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Como a modernização do PAT impacta o varejo supermercadista?
O Governo Federal oficializou, na última terça-feira, 11 de novembro, o Decreto nº. 12.712, que moderniza o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). O PAT, criado em 1976, é a política mais antiga do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e tem como objetivo promover maior transparência, concorrência e eficiência no sistema de vale-refeição e vale-alimentação. A medida beneficiará, segundo o MTE, mais de 22 milhões de trabalhadores e 327 mil empresas participantes do programa em todo o país. A atualização do texto busca reduzir custos operacionais, ampliar a liberdade de escolha e garantir o uso exclusivo dos recursos para a alimentação, fortalecendo o papel social e econômico do PAT. O programa movimenta cerca de R$ 200 bilhões por ano e é considerado um dos principais instrumentos de promoção de saúde, bem-estar e segurança alimentar dos trabalhadores brasileiros. Agora, com as novas regras, o programa ganha fôlego e modernidade para continuar auxiliando o cidadão e impulsionando o varejo. Entre as principais mudanças, destaca-se a interoperabilidade entre bandeiras, que permitirá, em até 360 dias, o uso de qualquer cartão do PAT em qualquer máquina de pagamento, independentemente da operadora. Isso significa que trabalhadores poderão utilizar seus benefícios em uma rede mais ampla de supermercados, padarias e restaurantes, eliminando restrições de bandeira e fortalecendo o pequeno e médio varejo abastecedor. “Essa modernização do PAT representa um avanço regulatório significativo, ao alinhar a legislação às práticas mais justas e transparentes de mercado. Para o setor supermercadista, a interoperabilidade entre bandeiras e a limitação das taxas de transação corrigem distorções históricas que penalizavam o varejo. Com maior previsibilidade nos repasses e redução de custos operacionais, o decreto fortalece o papel dos supermercados como agentes centrais na política de segurança alimentar do trabalhador”, analisa a Dra. Ana Paula Rosa, advogada da ASSERJ e especialista em varejo supermercadista. O decreto também limita as taxas cobradas pelas operadoras (a taxa máxima (MDR) será de 3,6%, e a tarifa de intercâmbio terá teto de 2%) e reduz o prazo de repasse financeiro aos estabelecimentos para até 15 dias corridos após a transação. Atualmente, esse prazo é de até 30 dias, o que prejudicava o fluxo de caixa dos comércios. Outro avanço importante é a proibição de práticas comerciais abusivas, como cashback, bonificações e descontos indevidos entre empregadores e operadoras, além do fim das exclusividades de bandeira nos sistemas abertos. O texto também reforça o papel fiscalizador do MTE e do Comitê Gestor Interministerial do PAT, garantindo transparência e governança. Benefícios diretos para o varejo supermercadista A modernização do PAT traz impactos muito positivos para o varejo supermercadista, especialmente em um momento em que a competitividade e a eficiência operacional são fundamentais. A redução das taxas cobradas pelas operadoras, somada à diminuição do prazo de repasse financeiro, deve melhorar o fluxo de caixa das redes e estabelecimentos, reduzindo custos e fortalecendo a margem operacional. Além disso, a interoperabilidade plena entre bandeiras amplia o acesso dos consumidores às compras em supermercados de todos os portes, aumentando o volume de vendas e a circulação de benefícios dentro do setor. O fim das exclusividades entre bandeiras e arranjos de pagamento também estimula a concorrência entre operadoras, favorecendo um ambiente mais justo e equilibrado para o varejo. Com a padronização de contratos e o fim das cobranças abusivas, o decreto dá mais previsibilidade aos empresários, permitindo que os supermercados planejem melhor suas operações e repassem menos custos ao consumidor final. “O decreto reforça a obrigatoriedade de uso apenas para produtos alimentícios. Nos supermercados, esse é exatamente o foco do mix de produtos elegíveis (alimentos in natura, industrializados, perecíveis etc.). Então, o efeito direto é o redirecionamento natural do gasto do trabalhador para o varejo supermercadista. Além disso, parte do consumo que antes poderia ocorrer em farmácias, conveniências ou outros canais tende a retornar ao setor supermercadista”, destaca a advogada Daniela Correa, especialista no setor varejista. Benefícios diretos para o consumidor Para os trabalhadores, haverá maior liberdade de escolha e melhor aceitação dos cartões e benefícios, além da manutenção integral do valor do benefício. A garantia de uso exclusivo para alimentação, vedando o uso para outras finalidades, como academias, farmácias, planos de saúde ou cursos, segue vigente. Daniela Correa pontua: “A interoperabilidade ampliará a liberdade de escolha dos trabalhadores e poderá atrair mais clientes, com aumento potencial de fluxo e ticket médio, fortalecendo a competitividade entre redes”. ÁREA IMPACTO RESULTADO ESPERADO FINANCEIRO Redução de taxas e prazos de repasse Melhoria na margem e fluxo de caixa COMERCIAL Maior liberdade para o consumidor usar o benefício Aumento de vendas e fidelização OPERACIONAL Interoperabilidade e simplificação de maquininhas Menor custo e mais agilidade no checkout SISTEMAS Necessidade de ajustes nos PDVs Conformidade com PAT e prevenção de autuações CONTRATOS Fim de cláusulas exclusivas e padronização Maior poder de negociação e transparência Pontos de atenção O impacto não será sentido de forma automática, explica a advogada Daniela Correa. Para aproveitar o aumento do público consumidor, será fundamental: Atualizar sistemas de pagamento para garantir total interoperabilidade; Treinar equipes de caixa para manusear corretamente as transações de vales; Divulgar a aceitação de múltiplas bandeiras de cartões; Manter mix e preços atrativos, estimulando o consumo recorrente. Ou seja, as tendências de crescimento de público e faturamento são reais no médio prazo (6–12 meses após plena implantação da interoperabilidade), porém, é preciso entender que as redes mais preparadas terão vantagem competitiva frente a essa nova realidade.
