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Como vencer um dos maiores desafios do e-commerce?
O abandono de carrinho segue sendo um dos maiores desafios enfrentados pelos marketplaces e varejistas digitais, e o setor supermercadista não está imune a esse fenômeno. A desistência do consumidor em concluir a compra impacta diretamente a conversão de vendas e a receita das empresas. Mas, como todo obstáculo, também pode ser visto como uma oportunidade: identificar pontos de melhoria, otimizar processos e fortalecer o relacionamento com o cliente. Ao monitorar o comportamento do consumidor e analisar os dados da jornada de compra, é possível mapear os momentos críticos de desistência e compreender as motivações por trás do abandono. O que é o abandono de carrinho? O abandono de carrinho acontece quando o consumidor seleciona produtos, adiciona-os à cesta e, antes de finalizar a compra, desiste do processo. Esse comportamento pode ocorrer em diferentes momentos da jornada: desde a busca e avaliação dos itens até o preenchimento de dados pessoais, escolha do frete ou, principalmente, no momento do pagamento. Fatores como dúvidas sobre o valor final, etapas excessivas no checkout, preocupações com segurança ou surpresas de custos adicionais podem contribuir para essa desistência. O abandono de carrinho não se limita a uma etapa específica, mas reflete obstáculos ao longo de toda a experiência de compra e sinaliza oportunidades para melhorias nos processos e nas condições oferecidas pelo marketplace. "Resumindo: carrinho abandonado é sinal de ruído no processo. Cada detalhe que adiciona atrito vira motivo para o cliente fechar a aba", explica Thiago Muniz, especialista em vendas, CEO da Receita Previsível e professor da FGV. Alan Ribeiro, diretor de Marketing da Único Pag., acrescenta: "No universo do comércio eletrônico, há um foco quase obsessivo em atrair visitantes. Investe-se pesado em anúncios, redes sociais e otimização de busca. Mas, quando o cliente chega ao momento decisivo da compra, muitos e-commerces falham no básico: oferecer uma experiência de pagamento simples, fluida e confiável. O resultado são carrinhos abandonados, vendas perdidas e clientes que dificilmente voltam". Quais são as principais causas? As razões para o abandono de carrinho são variadas e envolvem tanto questões financeiras quanto de experiência digital. Custos inesperados, como frete elevado ou taxas só exibidas no final da compra, estão entre os principais motivos. Processos de checkout complexos, com excesso de etapas ou formulários longos, também afastam consumidores. Outros fatores incluem a obrigatoriedade de cadastro antes da compra, opções de pagamento limitadas, falta de confiança, seja por layout pouco profissional, informações pouco claras ou ausência de garantias de segurança, e desempenho do site, como carregamento lento ou erros de navegação. "O checkout é um dos principais culpados. A percepção de marca não é formada apenas no banner inicial ou na vitrine digital; ela é consolidada na hora do pagamento. Formulários longos, redirecionamentos confusos e opções limitadas de pagamento transmitem insegurança e quebram o ritmo da compra. O consumidor digital de hoje é impaciente. Ele está acostumado à agilidade de plataformas líderes de mercado e espera que qualquer loja ofereça a mesma rapidez e clareza. O avanço de métodos instantâneos, como o Pix, elevou ainda mais essa expectativa. Não se trata apenas de aceitar novas formas de pagamento, mas de integrá-las de forma inteligente, sem fricções e adaptadas ao perfil de quem compra", comenta Alan Ribeiro. Como mapear as causas do abandono de carrinho Identificar os motivos do abandono é fundamental para otimizar a experiência e remover obstáculos que impedem a conclusão da compra. Isso começa com a análise detalhada do comportamento do