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Atualidades
Alimentação pronta impulsiona vendas no varejo supermercadista
O varejo supermercadista vem ampliando seu protagonismo no consumo de refeições prontas e já disputa, de forma direta, o espaço tradicionalmente ocupado por restaurantes. De acordo com um novo relatório da FMI – The Food Industry Association, a participação de consumidores que optam por alimentos preparados no varejo supermercadista, em vez de restaurantes, mais que dobrou desde 2017, saltando de 12% para 28%. Esse movimento ocorre em paralelo à redução da frequência em restaurantes: 23% dos consumidores afirmam estar indo menos a fast-foods e fast-casual. O dado reforça uma mudança estrutural no comportamento de consumo e amplia a relevância estratégica da área de alimentos prontos dentro das lojas. “Os consumidores estão cada vez mais considerando os alimentos preparados como uma verdadeira alternativa às refeições em restaurantes, e não apenas uma opção conveniente”, afirma Allison Febrey, gerente sênior de pesquisa e insights da FMI. “Essa mudança reflete como os compradores estão redefinindo o valor na alimentação; eles querem refeições que ofereçam qualidade e variedade, mas que também economizem tempo e dinheiro.” Segundo a associação, o segmento de alimentação fora do lar dentro do varejo supermercadista — que inclui sanduíches, pizzas, sushi e outros pratos prontos — cresceu 1,6% nos últimos 12 meses, alcançando US$ 52,1 bilhões em faturamento. Entre os destaques: Carnes totalmente cozidas: crescimento de 4,8% Pizzas prontas: alta de 4,5% Sushi: avanço de 3,8% Um dos pontos mais relevantes para o varejo supermercadista é a mudança na função dessas refeições no dia a dia do consumidor. Em 2017, cerca de 50% das refeições prontas substituíam o preparo em casa. Hoje, esse percentual caiu para 30%, indicando que os alimentos preparados no varejo estão cada vez mais substituindo refeições em restaurantes, e não apenas o consumo doméstico. O estudo também mostra que 38% dos consumidores consideram os preços das refeições prontas do varejo equivalentes aos dos restaurantes, reforçando a competitividade do canal. Além do preço, fatores como economia de tempo, praticidade, conveniência de comprar tudo em um só lugar, opções mais saudáveis e porções maiores impulsionam a decisão de compra. Do ponto de vista estratégico, o varejo supermercadista começa a adotar práticas típicas do foodservice. Quatro em cada dez consumidores afirmam que sua loja já é conhecida por algum prato pronto específico, avanço em relação aos 33% registrados no ano anterior. Pratos à base de frango lideram esse reconhecimento, seguidos por sanduíches e frios. Para executivos e decisores do varejo supermercadista, os dados da FMI deixam claro que a área de alimentos preparados deixou de ser um serviço complementar e se consolidou como um pilar estratégico para tráfego, fidelização e aumento de ticket médio, além de um vetor competitivo frente ao foodservice tradicional.
30/12/2025
Atualidades
Perdas no varejo supermercadista: 80% dos furtos acontecem antes do caixa
Um novo estudo baseado em inteligência artificial revela uma mudança relevante no comportamento do furto no varejo supermercadista: 80% dos itens mais roubados são escondidos ainda na área de vendas, antes mesmo de chegarem ao caixa. O dado reforça um alerta para gestores sobre a limitação dos modelos tradicionais de prevenção de perdas, hoje fortemente concentrados no ponto de pagamento. O furto em lojas já representa um dos maiores desafios operacionais do setor, gerando prejuízos superiores a US$ 100 bilhões por ano em escala global. Para compreender melhor como essas perdas acontecem, a Trigo — plataforma especializada em IA de visão computacional — analisou mais de 1.000 ocorrências de furto confirmadas, em parceria com grandes redes varejistas ao redor do mundo. O levantamento oferece uma visão aprofundada sobre em que momento da jornada do cliente as perdas ocorrem, trazendo implicações diretas para a gestão de risco, eficiência operacional e retorno sobre investimento em segurança. Principais insights para o varejo supermercadista Categorias mais impactadas: bebidas (22%), produtos frescos (19%) e padaria (10%) — áreas estratégicas em tráfego e margem. Ocultação é regra, não exceção: apenas 20% dos itens furtados chegam visíveis ao caixa, o que reduz significativamente a eficácia de controles focados apenas na etapa final da compra. Fraudes no autoatendimento: quando os itens chegam ao caixa, as táticas mais comuns incluem “leituras falsas” (27,3%), deixar produtos no carrinho sem escanear (31,7%) ou simplesmente ignorar o leitor (14,1%). Horários de maior risco: as perdas se concentram nas tardes (46,6%) e noites (30,4%) dos dias úteis, com destaque para as tardes de quinta-feira (18,4%). Já os sábados registram menor incidência (4,6%), possivelmente pela maior presença de equipes e segurança. A análise da Trigo, que rastreia produtos desde a gôndola até a saída da loja, identificou um esquema sistemático de ocultação em escala inédita, evidenciando que a maior parte das perdas ocorre muito antes do caixa. Isso expõe um desalinhamento entre o comportamento real do furto e os sistemas convencionais de prevenção, que atuam de forma reativa, geralmente após a quebra de estoque. “Hoje, a maioria dos varejistas só descobre o que foi roubado depois do fato consumado, por meio de auditorias, ou, no melhor cenário, identifica o problema no caixa”, afirma Daniel Gabay, CEO da Trigo. Diante da sofisticação crescente das táticas — que evoluíram da simples evasão de scanners para o ocultamento estruturado — o estudo levanta uma questão estratégica para o setor: a infraestrutura tradicional de prevenção de perdas é suficiente ou será necessário avançar para modelos baseados em rastreamento inteligente de ponta a ponta? Segundo a Trigo, o uso de IA de visão computacional integrada às câmeras de CFTV já existentes permite acompanhar produtos em tempo real, da prateleira à saída, ampliando a visibilidade sobre toda a operação. Essa abordagem possibilita detectar tanto o ocultamento quanto falhas intencionais no autoatendimento, criando um novo patamar de controle e eficiência. Para o varejo supermercadista, o estudo sinaliza que o futuro da prevenção de perdas passa menos pelo caixa e mais pela jornada completa do produto dentro da loja, com impacto direto em margens, produtividade e sustentabilidade do negócio.
