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Associados da ASSERJ queridinhos dos cariocas! Você sabe quem são?
O varejo supermercadista faz parte da rotina de todos. Seja na compra do mês, na reposição do dia a dia ou naquela parada rápida para atender a uma necessidade imediata, nosso setor está presente em diferentes momentos da vida da população do Rio de Janeiro. Esse vínculo com os consumidores foi reconhecido na pesquisa "Marcas dos Cariocas", divulgada pelo jornal O Globo na edição do último domingo, 14 de dezembro. O levantamento destacou as marcas mais queridas do público em diversos segmentos e, claro, os supermercados se fizeram presentes. E entre as seis redes mais citadas na pesquisa, quatro associados da ASSERJ mostraram sua força. O ranking colocou o Guanabara em primeiro lugar. Na sequência aparecem Carrefour, na terceira posição, Pão de Açúcar, em quarto, e Prezunic, em sexto. O resultado evidencia a conexão das marcas com os consumidores, construída a partir de fatores como proximidade, confiança, qualidade de atendimento e presença constante no cotidiano da população. Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ e da ALAS, destaca: "Esse reconhecimento é motivo de muito orgulho para todo o setor supermercadista. A presença de associados da ASSERJ entre as marcas mais queridas dos cariocas mostra a força do nosso varejo, mas, acima de tudo, reflete o trabalho diário de milhares de profissionais que atuam nos supermercados". "Quero parabenizar não apenas as redes que se destacaram na pesquisa, mas todos os nossos associados. Cada empresa, independentemente do porte, contribui para a evolução do setor, investindo em melhorias, inovação, geração de empregos e no atendimento à população. O crescimento que vimos ao longo de 2025 é resultado desse esforço coletivo", complementa Fábio Queiróz. Como uma associação focada não apenas na representação institucional, mas em desenvolver, capacitar e inovar o setor supermercadista, a ASSERJ se orgulha do resultado apresentado por todos os seus associados ao longo deste ano. E as projeções para 2026 são muito otimistas, como pontua Fábio Queiróz: "A ASSERJ segue trabalhando para fortalecer ainda mais o varejo supermercadista, apoiando seus associados e estimulando o desenvolvimento do setor. Seguiremos avançando, com diálogo, união e planejamento, para que possamos entregar cada vez mais valor à população do Rio de Janeiro". CLIQUE AQUI e confira a matéria.
15/12/2025
Conecta
Incrementalidade vira “nova moeda” do Retail Media; entenda!
À medida que as empresas de bens de consumo embalados (CPGs) definem suas estratégias para 2026, a mídia no varejo se consolida como um dos pilares mais relevantes da relação B2B entre fabricantes e o varejo supermercadista. Em um cenário de investimentos crescentes e margens cada vez mais pressionadas, medir o impacto real de cada campanha tornou-se prioridade absoluta para ambos os lados da cadeia. O 7º Relatório Anual de Marketing da Nielsen, divulgado em maio de 2025, já antecipava esse movimento: 65% dos líderes de marketing afirmaram que a Retail Media terá um papel ainda mais estratégico — um indicativo direto da necessidade de modelos robustos de mensuração entre indústria e varejistas. No entanto, mesmo com o grande volume de verbas migrando para Retail Media, permanece uma dúvida central entre fornecedores: o que realmente gera venda incremental dentro do varejo supermercadista? Segundo Jason Wescott, Global Head of Commerce Solutions na WPP Media, essa é hoje a pergunta mais urgente do mercado. “A indústria está madura o suficiente para admitir que cliques e impressões contam apenas parte da história. O varejo supermercadista precisa comprovar, com rigor, o que realmente move o ponteiro de vendas”, afirma. Por que a incrementalidade virou prioridade para fabricantes e redes supermercadistas Com a disputa por espaço nas gôndolas — físicas e digitais — mais intensa do que nunca, as CPGs enfrentam forte pressão por eficiência. Métricas tradicionais mostram comportamento, mas não necessariamente resultado comercial concreto. A grande virada está justamente na capacidade de diferenciar correlação de causalidade: a venda aconteceu porque o shopper foi impactado pela campanha no varejo supermercadista, ou ela aconteceria de qualquer forma? Jason Wescott resume o desafio: “O mercado não quer mais relatórios bonitos, quer respostas claras sobre impacto. Incrementalidade é a forma mais objetiva de provar que o investimento em Retail Media gerou valor tangível.” Essa mudança gera uma nova dinâmica B2B para as redes supermercadistas, que passam a atuar não apenas como veículos que vendem inventário publicitário, mas como hubs de inteligência e parceiros estratégicos da indústria. Ferramentas que estão redefinindo a mensuração no varejo supermercadista A evolução das metodologias tornou a incrementalidade mais acessível e aplicável a campanhas de diferentes categorias e volumes de investimento. Entre as abordagens mais utilizadas entre varejistas e fornecedores estão: Geo-holdouts Campanhas são exibidas em algumas regiões e interrompidas em áreas semelhantes, permitindo medir o lift real de vendas. Modelos de controle sintético Criam um “gêmeo estatístico” do mercado para prever o que aconteceria sem publicidade, comparando projeções e resultados reais. Ensaios controlados randomizados (ECR) Dividem o público em grupos de teste e controle, identificando diferença de comportamento entre quem foi e quem não foi impactado. Para Wescott, a combinação dessas metodologias eleva o padrão de