consumidor, utilizando ferramentas de monitoramento inteligente que registram cada etapa da jornada de compra, desde a navegação até a tentativa de pagamento. Coletar dados sobre pontos de desistência frequentes, como cadastro obrigatório, custos inesperados ou etapas demoradas no checkout, e cruzar essas informações com pesquisas de satisfação e feedbacks dos clientes ajuda a revelar motivos ocultos e oportunidades de melhoria. Números do abandono: o cenário brasileiro Segundo levantamento da OneKey Payments, mais de 80% das transações iniciadas no e-commerce brasileiro não chegam à finalização. Os motivos mais comuns são a desistência diante de formulários longos e complexos (62,6%), a exigência de autenticação em outro dispositivo (92,8%) e problemas de carregamento das páginas (93,7%). O relatório E-Commerce Update confirma essa realidade: no Brasil, a taxa de abandono chega a 82%. Entre os principais motivos estão os custos extras inesperados, como frete e taxas (48%), os prazos de entrega longos ou incertos (36,5%) e a obrigatoriedade de criar conta para concluir a compra (24%). Outro ponto de atenção é a experiência mobile. De acordo com análise da Get Commerce, a taxa de abandono varia conforme o dispositivo: 80% nos tablets, 75% nos smartphones e 65% nos desktops. O retrato do consumidor: pesquisa Opinion Box 2025 Um estudo da Opinion Box, realizado em 2025, trouxe detalhes sobre a frequência do abandono de carrinho, as principais causas desse comportamento e a percepção dos consumidores em relação à experiência digital. Quando perguntados sobre a frequência com que desistem de concluir uma compra, 80% dos entrevistados afirmaram já ter abandonado um carrinho na etapa final. Dentro desse grupo, 14% disseram que isso acontece com frequência, 64% apenas às vezes, enquanto 22% garantem sempre finalizar a compra. As razões para o abandono são diversas, mas algumas se destacam. A principal delas é o frete mais caro que o esperado, apontado por 60% dos consumidores. Em seguida, 36% mencionaram a cobrança de taxas inesperadas e outros 36% afirmaram ter encontrado preços mais baixos em sites concorrentes. Problemas relacionados a promoções também aparecem na lista: 29% relataram ter desistido após um cupom de desconto não funcionar. Questões ligadas à logística também pesam: 25% apontaram o prazo de entrega maior que o previsto. Há ainda preocupações com a segurança do pagamento (21%), desistência espontânea do desejo de compra (16%), falta do meio de pagamento desejado (14%) e políticas de troca e devolução pouco claras (13%). Outros fatores incluem a obrigatoriedade de cadastro (8%), lentidão da página (8%), informações pouco claras (7%) e, em menor escala, excesso de campos na etapa de pagamento (1%). A pesquisa também avaliou a experiência do usuário e como ela influencia no abandono. O resultado é contundente: 88% dos consumidores afirmam desistir imediatamente se o site não parecer confiável, enquanto 72% abandonam a compra diante de uma navegação ruim. A etapa de pagamento também é crucial: 62% acreditam que quanto mais rápida ela for, maior a chance de concluir a compra. A velocidade do carregamento da página também pesa, já que 60% disseram procurar outra opção quando o site demora a abrir. Metade dos consumidores declarou que, ao desistir na etapa final, dificilmente retorna para comprar novamente. Além disso, 21% se incomodam em receber anúncios dos produtos que abandonaram, enquanto 39% admitem que costumam comprar por impulso quando estão online. Outro ponto investigado foi o comportamento após o abandono. A maioria já retornou em algum momento: 80% afirmaram ter comprado todos os itens de um carrinho deixado para trás, e 61% disseram já ter recebido e-mails oferecendo desconto após desistirem de uma compra. Quando a estratégia de retargeting entra em cena, a resposta varia: 