Os-Boêmios-Ambev-22
29 jun 2017

Ambev aumenta em 3,4% o volume de cerveja vendido no Brasil

A Ambev registra aumento de 3,4% no volume de cerveja comercializado no Brasil no primeiro trimestre do ano, tanto nas marcas que compõem o segmento mainstream quanto nas de premium. O desempenho positivo é resultado de uma estratégia, comunicada e executada pela companhia há mais de um ano, que tem entre seus principais pilares o reforço de suas principais marcas.

Com identidade visual mais jovem e atual, a líder de mercado Skol vem fortalecendo cada vez mais os conceitos de pluralidade, inclusão e respeito em suas ações e campanhas. Durante o verão, a marca convidou seu público a deixar de lado preconceitos e estereótipos e, para celebrar o fim da estação, a cerveja lançou a edição limitada das latas SKOLORS, com cinco tons diferentes, que representam a diversidade e a beleza de cores de todos nós. Em março, a marca criou ainda o movimento “Redondo é Sair do seu Passado” e a campanha “Reposter”, em que convidou oito ilustradoras para redesenharem antigos pôsteres que tinham mulheres estampadas de uma forma que não representa mais o posicionamento da marca.

A Brahma, uma cerveja com 129 anos de história, vem investindo desde o ano passado em ações que reforçam sua tradição cervejeira. Com um portfólio completo de produtos que atendem a todos os gostos, a marca se renova ao apresentar rótulos como os da linha Brahma Extra, que trouxe aos consumidores novas possibilidades de sabor e harmonização.

Além disso, a Antarctica tem apresentado importantes inovações como o posicionamento “Coisa BOA gera Coisa BOA”, que colocou, por exemplo, o catador de latas como protagonista de sua festa durante o Carnaval. A marca tem valorizado, em webséries, outras figuras que fazem parte do seu universo como os vendedores ambulantes.

No segmento premium, o portfólio de marcas nacionais e globais da Ambev apresenta sólido desempenho no trimestre, com volumes avançando dois dígitos, liderados pela Budweiser, com crescimento de mais de 30% nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado. Além disso, a Stella Artois acaba de trazer ao Brasil a campanha “Buy a Lady a Drink” e lança três cálices exclusivos com o mote #1Cálice5anos. Cada item vendido garante cinco anos de água limpa a uma comunidade em situação de crise hídrica mapeada pela ONG Water.org.

Apesar do aumento no volume de cervejas comercializado pela Ambev no Brasil, O EBITDA consolidado da companhia apresentou queda orgânica de 7,6%, tendo sido impactado principalmente pelo Brasil. O resultado no país se deve basicamente ao aumento temporário dos custos em função da desvalorização do real perante ao dólar no primeiro trimestre de 2016 e também da receita líquida por hectolitro impactada pelo aumento de impostos estaduais que entrou em vigor apenas na metade do primeiro trimestre do ano passado, gerando uma base de comparação difícil.

“Nós já esperávamos que os resultados continuassem a ser impactados diante do cenário atual, mas avaliamos que são fatores temporários e que irão se atenuar ao longo do ano”, explica Ricardo Rittes, vice-presidente financeiro e de relações com investidores da Ambev.

Já no segmento de refrigeNANC (refrigerantes, bebidas não-alcóolicas e não-carbonatadas), embora a indústria enfrente forte retração, a Ambev conseguiu manter seus volumes estáveis graças aos investimentos em seu amplo portfólio de produtos.

Para continuar levando acessibilidade aos consumidores, as garrafas de vidro retornáveis de ​​300ml de cerveja continuarão sendo um grande foco da companhia em 2017. A escolha por essas embalagens cresceu dois dígitos em comparação com o primeiro trimestre de 2016 em termos de volume.

Resultado 1° tri 2017 vs. 1° tri 2016

A receita líquida consolidada da cervejaria aumentou 8% no primeiro trimestre, somando R$ 11,2 bilhões. O volume consolidado também apresentou crescimento orgânico de 2,4%, suportado pelo resultado positivo em quase todos os países. O volume reportado aumentou 3.4%, considerando-se a operação no Panamá e excluindo-se as operações  na Colômbia, Peru e Equador. A cervejaria teve no primeiro trimestre de 2017 lucro líquido ajustado de R$ 2,3 bilhões, montante que, em reais, representa queda de 20,1% ante o mesmo período de 2016. O EBITDA, também ajustado,  caiu 7,6% organicamente, para R$ 4,3 bilhões.

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