12/11/2025
Associados em foco
Valorização do colaborador! Serra Azul inaugura primeira sala de descanso
O varejo supermercadista é feito de pessoas. Por mais que nosso setor esteja avançando em tecnologias, incorporando automações, o fator humano permanece essencial. Por isso, cuidar dos colaboradores é primordial para qualquer operação. Nesse sentido, a rede Serra Azul deu um novo passo na atenção com seus times. O grupo inaugurou sua primeira sala de descanso para os profissionais do chão de loja. E em uma unidade emblemática: a de Teresópolis, a primeira aberta pelo Serra Azul. "O projeto nasceu de uma provocação do setor de Marketing, com o entendimento de que cuidar das pessoas é um papel essencial e estratégico para o crescimento sustentável da empresa. Além de gerar indicadores importantes para o RH, essa ação reforça um dever institucional: o de apoiar e investir em quem constrói a nossa história todos os dias. Essa iniciativa reflete o compromisso da rede em proporcionar mais conforto e qualidade de vida aos colaboradores que fazem o nosso dia a dia acontecer. Acreditamos que o momento de descanso deve ser valorizado e respeitado, pois ele contribui diretamente para um ambiente de trabalho mais saudável, produtivo e humano", destaca Matheus Fernandes, gerente de Marketing e Trade Marketing do Serra Azul. A sala de descanso conta com espaços de relaxamento, área de jogos, incluindo sinuca e totó, e Wi-Fi gratuito. Tudo isso em um ambiente planejado para o conforto e para a integração dos colaboradores da rede. E isso é só o começo da iniciativa, já que os espaços também serão utilizados para outras ações de valorização e cuidado dos profissionais do grupo, como explica o gerente de Marketing e Trade Marketing do Serra Azul: "A partir de 2026, esses espaços passarão a receber, em datas específicas, uma série de serviços e ações de bem-estar, como exame de refração (exame de vista), atendimentos psicológicos, campanhas de vacinação e microaulas (costura, alongamento e ginástica laboral, pintura etc). Todas essas iniciativas já vêm sendo realizadas pela rede ao longo dos últimos anos, por meio de parcerias, e agora serão centralizadas nesses ambientes de forma permanente e estruturada". Além de ampliar o foco no cuidado com seus colaboradores, o Serra Azul já planeja também outra expansão: a de lojas. Matheus Fernandes revela os próximos passos do grupo, que pretende continuar crescendo com força na Região Serrana do estado do Rio de Janeiro: "Atualmente, estamos em construção de mais duas unidades, com previsão de entrega ainda neste ano, e outras cinco previstas para o primeiro trimestre de 2026". A ASSERJ parabeniza iniciativas como a do Serra Azul, não apenas no cuidado com a saúde de seus colaboradores, mas com os ousados planos de expansão já traçados e que, certamente, contribuirão para o crescimento do varejo supermercadista fluminense.