28% consideram nada provável retornar diante de anúncios, 13% pouco provável, 37% se dizem neutros, 15% acreditam ser provável e apenas 7% muito provável. Já os e-mails de desconto têm impacto maior: 42% dos consumidores consideram provável voltar a comprar quando recebem essa oferta, 26% se mantêm neutros, 22% classificam como pouco provável e 8% como muito provável. O que faz o consumidor escolher um site? A decisão de onde comprar online vai muito além do preço. De acordo com o levantamento da Opinion Box, a confiança é o fator mais determinante: 57% dos consumidores escolhem um site por acreditarem que ele é seguro. Em seguida, os preços mais baixos aparecem como atrativo para 48% dos entrevistados, enquanto 47% afirmam ser conquistados por promoções e ofertas. A experiência acumulada também pesa: 23% preferem comprar novamente em sites nos quais já tiveram boas experiências, e outros 23% valorizam a facilidade de navegação e a organização na hora de encontrar os produtos. As formas de pagamento disponíveis são decisivas para 21% dos consumidores, e 19% destacam a praticidade de encontrar tudo em um só lugar. Embora menos relevantes, outros fatores também influenciam: 9% se deixam levar pela indicação de amigos ou familiares, 3% dão preferência para sites que carregam mais rapidamente e 2% apontam motivos variados para a escolha. Em resumo, a jornada de compra online é guiada pela combinação de credibilidade, preço, conveniência e experiência digital, um conjunto que pode determinar não apenas a escolha de um site, mas também a fidelização do consumidor. Omnichannel: a jornada que migra do digital ao físico Outro dado relevante: 60% dos consumidores já abandonaram um carrinho online para comprar o mesmo produto em uma loja física. Esse comportamento reforça a importância da integração entre canais, o verdadeiro omnichannel. "A loja física pode virar extensão estratégica do digital. O abandono online não significa perda, mas oportunidade de conversão no ponto de venda. O processo envolve integração de dados – capturar o histórico de abandono e cruzar com geolocalização e preferências do cliente; ativação hipersegmentada – enviar ofertas personalizadas que direcionem para a loja mais próxima; e experiência presencial conectada – treinar equipes de loja para reconhecer esses clientes e oferecer suporte imediato ou benefícios exclusivos para concluir a compra. Um omnichannel bem desenhado transforma o carrinho abandonado em conversão presencial, unindo conveniência digital e confiança física", expõe Thiago Muniz. Como mitigar o abandono de carrinho e insights para supermercadistas Mitigar o abandono de carrinho exige uma abordagem estratégica baseada em análise de dados e profundo entendimento do comportamento do consumidor, tanto no ambiente digital quanto na loja física. Monitorar o percurso do cliente e identificar os principais pontos de desistência permite antecipar objeções e criar soluções mais assertivas. No e-commerce, algumas práticas se destacam: oferecer checkout simplificado, permitindo compra como convidado e evitando formulários longos; garantir transparência de custos, mostrando frete, taxas e prazo desde a página do produto; disponibilizar pagamentos flexíveis, como PIX, carteiras digitais e parcelamento; assegurar velocidade e estabilidade do site com infraestrutura robusta; e adotar estratégias de recuperação de carrinho, como e-mails, push ou SMS, retargeting calibrado e testes A/B constantes. "Melhorar processos para reduzir o abandono de carrinho passa por três frentes: mapear pontos de atrito – acompanhando métricas como taxa de abandono por etapa, tempo médio no checkout e cliques necessários até a compra; redesenhar o fluxo de checkout – simplificar telas, cortar etapas redundantes e integrar métodos de pagamento nativos (PIX, carteiras digitais); e automatizar a