista em toda a região das Américas.
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Guanabara amplia equipe e fortalece sua operação no varejo supermercadista
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