30/12/2025
Comportamento & tendência
5 tendências que irão moldar o varejo em 2026
O ano de 2025 marcou a consolidação acelerada das tecnologias baseadas em Inteligência Artificial (IA) no varejo supermercadista. Esse avanço ocorreu em paralelo a transformações profundas no comportamento de compra, na relação com as marcas e nos critérios de decisão do consumidor. A integração entre lojas físicas, canais digitais e dados deixou de ser diferencial competitivo e passou a ser pré-requisito operacional. Apesar disso, grande parte do varejo ainda atua com iniciativas fragmentadas de tecnologia — pilotos, testes e projetos isolados, com impacto limitado sobre eficiência, margem e crescimento. A virada para 2026 está justamente na capacidade de escalar: transformar experimentações em operações estruturadas, com governança, integração sistêmica e retorno financeiro mensurável. De acordo com o estudo global The State of AI 2025, da McKinsey, apenas 39% das empresas conseguem atribuir impacto direto da IA ao lucro. Ao mesmo tempo, 80% das organizações já definem eficiência operacional, crescimento de receita e inovação como objetivos centrais de suas iniciativas. É nesse cenário que cinco tendências passam a moldar o varejo supermercadista em 2026. 1. Confiança se torna ativo estratégico na decisão de compra A chamada “crise da confiança” dá lugar a um consumidor mais racional, cauteloso e orientado por valor. Segundo o NIQ’s 2026 Consumer Outlook, da NielsenIQ, 95% dos consumidores consideram a confiança fator determinante na escolha de uma marca. Dados da Euromonitor International reforçam essa mudança: 57% dos consumidores pesquisaram intensamente produtos e serviços antes de comprar em 2024. Para o varejo supermercadista, isso significa que preço isolado já não sustenta competitividade. Transparência, consistência, conveniência e experiência tornam-se pilares de fidelização e recorrência. 2. Agentes inteligentes de IA deixam de ser teste e viram base da operação Em 2026, os agentes inteligentes de IA avançam de ferramentas analíticas para o centro da operação varejista. Segundo a McKinsey, 62% das empresas já experimentam agentes de IA, enquanto 88% utilizam IA regularmente em ao menos uma função do negócio. O Gartner projeta que, até 2026, 40% das aplicações corporativas contarão com agentes dedicados. No varejo supermercadista, esses agentes passam a atuar diretamente em previsão de demanda, gestão de estoque, logística, atendimento, recomendação de produtos e execução de pedidos. O diferencial competitivo estará na integração desses agentes aos sistemas legados e à jornada do cliente, com impacto direto em ruptura, margem e produtividade. 3. Relacionamento inteligente substitui automação básica Conhecer o nome do cliente já não é suficiente. O varejo entra em uma fase em que compreender contexto, intenção e momento se torna essencial. A personalização deixa de ser tática e passa a ser estratégica, baseada em dados em tempo real e histórico de interações. Segundo Danilo Rocha, Diretor de Vendas Brasil da Yalo, o foco passa a ser a construção de relacionamentos inteligentes por meio de conversas contínuas e contextualizadas. “Não se trata mais de responder rápido, mas de antecipar necessidades. A irrelevância e a inércia custam atenção, conversão e fidelidade”, afirma. 4. Conversação por voz acelera a transformação da jornada A interação por voz se consolida como canal de compra, atendimento e reposição. O relatório How the World Does Digital, da PYMNTS Intelligence, aponta que 17,9% dos consumidores já utilizam tecnologia de voz para compras semanais — índice que chega a 30,4% entre a Geração Z. No varejo supermercadista, a conversação por voz reduz fricções, acelera decisões e simplifica processos. Assistentes virtuais passam a integrar a jornada, tornando a experiência mais intuitiva, acessível e eficiente, especialmente em ambientes omnichannel. 5. Expansão dos canais conversacionais no B2B e no B2C O avanço do chat commerce, impulsionado pela IA, redefine tanto a relação com o consumidor final quanto o relacionamento B2B. Plataformas como o WhatsApp evoluem para canais completos de vendas, atendimento e gestão de pedidos, conectando indústrias, distribuidores e varejistas de forma contínua. O Gartner estima que, até 2026, quatro em cada dez interações digitais ocorrerão por voz ou linguagem natural. Para o varejo supermercadista, isso significa canais diretos sempre ativos, capazes de otimizar reposições, personalizar negociações e fortalecer o relacionamento comercial. “O cliente quer ser compreendido, não apenas atendido. Contexto e timing são decisivos para conversão”, reforça Danilo Rocha. O varejo que escala, lidera Mais do que adotar tecnologia, o desafio de 2026 será redesenhar processos, integrar dados e escalar inteligência. O varejo supermercadista que avançar será aquele que abandonar iniciativas isoladas e tratar a IA como motor estratégico de eficiência operacional, crescimento sustentável e melhoria da experiência. “O negócio que liderar será aquele capaz de oferecer soluções tão precisas que o cliente nem sabia que precisava delas naquele momento”, conclui Danilo Rocha.