recuperação – criar processos de follow-up automáticos (e-mail, WhatsApp, push) com gatilhos baseados em tempo e valor de carrinho. Quando o processo é transparente, rápido e confiável, a taxa de abandono cai naturalmente", sugere Thiago Muniz. "Na prática, o checkout é um vendedor oculto. Ele pode fechar a venda de forma suave e convincente ou espantar o cliente com uma má experiência. Pequenas mudanças como reduzir o número de cliques, evitar redirecionamentos, otimizar campos de preenchimento e exibir claramente as opções de pagamento podem gerar aumentos significativos na taxa de conversão, sem que seja necessário gastar mais em aquisição de tráfego. O e-commerce brasileiro está entrando em uma fase em que margens apertadas e custos de mídia crescentes exigem eficiência em todas as etapas do funil. Ignorar o checkout como parte estratégica da venda é desperdiçar um dos pontos mais poderosos de persuasão que o lojista tem à disposição", completa Alan Ribeiro. Thiago Muniz conclui: "Reconquistar clientes que abandonaram o carrinho exige uma estratégia em duas camadas: recuperação imediata, automatizando alertas rápidos e oferecendo incentivos inteligentes, e confiança e relacionamento, personalizando a comunicação e mantendo o produto em evidência com conteúdos e provas sociais que reduzam dúvidas". No ambiente físico, ações como self-checkouts assistidos, caixas rápidos, reposição eficiente de estoque, sinalização clara e integração com o digital, permitindo resgate de carrinho online via CPF ou QR Code, são fundamentais. Programas de fidelidade com cashback, pontos extras ou recompensas também estimulam a retenção do cliente. Para otimizar a jornada digital: Análise de dados: utilizar ferramentas de analytics para monitorar o funil de compra e identificar pontos críticos de abandono; Personalização de ofertas: basear-se no histórico de navegação e preferências do usuário para criar ofertas personalizadas e ajustar preços dinamicamente; Facilitação do cadastro: permitir a compra como visitante e simplificar o processo de cadastro; Diversificação de pagamentos: oferecer várias opções para atender às diferentes expectativas dos consumidores; Otimização do site: garantir que a plataforma seja rápida, responsiva e fácil de navegar em diferentes dispositivos. Mesmo após o abandono, é possível reengajar o consumidor utilizando: estratégias de remarketing, e-mails automatizados com desconto, acompanhamento multicanal (SMS, push, redes sociais) e testes A/B. A coleta contínua de feedback e a revisão dos motivos de desistência permitem implementar melhorias rápidas e relevantes, transformando desistências em vendas concretas. O abandono de carrinho é consequência direta de custos inesperados, problemas de usabilidade, falta de confiança e prazos pouco competitivos. No Brasil, com taxas que ultrapassam 80%, o desafio é ainda maior para supermercados, que operam com margens estreitas e consumidores sensíveis a preço, conveniência e prazo. Reduzir o abandono exige uma estratégia completa e integrada: digital fluido e transparente, integração físico-digital real, pagamentos adaptados ao hábito brasileiro e ações de reengajamento personalizadas. Mais do que evitar perdas, enfrentar o abandono significa construir confiança, oferecer conveniência e fidelizar consumidores, fortalecendo a competitividade no varejo supermercadista. Os números deixam claro, o abandono de carrinho é um desafio complexo, que envolve experiência digital, confiança, preço e integração entre online e físico. Mais do que um obstáculo, ele pode ser visto como um termômetro estratégico para identificar falhas e oportunidades de melhoria. No varejo supermercadista, enfrentar esse "vilão do e-commerce" significa investir em tecnologia, processos ágeis e comunicação transparente, transformando desistências em vendas duradouras.
