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ASSERJ se posiciona ao lado do Rio e assina manifesto em defesa dos royalties do petróleo

01/05/2026

Por dentro da asserj Atualidades
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A defesa da manutenção dos royalties do petróleo no estado do Rio de Janeiro mobiliza diferentes setores da sociedade civil e produtiva, entre eles a ASSERJ, que assume papel ativo nesse debate estratégico. O manifesto liderado pelo Instituto Todos Pelo Rio, do qual a ASSERJ e diversas outras entidades de variados setores são signatárias, reforça que a discussão vai muito além de uma questão fiscal: trata-se da preservação de um mecanismo essencial para garantir equilíbrio federativo e justiça na compensação pelos impactos da atividade petrolífera. Nesse contexto, a atuação da ASSERJ evidencia o compromisso do setor supermercadista com pautas estruturantes para o desenvolvimento econômico e social do estado.

"A participação das entidades representativas nessa pauta é indispensável porque a discussão sobre os royalties impacta diretamente a dinâmica econômica do Estado e, por consequência, a operação do varejo. No setor supermercadista, qualquer retração na capacidade de investimento público gera reflexos imediatos no consumo, na logística, na circulação de mercadorias e no ambiente de negócios. A redução dos royalties pode representar aumento da instabilidade econômica, queda do poder de compra da população e maior pressão sobre um setor que já opera com margens reduzidas e elevada carga tributária. Defender a manutenção desses recursos é, portanto, proteger a previsibilidade econômica, a sustentabilidade do varejo e a segurança do abastecimento da população fluminense", destaca a dra. Ana Paula Rosa, advogada da ASSERJ e especialista em varejo supermercadista.

A possível redistribuição ou redução dos royalties representa riscos concretos à capacidade de investimento do Rio de Janeiro em áreas essenciais como saúde, educação, segurança e infraestrutura. Para o varejo supermercadista, essas variáveis não são abstratas, elas impactam diretamente o ambiente de negócios, o poder de consumo da população e a eficiência logística do abastecimento. Ao se posicionar de forma firme, a ASSERJ reforça que defender os royalties é também defender condições mínimas para que o setor continue operando com estabilidade e contribuindo para a economia fluminense.

"A discussão sobre os royalties do petróleo vai muito além de uma questão fiscal. Estamos falando da capacidade do Estado do Rio de Janeiro continuar investindo em áreas essenciais como saúde, segurança, educação e infraestrutura. A ASSERJ representa um dos setores mais fortes e pujantes da economia fluminense, responsável pela geração de milhares de empregos e peça fundamental no desenvolvimento urbano e social do estado. Por isso, não podemos nos omitir diante de um tema que impacta diretamente o futuro do Rio e a vida da população", afirma Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ e da Associação de Supermercados das Américas (ALAS).

Essa atuação institucional está alinhada com uma visão mais ampla da ASSERJ, que historicamente trabalha para fortalecer o setor supermercadista como um dos pilares da economia do estado. Mais do que representar empresas, a entidade atua como agente de articulação, promovendo diálogo entre iniciativa privada e poder público, sempre com foco na construção de um ambiente mais equilibrado e sustentável. A participação no manifesto demonstra que o compromisso da associação ultrapassa interesses setoriais e se conecta diretamente com o bem-estar coletivo.

Ao colocar o abastecimento da população e a experiência do consumidor no centro das decisões, a ASSERJ reafirma seu papel como guardiã de um serviço essencial. Em um cenário de incertezas fiscais e econômicas, garantir previsibilidade e investimentos no estado é também assegurar que supermercados continuem cumprindo sua função primordial: abastecer, gerar empregos e oferecer qualidade de atendimento à população. Assim, a entidade segue atuando de forma contínua e estratégica para fortalecer não apenas o setor, mas toda a economia do Rio de Janeiro.

"A ASSERJ sempre estará ao lado de pautas que defendam o Rio de Janeiro, porque defender o estado é defender empregos, desenvolvimento, competitividade e qualidade de vida para milhões de fluminenses", conclui Fábio Queiróz.