30/12/2025
Economia
Preços em movimento: o que está mudando na cesta do varejo supermercadista
O comportamento dos preços dos alimentos em novembro reforçou um cenário de contrastes relevantes para o varejo supermercadista. Enquanto os queijos registraram forte elevação, com alta de 21,2% no preço médio nacional, produtos de alto giro e presença constante no carrinho do consumidor, como leite UHT (-4,9%) e arroz (-3,0%), apresentaram recuo, ajudando a equilibrar o custo médio da cesta. Os dados fazem parte do estudo “Variações de Preços: Brasil & Regiões”, elaborado pela Neogrid, ecossistema de tecnologia e inteligência de dados voltado à cadeia de consumo. O levantamento considera os itens mais recorrentes nas compras dos brasileiros e traz insumos estratégicos para decisões de precificação, negociação com fornecedores e gestão de estoques. Além dos queijos, outras categorias também exerceram pressão inflacionária em novembro. Legumes (3,1%), sal (3,1%) e óleo (2,5%) figuraram entre as maiores altas no período, sendo que o óleo apresentou elevação de preços em todas as regiões do País — um ponto de atenção para margens e estratégias promocionais. Na direção oposta, alguns itens contribuíram para conter a inflação dos alimentos no mês, com destaque para café em pó e em grãos (-1,5%), açúcar (-1,4%) e ovos (-1,2%), favorecendo o equilíbrio do sortimento em um momento de consumo mais cauteloso. Inflação controlada, mas com pressão setorial No contexto macroeconômico, o IPCA avançou 0,18% em novembro de 2025, sinalizando um ambiente de inflação relativamente controlada no encerramento do ano. Ainda assim, a dinâmica de preços segue heterogênea entre as categorias. Para Anna Carolina Fercher, líder de Dados Estratégicos na Neogrid, fatores como custos de produção, recomposição de estoques e oferta de matéria-prima continuam influenciando o comportamento de determinados segmentos. “Categorias como óleo e queijos, que apresentaram elevação de preços em todas as regiões em novembro, tendem a levar mais tempo para se estabilizar, dependendo da normalização dos estoques e da evolução dos custos ao longo da cadeia”, explica. Café lidera altas no acumulado de 12 meses No recorte anual, considerando o período entre dezembro de 2024 e novembro de 2025, o café em pó e em grãos segue como o item de maior impacto inflacionário no Brasil, com alta acumulada de 42,1% no preço médio nacional. O movimento mantém o produto no radar de supermercadistas, tanto pela relevância no consumo quanto pelos efeitos diretos na sensibilidade ao preço. Na sequência aparecem queijos (12,3%), margarina (11,2%), creme dental (10%) e refrigerantes (5,7%), reforçando a necessidade de estratégias comerciais mais refinadas para preservar volume sem comprometer rentabilidade. Sudeste concentra maiores pressões em novembro Na análise regional, o Sudeste apresentou um dos cenários mais desafiadores para o varejo supermercadista no mês. Os queijos lideraram a alta, com avanço de 24,3%, seguidos por legumes (5,5%), carnes bovinas (3,3%), sal (3,1%) e óleo (2,8%). Por outro lado, a região também registrou quedas relevantes em categorias essenciais, como leite UHT (-6,5%), sabão para roupas (-3,5%), arroz (-2,8%), leite em pó (-2,1%) e açúcar (-1,1%), o que pode abrir espaço para ações promocionais e recomposição de volume em loja. Para o varejo supermercadista, o estudo reforça a importância de monitorar continuamente os movimentos regionais de preços, ajustando políticas comerciais, mix e negociações com a indústria em um ambiente marcado por oscilações pontuais, mas com impacto direto na percepção de valor do consumidor e na margem operacional.
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