24/09/2025
Martelo batido! Fusão de gigantes é oficialmente concluída na B3
O martelo da B3 foi batido e a primeira martelada oficializou uma das maiores movimentações do ano entre empresas de alimentos. Com início das operações na Bolsa de Valores de São Paulo, na última terça-feira, 23 de setembro, foi concluída a fusão entre Marfrig e BRF, marcando o nascimento da MBRF (as ações da nova companhia são negociadas sob o ticker MBRF3), a 7ª maior empresa do Brasil, com mais de R$ 160 bilhões em faturamento. O movimento encorpa ainda mais a presença brasileira no mercado global de alimentos, além de representar um marco no mercado de capitais do país. Nova estrutura organizacional Com a nova disposição, a MBRF adotou uma estrutura organizacional simplificada, focando em agilidade e eficiência, com o objetivo de acelerar ganhos de sinergia, otimizar processos e maximizar resultados. Miguel Gularte assumiu como CEO, reportando-se diretamente ao Chairman Marcos Molina, fundador da Marfrig e controlador da companhia. A grande missão inicial da nova administração é conduzir a integração das operações, fortalecendo a cultura organizacional e impulsionando o da empresa. Marcos Molina destaca o novo cenário do setor alimentício brasileiro: "Este é um marco histórico para nosso segmento e eu tenho um orgulho enorme da empresa que estamos construindo. A MBRF agrega um amplo conhecimento do mercado, eficiência operacional, marcas icônicas, respeito ao meio ambiente e uma base de clientes robusta. Estamos preparados para acelerar a nossa jornada de crescimento sustentável, gerando valor para clientes e acionistas, e correspondendo ao legado de confiança do mercado". "A MBRF nasce com o compromisso de unir o que cada companhia tem de melhor para construir uma empresa ainda mais simples, ágil e eficiente. Para isso, contamos com um time de lideranças experiente e com a força e o comprometimento dos nossos 130 mil colaboradores ao redor do mundo", frisa Miguel Gularte. O Comitê Executivo da MBRF contará com oito vice-presidências: José Ignácio Scoseria Rey – Finanças, Relações com Investidores, Gestão e Tecnologia; Fábio Mariano – Mercado Halal; Manoel Martins – Mercado Brasil e Marketing; Leonardo Dall’Orto – Mercado Internacional e Supply Chain, incluindo operações no Chile; Alisson Navarro – Bovinos, além dos negócios no Uruguai e Argentina; Heraldo Geres – Jurídico, Tributário, Assuntos Corporativos e Gente; Artemio Listoni – Operações Industriais e Logística; Fabio Stumpf – Agro e Qualidade. "Um dia histórico! Agradeço a todos aqueles que contribuíram para a criação da MBRF. Apesar dos desafios, fomos e somos vitoriosos. Somos a 7 maior empresa do país com 130.000 colaboradores, presença em 117 países e R$ 160 bilhões de receita", reforça Heraldo Geres. A gigante MBRF agora reúne marcas reconhecidas e tradicionais como Sadia, Perdigão, Qualy, Bassi e Banvit. A plataforma multiproteínas da empresa fortalece a competitividade, amplia opções para clientes e aumenta a capacidade de inovação para atender às necessidades dos consumidores.
24/09/2025
Seara apresenta a primeira linha de refeições proteicas congeladas do Brasil
A Seara acaba de lançar a Seara PROTEIN, primeira linha de refeições proteicas congeladas do país. A novidade chega às gôndolas ainda neste mês de setembro, em sintonia com a crescente demanda mundial por alimentos ricos em proteína e alinhados a rotinas de bem-estar. O portfólio inicial traz três opções de refeições, cada uma com mais de 30 gramas de proteína, menos de 340 calorias e adição de colágeno da Genu-In, empresa da JBS Novos Negócios. “Estamos inaugurando uma nova categoria de refeições proteicas no Brasil. Esse é um movimento que conecta a Seara ao que há de mais avançado nos mercados globais e atende a uma demanda crescente por alimentação funcional e prática”, afirma Rafael Palmer, diretor de Marketing de Alimentos Preparados da Seara. Segundo ele, a novidade reforça a vocação inovadora da marca. “É um lançamento que consolida nossa liderança em inovação e amplia o papel estratégico da proteína no dia a dia dos consumidores”, acrescenta. Palmer destaca ainda a mudança de comportamento do público. “O consumidor está buscando alternativas para ter uma alimentação funcional no dia a dia, e a Seara PROTEIN foi pensada para esse novo perfil: quem quer se alimentar bem, com segurança nutricional, sem perder tempo na cozinha”, explica. “É o tipo de produto que amplia o mercado e cria novas ocasiões de consumo, reforçando o papel da proteína como parte fundamental de uma dieta balanceada”, completa. Tendência – Uma pesquisa da Food Consulting, encomendada pela BRF, mostra que os brasileiros vêm priorizando alimentos práticos (31%), econômicos (27%), saudáveis (24%) e prontos para consumo (11,9%). O estudo também revela que uma em cada três pessoas já consome pratos congelados pelo menos uma vez por semana. Quando o foco é a marmita, 48% dos entrevistados afirmam consumir entre 3 e 10 vezes por mês, enquanto 30% ultrapassam 11 refeições mensais. De olho nesse comportamento, a Perdigão ampliou a linha Meu Menu, oferecendo novas opções de refeições congeladas para quem busca praticidade, sabor caseiro e equilíbrio na alimentação. A campanha “Perdigão Meu Menu. Sabor de feito em casa” apresenta a nova identidade da linha, com embalagens atualizadas, logo renovado e um portfólio ampliado — que agora vai além das massas e inclui novos pratos congelados.