12/11/2025
Comportamento & tendência
Como montar a melhor seção pet no supermercado e lucrar mais
O segmento pet vem se consolidando como uma das categorias mais promissoras dentro do varejo supermercadista. Ter um setor bem estruturado, com mix adequado e gestão inteligente, é hoje uma das estratégias mais eficazes para aumentar o ticket médio, fidelizar clientes e diferenciar a loja da concorrência. Segundo dados da Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação) e do Instituto Pet Brasil, o mercado pet movimenta mais de R$ 78 bilhões por ano e está presente em mais de 53% dos lares brasileiros. A tendência é de crescimento contínuo, impulsionada pela humanização dos animais de estimação — que passaram a ser considerados parte da família. Para o especialista em varejo Roger Toshi, a categoria pet representa uma “extensão natural do consumo doméstico”. “O cliente que compra produtos para a casa quer resolver tudo em um único lugar. Incluir itens pet na jornada de compra reforça a conveniência e gera valor percebido, além de aumentar o tempo de permanência e o ticket médio do consumidor dentro da loja”, explica Toshi. Planejamento e layout: o primeiro passo para o sucesso O ponto de partida é o planejamento estratégico da seção. A recomendação é posicionar o setor pet em áreas de grande circulação, como corredores centrais ou próximos às gôndolas de maior fluxo. A exposição precisa ser funcional, com categorias bem definidas — rações, brinquedos, higiene e acessórios — e sinalização visual atrativa. “O layout deve comunicar praticidade e carinho. O tutor quer encontrar com facilidade o que precisa, mas também se sentir acolhido. Um ambiente organizado, com boa iluminação e apelo emocional, faz diferença na decisão de compra”, destaca Toshi. Mix de produtos ajustado ao perfil da região Definir o mix ideal exige conhecer o público local. Em bairros com apartamentos e animais de pequeno porte, priorize rações premium, snacks naturais, tapetes higiênicos e brinquedos compactos. Já em regiões com casas e quintais, o foco pode ser sacos de ração de maior volume, antipulgas, coleiras reforçadas e brinquedos duráveis. O CRM da sua loja será um ótimo indicador para essas tomadas de decisão, personalizando a oferta. “A personalização é o que torna o setor pet rentável. Cada loja deve pensar como o tutor do seu entorno — entender a rotina, o espaço físico das residências e até o poder de compra médio. Isso aumenta o giro e reduz rupturas”, afirma Toshi. Parcerias com fornecedores e gestão de estoque Negociar com distribuidores consolidados e manter um bom relacionamento com fornecedores é essencial. Além de garantir condições comerciais vantajosas, esse vínculo possibilita acesso a lançamentos e produtos de alto valor agregado. “O supermercado precisa tratar o setor pet como uma categoria estratégica, não apenas complementar. Monitorar o giro, antecipar reposições e usar dados de venda para ajustar o mix são práticas que maximizam o lucro”, explica o especialista. Ferramentas de gestão integrada — como as oferecidas por sistemas de controle de estoque e ERP — ajudam a acompanhar margens, custos e desempenho das promoções, otimizando a operação e evitando perdas. Merchandising e experiência de compra Um bom merchandising potencializa a exposição dos produtos e reforça a imagem da loja como referência no segmento. Displays temáticos, sinalização colorida e ações interativas, como amostras de petiscos ou campanhas sazonais, estimulam a compra por impulso. “As pessoas compram por emoção, especialmente quando o assunto é o bem-estar do pet. Criar um ambiente que desperte afeto — com comunicação leve e visual atraente — é uma excelente estratégia de conversão”, comenta Toshi. Fidelização e relacionamento com o cliente pet Programas de fidelidade, descontos exclusivos e ações personalizadas ajudam a manter o engajamento dos tutores. A integração entre canais físicos e digitais, com promoções divulgadas em redes sociais e aplicativos, amplia o alcance e reforça o vínculo com a marca. “O consumidor pet é altamente fiel quando se sente reconhecido. A loja que entende o ciclo de consumo e oferece vantagens específicas conquista esse cliente por muito tempo”, diz o especialista. Supermercado como novo hub pet Diante do crescimento da categoria e da conveniência buscada pelo consumidor, o setor pet deixou de ser apenas uma oportunidade e passou a ser uma extensão estratégica do varejo supermercadista. “O supermercado que aposta no setor pet está, na prática, oferecendo uma experiência completa de compra. Ele deixa de competir apenas por preço e passa a competir por conveniência, afinidade e serviço — três pilares fundamentais da nova dinâmica de consumo”, conclui Roger Toshi. Selo Pet Para reforçar o compromisso com as boas práticas e incentivar a profissionalização do segmento, a ASSERJ criou o Selo Pet, uma iniciativa voltada a reconhecer os supermercados que investem em estrutura adequada, variedade de produtos e atendimento de qualidade para o público pet. O objetivo é valorizar as redes que oferecem uma experiência completa ao consumidor tutor de animais, estimulando padrões mais elevados de gestão e operação dentro do varejo supermercadista. Revista Super Negócios No caderno especial (página 40) da Revista Super Negócios de agosto, a ASSERJ reforça a importância do setor para os supermercados e mostra o segredo para o varejo impulsionar a categoria nas gôndolas. CONFIRA AQUI E BOA LEITURA!
