25 jun 2019

Prezunic abre as portas para a contratação de imigrantes

Eles compartilham histórias de vida carregadas de desafios e superações. Deixaram seus países em busca de novas oportunidades e encontraram no Brasil um ambiente propício para o recomeço. Para os imigrantes, a inserção no mercado de trabalho é uma das etapas mais difíceis. Na rede de supermercados Prezunic, eles encontraram oportunidade e acolhimento necessários para recomeçar.

Estima-se que existam entre 750 mil e 1,2 milhão de estrangeiros no Brasil. No mundo, cerca de 258 milhões de pessoas moram fora do país de origem, o que representa 34% da população. A maior parte vive nos Estados Unidos, seguido da Arábia Saudita e Alemanha, segundo dados da ONU. O número de imigrantes vem crescendo nos últimos anos em solo brasileiro, principalmente com a chegada de refugiados vindos do Haiti, Síria e Venezuela.

Nascido em Angola, Zekisola Afonso Guimarães Bala é o colaborador mais antigo entre os imigrantes que trabalham no Prezunic. Ele chegou como refugiado, em 2003, durante a situação de pós-guerra. O trabalho no supermercado foi o primeiro e único emprego com carteira assinada. Há quase 15 anos na empresa, o começo foi como Auxiliar de Operações, sendo promovido a Agente de Prevenção de Perdas. Atualmente, Bala dá expediente na loja de Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro.

“Quando cheguei ao Brasil, consegui um visto provisório, que me possibilitou a emissão da carteira de trabalho. Passei por dois empregos antes, mas só aqui tive minha situação trabalhista regularizada, inclusive, com oportunidades de crescimento”, afirma o angolano.

Com a situação de pós-guerra mais calma em seu país de origem, Bala retorna anualmente para Angola durante as férias. Ele ressalta a importância de ter sido acolhido pelo Prezunic.

“Quando fui contratado pelo Prezunic, o processo de legalização da minha permanência no Brasil ainda estava em andamento. Mesmo assim, a empresa me acolheu e sempre tive muito incentivo das lideranças para buscar crescimento profissional”, comemora Bala.

A gerente de Recursos Humanos do Prezunic, Ana Behrens, ressalta a Política de Diversidade e Inclusão da Cencosud, responsável pelo acolhimento de imigrantes, entre outros colaboradores.

“Todas as pessoas são bem-vindas no Prezunic, independentemente de raça, idade, religião, orientação sexual, gênero, etnia ou qualquer outra característica. Buscamos profissionais éticos com foco em resultados melhores a cada dia. Além disso, sabemos que a inserção no mercado de trabalho é fundamental para que o imigrante se sinta plenamente adaptado à nova realidade e conquiste a sua independência. Sempre mapeamos as habilidades dos imigrantes e exploramos suas potencialidades.”, explica a gerente de RH.

O peruano Yohoni Efren Anco Chavez, 51 anos, deixou seu país por causa dos conflitos entre organizações terroristas. Aos 25, se despediu dos pais e de cinco irmãos e embarcou sozinho para o Brasil. Ao longo dos últimos 26 anos, enfrentou diversas barreiras, formou uma nova família, conquistou a casa própria e se sente cada vez mais realizado. Há três anos, trabalha como auxiliar de padaria na unidade do Prezunic em Nilópolis.

“Esta empresa é uma grande família, que me estendeu os braços e me dá todos os dias oportunidades de crescimento”, afirma Yohoni.

Paixão pelo futebol

Alex Bontolo, 28 anos, também encontrou no Prezunic o que sonhava. Há três anos, ele deixou a República Democrática do Congo por questões políticas. Muitos amigos tomaram a mesma decisão, seguindo para países na Europa ou para os Estados Unidos. Alex escolheu o Brasil usando como parâmetro sua paixão: o futebol. O critério, mesmo aleatório, abriu para o jovem um país de oportunidades. Trabalhando como repositor de mercadorias na mercearia da unidade de Santa Cruz, ele se dedica aos estudos para alcançar novas etapas em sua vida. 

“Curso hotelaria e adoro aprender novos idiomas. O Brasil me recebeu de uma maneira muito especial, e o Prezunic me abre novas portas todos os dias. Minha história ainda terá muitos capítulos felizes para serem escritos”, diz Alex.

Fonte: Assessoria de Comunicação

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