24/09/2025
AB InBev e Netflix fecham parceria global que pode turbinar vendas e promoções no varejo supermercadista
A AB InBev anunciou uma parceria global com a Netflix que promete gerar novas oportunidades de negócios para o varejo supermercadista. O acordo une o portfólio de marcas de cerveja da companhia a séries, filmes e eventos ao vivo do serviço de streaming, criando um calendário robusto de ativações que pode impulsionar vendas e ações promocionais em diferentes canais de distribuição. “Streaming é um momento social, e nada combina mais com isso do que uma cerveja gelada”, destaca Marcel Marcondes, global chief marketing officer da AB InBev. “Essa parceria é uma oportunidade para nossas marcas criarem conexões ainda mais profundas com os consumidores e multiplicarem os momentos de celebração enquanto assistem ao conteúdo que molda a cultura.” Oportunidades para o varejo supermercadista Para os supermercadistas, a aliança entre as duas gigantes cria um ambiente fértil para campanhas de co-marketing e ativações no ponto de venda. A AB InBev planeja lançar edições limitadas de embalagens, promoções digitais e integrações em conteúdos da Netflix, como as produções The Gentleman, Brasil 70 – A Saga do Tri e Culinary Class Wars. Essas ações tendem a ampliar o fluxo de consumidores nas lojas e estimular compras por impulso. Eventos de grande audiência também fazem parte da estratégia. A Cerveza Victoria, por exemplo, já foi patrocinadora oficial da luta entre Canelo e Crawford no México, e em 2025 a AB InBev participará da transmissão ao vivo do NFL Christmas Game Day na Netflix. A parceria prevê ainda campanhas conjuntas ligadas a competições de repercussão mundial, como a Copa do Mundo Feminina de 2027, que podem ser exploradas em datas temáticas, promoções de cross-merchandising e ações em gôndola. Segundo Marian Lee, chief marketing officer da Netflix, “a popularidade dos nossos títulos nos permite entrar nas conversas culturais como poucas empresas conseguem, e uma grande parceria pode tornar isso ainda mais relevante. Estamos muito animados para criar campanhas com a AB InBev — tão únicas, divertidas e criativas quanto os filmes e séries que apoiam.” Para o varejo supermercadista, essa sinergia entre entretenimento e consumo abre espaço para ativações personalizadas, reforçando a categoria de bebidas premium e gerando experiências que podem fidelizar o cliente e aumentar o ticket médio. Prezunic, indústria e… streaming - Quem passa pela loja do Prezunic Marapendi, na Barra da Tijuca, certamente é impactado com a nova fachada. Em uma ação inovadora de retail media a seis mãos (varejo, indústria e streaming), a rede se uniu a duas gigantes, cada qual do seu segmento, para a realização da campanha “Seara Netflix”. Três grandes marcas juntas para oferecer novas experiências aos consumidores. Mais do que uma campanha promocional, a iniciativa promove uma jornada de compra completa, com integração entre o físico, digital e e-commerce. LEIA MAIS AQUI!
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