12/11/2025
Comportamento & tendência
Iluminação: saiba como explorar e impactar nas vendas da sua loja!
No varejo supermercadista, cada detalhe conta — e a iluminação é um deles. Mais do que uma questão estética, a luz é um componente estratégico da operação, com impacto direto na percepção de qualidade dos produtos, na experiência do cliente e no desempenho comercial das lojas. O consumidor que entra em um supermercado mal iluminado sente imediatamente a diferença. Corredores escuros, produtos apagados e uma atmosfera opaca reduzem o tempo de permanência e o engajamento do cliente. Por outro lado, um ambiente claro, com iluminação planejada, estimula a exploração das seções, reforça o frescor e desperta o desejo de compra. “A iluminação é parte fundamental da experiência de compra. Ela direciona o olhar do cliente, desperta sensações e cria vínculos com a marca”, explica Ricardo Pastore, professor da ESPM e consultor em varejo. “Luz não é apenas um requisito técnico, mas uma ferramenta de gestão do ponto de venda — capaz de influenciar comportamento, percepção e resultado”, completa o especialista. Psicologia e percepção: a luz como vetor de valor O impacto da iluminação no comportamento do consumidor é comprovado. Ambientes com temperatura de cor adequada geram conforto visual e sensação de bem-estar. Luzes quentes (amareladas): são indicadas para padarias e áreas de conveniência, transmitindo acolhimento e valorizando o dourado dos produtos assados. Luzes frias (brancas ou azuladas): são essenciais em setores de frios, açougue e peixaria, pois comunicam frescor, limpeza e qualidade. “A iluminação influencia a percepção de frescor e até o valor percebido do produto. Um item bem iluminado transmite confiança e qualidade, antes mesmo da compra”, afirma Pastore. Iluminação como ferramenta comercial O projeto luminotécnico também é um instrumento de estratégia comercial. Luzes direcionadas e de destaque permitem valorizar categorias estratégicas, produtos de maior margem e lançamentos. No hortifrúti, realçam o frescor; na padaria, o apelo sensorial; e na seção de bebidas, refletem sofisticação e desejo. “A luz é um vendedor silencioso”, resume Pastore. “Ela conduz o olhar e desperta o interesse. Um bom projeto pode aumentar o giro de produtos e elevar o ticket médio, sem nenhuma alteração de preço.” Fluxo e organização do ponto de venda Além de destacar produtos, a iluminação pode organizar o percurso de compra. Setores bem iluminados funcionam como zonas de atração, convidando o cliente a explorar toda a loja. Variações de intensidade e temperatura entre setores ajudam a demarcar categorias e reforçar a identidade visual do varejista. Para o shopper, essa clareza melhora a navegação e reduz o tempo de busca, impactando positivamente a satisfação. “Iluminação também é gestão de fluxo. Ela orienta o consumidor e dá ritmo à jornada de compra dentro da loja”, reforça Pastore. Eficiência, tecnologia e sustentabilidade A adoção de sistemas inteligentes de iluminação vem ganhando espaço no setor supermercadista. Sensores de presença, controle automático de intensidade e o uso de lâmpadas LED reduzem o consumo energético e a necessidade de manutenção — ganhos diretos para a operação. “Hoje, a tecnologia permite que a iluminação se ajuste automaticamente ao movimento da loja e à luminosidade natural. Isso representa economia e sustentabilidade, sem comprometer o desempenho visual”, destaca o consultor. Além da eficiência energética, a manutenção preventiva evita falhas que prejudicam a imagem da loja, transmitindo cuidado e profissionalismo ao consumidor. Segurança e ergonomia para a equipe A iluminação adequada também tem impacto operacional. Ambientes claros reduzem riscos de acidentes, facilitam o trabalho de reposição e proporcionam melhor conforto visual aos colaboradores, refletindo em produtividade e bem-estar. “Iluminar bem é também cuidar da equipe. O ambiente de trabalho influencia diretamente na eficiência e na qualidade do atendimento”, finaliza Pastore. Investimento estratégico “No varejo supermercadista moderno, a iluminação deixou de ser encarada como custo e passou a ser investimento estratégico. Um projeto bem elaborado fortalece a identidade da marca, aumenta o tempo de permanência na loja, valoriza produtos e melhora a performance das vendas. Em um setor cada vez mais competitivo, a luz certa pode ser o diferencial entre uma loja comum e uma experiência memorável para o cliente", ressalta Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ.
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