maturidade. “Um varejista robusto em mensuração não depende de um único método. Ele oferece múltiplas lentes e traduz os dados em decisões práticas para a indústria.” Os quatro pilares da incrementalidade moderna no varejo supermercadista O avanço da mensuração criou uma nova expectativa das CPGs sobre seus parceiros varejistas. Segundo Wescott, quatro atributos são indispensáveis: Flexibilidade multimétodo “Cada categoria pede um tipo de teste. Redes maduras conseguem adaptar a mensuração ao objetivo do fabricante”, afirma. Abrangência da jornada Do clique ao caixa, passando por CRM, e-commerce e loja física: medir apenas digital não basta. Rigor científico Validade estatística, controle de variáveis e análises aprofundadas reduzem vieses e elevam a credibilidade dos resultados. Transparência total “Nenhuma marca aceita mais um relatório sem metodologia, sem score de confiança ou sem comparação clara entre grupos de teste e controle”, completa Wescott. Do pós-campanha ao tempo real: a nova fronteira do B2B supermercadista A maior transformação, porém, está na velocidade. O que antes era analisado apenas no fim da campanha agora começa a ser mensurado semanalmente, permitindo ajustes em tempo real. Para o varejo supermercadista, isso representa um novo patamar de competitividade e relacionamento B2B: captação mais eficiente de verbas de trade e marketing, campanhas com impacto direto no sell-out, maior colaboração estratégica com as CPGs, dados proprietários fortalecendo a diferenciação competitiva. Jason Wescott reforça a virada: “A incrementalidade deixou de ser um relatório pós-campanha. Ela se tornou o motor de otimização contínua que vai separar os líderes do restante do mercado.”
15/12/2025
Atualidades
Fim de ano exige rigor total: foco nos perecíveis
Com a proximidade das festas de fim de ano, o varejo supermercadista entra em um dos períodos mais intensos do calendário anual. O aumento expressivo no fluxo de clientes, impulsionado pelas compras para ceias, confraternizações e encontros familiares, eleva também a responsabilidade das lojas com a segurança alimentar, especialmente no setor de perecíveis. Carnes, aves, peixes, laticínios, frutas, verduras e legumes ganham protagonismo nesse período e exigem atenção máxima em todas as etapas da operação. Para o consultor técnico de Segurança Alimentar da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ), Flávio Graça, o momento pede rigor absoluto no cumprimento das normas. “O fim de ano é um período crítico. O aumento das vendas, a reposição acelerada de mercadorias e o maior volume de pessoas circulando nas lojas ampliam os riscos. Por isso, é fundamental que os supermercados reforcem seus controles e não flexibilizem nenhum procedimento de segurança alimentar”, alerta Flávio Graça. Armazenamento adequado é decisivo para a qualidade Entre os principais pontos de atenção está o armazenamento correto dos produtos perecíveis. Manter temperaturas adequadas em câmaras frias, freezers e balcões refrigerados é essencial para preservar a qualidade dos alimentos e evitar riscos à saúde do consumidor. Segundo o consultor da ASSERJ, o monitoramento deve ser constante, especialmente em dias de maior movimento. “Qualquer variação de temperatura pode comprometer um produto. Em períodos de pico, os equipamentos são mais exigidos, por isso é indispensável checar termômetros, registros e condições de funcionamento ao longo de todo o dia”, reforça. Manipulação correta reduz riscos de contaminação Outro fator crítico é a manipulação dos alimentos. Com o aumento da demanda, muitas lojas reforçam suas equipes, o que torna o treinamento ainda mais necessário. “Todos os colaboradores, sem exceção, precisam estar alinhados às boas práticas de manipulação. Uso correto de EPIs, higienização frequente das mãos e cuidado para evitar contaminação cruzada são medidas básicas, mas que fazem toda a diferença”, explica Flávio Graça. Rotulagem e validade exigem controle rigoroso A alta rotatividade de mercadorias não elimina a necessidade de atenção à rotulagem e aos prazos de validade. Pelo contrário: exige controles ainda mais eficientes. “O rodízio de produtos precisa ser feito de forma criteriosa. Datas de validade devem ser verificadas diariamente para garantir que apenas alimentos próprios para consumo estejam disponíveis ao cliente”, destaca o especialista. Exposição organizada impacta vendas e segurança Além da segurança, a exposição correta dos produtos influencia diretamente a experiência de compra. Setores bem organizados, com alimentos frescos e visualmente atrativos, contribuem para o aumento das vendas e para a redução de perdas. “Uma boa exposição facilita o giro, reduz desperdícios e transmite confiança ao consumidor, especialmente em um momento em que ele está mais atento à qualidade do que leva para a mesa”, pontua Graça. Compromisso contínuo com a segurança alimentar Para a ASSERJ, a segurança alimentar deve ser tratada como um compromisso permanente, e não apenas como uma exigência legal. No período de festas, esse cuidado se torna ainda mais estratégico para o varejo supermercadista. “Cumprir as normas é proteger o consumidor, a marca do supermercado e o próprio negócio. Um incidente nesse período pode gerar prejuízos financeiros e danos à reputação difíceis de reverter”, conclui Flávio Graça. Em um cenário de alta movimentação, investir em treinamento, monitoramento e boas práticas no setor de perecíveis é fundamental para garantir um fim de ano seguro, eficiente e positivo tanto para o consumidor quanto para o varejo supermercadista.
15/12/2025
Comportamento & tendência
Proteína ganha protagonismo no carrinho e abre novas oportunidades para o varejo supermercadista
O consumo de proteínas vem se consolidando como uma tendência estratégica para o varejo supermercadista, impulsionado por mudanças no comportamento do consumidor e pela diversificação das categorias disponíveis nas gôndolas. Dados recentes indicam que 55% dos consumidores preferem atender suas necessidades de proteína principalmente por meio de alimentos in natura, como carnes e laticínios. Em seguida aparecem os produtos e bebidas fortificados com proteína (19%), shakes e pós proteicos (13%) e a combinação de duas ou mais fontes (10%). Apesar da força dos alimentos integrais, o consumidor tem ampliado o consumo de soluções complementares. Cerca de 99% afirmam consumir fontes naturais de proteína, enquanto 78% incluem produtos fortificados e 63% recorrem a shakes, pós e barras proteicas. Esse comportamento reforça o potencial de crescimento para categorias híbridas, que unem conveniência, funcionalidade e apelo nutricional. O impacto mais expressivo é observado na categoria de snacks salgados. As versões fortificadas com proteína registraram crescimento de 162% na penetração nos lares e de 197% no número de visitas de compra, índices muito superiores aos observados nos snacks sem adição de proteína, que cresceram apenas 3% em penetração e 4% em trips. Para o varejo supermercadista, os números reforçam a relevância do sortimento estratégico e da exposição diferenciada como alavancas de giro e incremento de ticket médio. Esse movimento já se reflete nas decisões da indústria. Recentemente, a Nescau, marca de achocolatado da Nestlé, anunciou a expansão de seu portfólio com o lançamento do novo Nescau Protein. A novidade chega ao mercado brasileiro alinhada ao avanço do consumo de proteínas e foi desenvolvida para acompanhar o ritmo da nova geração, contribuindo para a reposição de energia e nutrientes no dia a dia. Além da versão achocolatada em pó, a marca anunciou que lançará em 2026 a versão pronta para beber do Nescau Protein, ampliando as ocasiões de consumo e as possibilidades de exposição no ponto de venda. Vale lembrar que essa não é a primeira aposta da marca na categoria: anos atrás, a Nescau já havia apresentado uma bebida proteica ao consumidor final, reforçando a consistência da estratégia ao longo do tempo. Segundo Tatiany Ernesto, diretora de marketing da área de bebidas da Nestlé, a ampliação do portfólio reflete uma mudança clara no comportamento do consumidor. “Se antes os alimentos enriquecidos com nutrientes eram restritos ao universo das academias e atletas de alta performance, hoje fazem parte da rotina de adolescentes e jovens adultos que buscam equilíbrio e praticidade no dia a dia, sem abrir mão de um sabor delicioso e único como o de Nescau”, afirma. Outro recorte relevante envolve os consumidores usuários de medicamentos GLP-1, público que vem ganhando espaço nas análises de comportamento. Em comparação aos não usuários, esse grupo apresenta índice de compra 25% maior de shakes proteicos, além de um buy rate 9% superior para categorias como água proteica, carnes, feijões e grãos. Já os snacks salgados fortificados com proteína registram uma taxa de compra 8% maior entre esses consumidores. Para o varejo supermercadista, o cenário indica a necessidade de uma gestão de categorias mais analítica e integrada, combinando alimentos frescos, produtos fortificados e soluções prontas para consumo. O avanço da proteína como atributo também abre espaço para ações de trade marketing, estratégias de retail media e comunicação no PDV, conectando indústria e varejo a partir de uma demanda clara do shopper. Mais do que uma tendência pontual, a proteína se consolida como um vetor estruturante de crescimento, exigindo planejamento de mix, inteligência de exposição e experiências de compra alinhadas às novas rotinas de consumo.
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